Foram encontradas 160 questões.
Uma caixa de formato cúbico, com aresta interna medindo exatamente 120 centímetros, foi utilizada para armazenar pequenos paralelepípedos de isopor. Cada um desses paralelepípedos possui comprimento de 12 centímetros, largura de 6 centímetros e altura de 3 centímetros. A partir dessas informações, quantos paralelepípedos cabem, no máximo, dentro da caixa para armazenamento?
Provas
A depender da quantidade de letras que formam uma palavra, assim como a existência ou não de letras que se repetem, diferentes quantidades de anagramas podem ser obtidos a partir delas. Nesse sentido, quantos dos seguintes itens trazem palavras com 6 letras geram 720 anagramas? I. CANELA; II. TROFÉU; III. LÍNGUA; IV. LIVROS; V. ARARAS.
Provas
Sejam as duas funções consideradas quadráticas a seguir:
f(x) = x² + x - 15,75
g(y) = - 4y² - 3y + 1
Considerando as características que envolvem as funções destacadas, analise o que está sendo afirmado nas alternativas que seguem e assinale a que apresenta informação INCORRETA.
Provas
Observe a matriz a seguir representada, considerando nove elementos distribuídos em três linhas e três colunas:

Ocorre uma rotação entre os termos dentro da matriz, exceto o termo central, localizado na segunda linha e segunda coluna: o termo localizado na primeira linha e primeira coluna passa a ocupar o lugar do termo localizado na primeira linha e segunda coluna, que passa a ocupar o lugar do termo localizado na primeira linha e terceira coluna, que passa a ocupar o lugar do termo localizado na segunda linha e terceira coluna, e assim, sucessivamente, rotacionando os termos ao redor do central no sentido horário, até que o termo localizado na segunda linha e primeira coluna ocupe o lugar do termo que estava localizado na primeira linha e primeira coluna. Após essa rotação, o que ocorre com o determinante da matriz, em comparação ao determinante dela antes da rotação?
Provas
Considere uma sequência de números que se comporta como uma progressão e analise as assertivas que seguem.
I. Caso se trate de uma progressão aritmética, necessariamente a diferença entre o octogésimo primeiro e o trigésimo sétimo termos deve ser igual à diferença entre o nonagésimo nono e quinquagésimo quinto termos.
II. Quando a divisão do nono termo pelo sétimo termo é igual ao quadrado da divisão do terceiro termo pelo segundo termo, não se pode afirmar se tratar de uma progressão geométrica.
III. A soma dos dez primeiros termos de uma progressão aritmética que tem o número 325 como o septuagésimo quinto termo e o número 429 como o centésimo primeiro termo, é igual a 470.
Estão CORRETAS:
Provas
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Provas
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Brunópolis-SC
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Ao longo do poema, o autor explora a fusão entre corpo, espaço e imaginação, criando uma experiência estética marcada pela sinestesia e pelo simbolismo. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A alcova é apresentada como um espaço simbólico em que sensações físicas e estados psíquicos se confundem, dissolvendo os limites entre sujeito e ambiente.
II. O uso recorrente de termos ligados ao torpor, à lentidão e à imobilidade sugere negação do desejo e recusa da experiência sensorial.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Provas
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Brunópolis-SC
TEXTO PARA AS QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Provas
Caderno Container