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Foram encontradas 40 questões.

2300514 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Com base na Figura 4 abaixo, se o usuário clicar com o botão esquerdo do mouse, configurado para destros, no ícone Enunciado 3590265-1 separador de milhares, que valor conterá em A1?
Enunciado 3590265-2
 

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2300513 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Com base na Figura 3 abaixo, se o usuário digitar no endereço de célula A6 o seguinte: =SOMA(A4:D4;B1:D1) e, logo após, pressionar a tecla Enter do teclado, que valor conterá em A6?
Enunciado 3590264-1
 

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2300512 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Com base na Figura 1 abaixo, se o usuário digitar no endereço de célula A2 o seguinte: =FATORIAL(A1) e, logo após, pressionar a tecla Enter do teclado, que valor conterá em A2?
Enunciado 3590262-1
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Analise as seguintes assertivas sobre o conteúdo do texto:
I. Se considerarmos a população dos Estados Unidos como parâmetro, é fato que dinheiro não traz saúde nem felicidade.
II. O número de suicídios e de mortes por overdose, entre os negros, diminuiu nos Estados Unidos.
III. A desigualdade social nos Estados Unidos é uma das causas, segundo o autor do texto, da queda da expectativa de vida nesse país.
IV. Tendo em vista o fato de os Estados Unidos investirem altas cifras em saúde, sua população deveria ter uma expectativa de vida mais elevada.
Quais constituem inferências possíveis a partir da leitura do texto?
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Nos segmentos “as cidades privilegiam o automóvel” e “os salários da classe média estagnaram”, aparecem as seguintes figuras de linguagem, respectivamente:
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias,!$ ^{A)} !$ a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde:!$ ^{B,C)} !$ pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960,!$ ^{D)} !$ tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998,!$ ^{D)} !$ a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE.!$ ^{E)} !$ Hoje,!$ ^{D)} !$ a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta afirmação INCORRETA acerca do emprego de sinais de pontuação no texto.
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa em que se faz a correta passagem do período a seguir, retirado do texto, para a voz passiva analítica.
“Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares.”
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas!$ ^{I)} !$ ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem!$ ^{II)} !$ esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens!$ ^{III)} !$ econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso!$ ^{IV)} !$ a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as seguintes sugestões de substituição de elementos do texto.
I. ligadas por relacionadas.
II. atribuem por imputam.
III. enfrentar desvantagens por luta contra as desvantagens.
IV. acesso por acessar.
Quais delas determinariam mudanças estruturais no texto?
 

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Questão presente nas seguintes provas
Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960, tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998, a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
As alternativas a seguir apresentam sinônimos possíveis para “colapso” e “resiliência”, considerando o contexto em que tais palavras se encontram, EXCETO:
 

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Dinheiro e saúde
Dráuzio Varela
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias , a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde : pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. Em 1960 , tal expectativa era a mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cesta de 35 países, entre os quais, os mais ricos e desenvolvidos. Em 1998 , a expectativa de vida no país ficou para trás da média da OCDE . Hoje , a diferença já é de 1,6 anos: 78,7 anos ante 80,3 anos na OCDE.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos salutar do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma preferir alimentos altamente calóricos aos mais saudáveis, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, por Steven Woolf e Laudan Aron, os autores consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. Ao contrário, entre os negros, o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem esse fenômeno à maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram, e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. Os Estados Unidos investem em saúde 17% de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/saude-e-dinheiro (Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Sobre o emprego de acento gráfico em vocábulos do texto, foram feitas as seguintes considerações:
I. País e países recebem acento gráfico em função de regras diferentes.
II. Análise, álcool e econômicas recebem acento gráfico em função da mesma regra.
III. Assistência, suicídios e média pertencem ao mesmo grupo de palavras em relação à regra de acentuação gráfica.
IV. A diferença de acentuação tônica, em país e pais, determina que um vocábulo receba acento gráfico, e o outro, não.
Quais estão corretas?
 

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