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Foram encontradas 40 questões.

2300578 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A equação reduzida da reta s, perpendicular à reta r, representada pela equação !$ 5 !$!$ x !$+!$ 2 !$!$ y !$=!$ 9 !$ e que passa pelo ponto !$ A !$(!$ 2 !$,!$ 5 !$), é:
 

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2300577 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Se !$ \begin{pmatrix} 0 & 2 & 3 \\ 0 & 0 & y \\ x & 5 & 0 \end{pmatrix} !$ e !$ \det (A) = 6 \sqrt 5 !$ então, !$ x^2y^2 !$ é igual a:
 

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2300576 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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O sistema de equações lineares !$ \begin{cases} 2x + 5y = 28 \\ 2x + my = 14 \end{cases} !$ tem solução possível e determinada para !$ m\; ∈ \; \mathbb R !$ e:
 

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2300575 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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O diâmetro de um círculo de mesma área de um quadrado de 24 cm de perímetro é:
 

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2300574 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A solução da equação!$ 7^x+9 ⋅ 7^x=15 !$ é:
 

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2300573 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A expressão polinomial !$ { \large 3x^3−12x^2+12x\over 3x^2+3x−18} !$ é equivalente a:
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Analise as seguintes assertivas sobre o conteúdo do texto:
I. Se considerarmos a população dos Estados Unidos como parâmetro, é fato que dinheiro não traz saúde nem felicidade.
II. O número de suicídios e de mortes por overdose, entre os negros, diminuiu nos Estados Unidos.
III. A desigualdade social nos Estados Unidos é uma das causas, segundo o autor do texto, da queda da expectativa de vida nesse país.
IV. Tendo em vista o fato de os Estados Unidos investirem altas cifras em saúde, sua população deveria ter uma expectativa de vida mais elevada.
Quais constituem inferências possíveis a partir da leitura do texto?
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Nos segmentos “as cidades privilegiam o automóvel” e “os salários da classe média estagnaram”, aparecem as seguintes figuras de linguagem, respectivamente:
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias,!$ ^{A)} !$ a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde:!$ ^{B,C)} !$ pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960,!$ ^{D)} !$ tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998,!$ ^{D)} !$ a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE.!$ ^{E)} !$ Hoje,!$ ^{D)} !$ a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta afirmação INCORRETA acerca do emprego de sinais de pontuação no texto.
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa em que se faz a correta passagem do período a seguir, retirado do texto, para a voz passiva analítica.
“Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares.”
 

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