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A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Tais dimensões perpassam os conhecimentos das Artes visuais, da Dança, da Música e do Teatro e as aprendizagens dos alunos em cada contexto social e cultural. Não se trata de eixos temáticos ou categorias, mas de linhas maleáveis que se interpenetram, constituindo a especificidade da construção do conhecimento em Arte na escola. Desta forma:
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Em articulação com as competências gerais da Educação Básica e as competências específicas da área de Linguagens, o componente curricular de Arte deve garantir aos alunos o desenvolvimento de algumas competências específicas, assim sobre as especificidades é correto afirmar que:
I - Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades.
II - Compreender as relações entre as linguagens da Arte estabelecendo no âmbito escolar que somente as artes visuais irá se conectar as novas tecnologias de informação e comunicação, pelo cinema e pelo audiovisual, nas condições particulares de produção, na prática de cada linguagem e nas suas articulações.
III - Pesquisar e conhecer distintas matrizes estéticas e culturais – especialmente aquelas manifestas na arte e nas culturas que constituem a identidade brasileira –, sua tradição e manifestações contemporâneas, reelaborando-as nas criações em Arte
IV - Experienciar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação, ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte.
São asserções corretas as afirmativas:
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De acordo com a BNCC sobre o ensino da arte é correto afirmar que:
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Pela ânsia de resolver todo o tipo de adversidade, clamamos por um: como faço para ensinar arte para tantos alunos, com um tanto de tempo e outro tanto de condições de trabalho? A resposta ouvida, talvez frustrante, vem em forma de uma metáfora: não há receita. Analisando a metáfora e refletindo sobre a metodologia do ensino da arte podemos afirmar que:
I - O uso da receita não faz mais parte do processo educacional, voltado ao ensino e aprendizagem da arte. As receitas foram retiradas da educação porque durante um bom tempo tornaram-se um jargão, um clichê, por vezes pejorativo, repetido que foi tido como uma regra a ser seguida pelos profissionais da educação com uma ênfase bula do clássico ignorando o contemporâneo.
II - Receitar sobre métodos no ensino da arte como forma de apaziguar angústias e ansiedades pela resolução imediata de problemas específicos, e de indução à compreensão contemporânea do processo educativo como algo específico a um contexto, interagente e variável, avesso se tornou um estereotipado caráter prescritivo.
III - Ao longo da história do ensino da arte muitas receitas foram elaboradas, usadas, reinventadas; por vezes - por vários motivos, reproduzidas, indiferentes aos seus contextos. Todas essas receitas de como ensinar arte continuam a circular, impressas em livros didáticos e paradidáticos, porém são proibidas de serem usadas nas salas de aula
IV - As receitas, os métodos, as metodologias, são importantes como formas abstratas de organização, de sistematização, uma constituição de sentido que aplaca nossa sensação de insegurança diante da condição movediça daquilo que chamamos realidade. No entanto, efetivamente, é em nossa relação com cada uma dessas nossas realidades - aliando aquilo que sabemos às situações concretas que vivemos, em meio ao erro, a instabilidade, a confusão, ao inesperado - que podemos encontrar os modos de agir, os como fazer, os caminhos possíveis.
São asserções corretas as afirmativas:
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Sobre o panorama do ensino da música no Brasil é correto dizer:
I - Villa-Lobos entendia que a música – por meio do trabalho com o canto orfeônico – era elemento imprescindível à educação, pois reunia todos os elementos essenciais para a formação musical, porque o canto coletivo apresentava grande poder de socialização e integração da comunidade e o mais importante, pelo seu aspecto educativo na formação moral e cívica da infância brasileira.
II - No próprio Programa de Ensino de Música, escrito em 1934, Villa-Lobos relatou o objetivo do trabalho: “Permitir que as novas gerações se formem dentro de bons sentimentos estéticos e cívicos e que a nossa pátria, como sucede às nacionalidades vigorosas, possa ter uma arte digna da grandeza e vitalidade do seu povo.
III - O durante as décadas de 1930, 1940 e 1950 o projeto de Villa-Lobos foi adotado recusado no ensino público brasileiro, em todo o território nacional, por não está condizente com a disciplina educação musical, por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 4.024, de 1961.
IV - A Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 4.024, como as que surgiram posteriormente, regulamenta a educação de um modo geral e tinha por objetivo proporcionar um ensino de música mais democrático e acessível. Isso se daria por meio da exploração de novos recursos e novas possibilidades de criação musical por parte dos alunos estudando teóricos europeus.
São asserções corretas
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Maria Heloisa Ferraz e Maria Fusari, apresentam uma concepção de metodologia em seu livro Metodologia do Ensino de Artes (FERRAZ; FUSARI, 2001). Segundo as autoras a metodologia do ensino e aprendizagem em arte integra os encaminhamentos educativos das práticas de aulas artísticas e estéticas. Em outras palavras, esses encaminhamentos metodológicos constituem-se em um conjunto de ideias e teorias educativas em arte transformadas em opções e atos que são concretizados em projetos ou no próprio desenvolvimento das aulas de Arte. São ideias e teorias (ou seja, posições a respeito de “como devem” ou “como deveriam ser” as práticas educativas em arte) baseadas ao mesmo tempo em propostas de estudiosos da área e em nossas práticas escolares em arte e que se cristalizam nas propostas e aulas (FERRAZ; FUSARI, 2001, p. 98). Assim como prática metodológica é importante ressaltar que, EXCETO:
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Sobre a leitura da obra de arte descrita por Ana Mae Barbosa é correto dizer:
I - Em 1987 Ana Mae inicia um programa de arte-educação no Museu de Arte Contemporânea (MAC), combinando trabalho prático com história da arte e leitura de obras de arte.
II - A metodologia utilizada para a leitura de uma obra de arte não pode estar de acordo com o conhecimento anterior do professor e sim baseada no estudo das civilizações da antiguidade.
III - Os professores de arte estão reduzindo a análise ou apreciação artística num jogo de questões e respostas - um mero exercício escolar que leva a leitura a um nível medíocre e simplifica a condensação de significados de uma obra de arte, limitando a imaginação do leitor.
IV - A ideia de leitura da imagem é construir uma metalinguagem da imagem. Isto não é falar sobre uma pintura, mas falar a pintura num outro discurso, às vezes silencioso, algumas vezes gráfico, e verbal somente na sua visibilidade primária.
São asserções corretas
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Laban acreditava na influência dos movimentos, que é influenciado pela ordem em que são acionadas as diferentes partes do corpo, que podem ser divididos em fluência livre e fluência controlada. Os movimentos que se originam do tronco, e partem para as extremidades dos braços e pernas, são em geral mais livremente fluentes do que aqueles nos quais o centro do corpo permanece imóvel quando os membros começam a se movimentar. (LABAN, 1978). Desta forma podemos dizer que a asserção que NÃO se relaciona aos estudos de Laban é:
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A cultura é um fenômeno em construção, não está acabada em si. Ela se projeta em transformação constante. Vários autores tratam como sinônimas as palavras cultura populares, cultura de massa e folclore. Ao definir a produção cultural (VYGOTSKY, 2003) e (SANTOS, 1983) dizem que o que não é dado pela natureza, o que não é biológico, mas que é dado pelo homem, produto da vida coletiva, é cultural. Uma das culturas que refletem a identidade do povo brasileiro diz respeito ao que pertence à maioria do povo, que atinge a maior parte da população e que não é ensinado em espaços formais de ensino. Comumente, dizemos que se opõe ao academicismo. É aquela que surge como resolução de problemas cotidianos e é criada pelo povo e para o povo. O texto disserta sobre
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Na BNCC de Arte, cada uma das quatro linguagens do componente curricular – Artes visuais, Dança, Música e Teatro constitui uma unidade temática que reúne objetos de conhecimento e habilidades articulados às seis dimensões. Além dessas, uma última unidade temática, que, explora as relações e articulações entre as diferentes linguagens e suas práticas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação. O texto disserta sobre:
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