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A Epidemiologia é definida como o estudo da distribuição e dos determinantes das doenças ou condições relacionadas à saúde em populações específicas. A epidemiologia nutricional se preocupa em estudar as exposições e as alterações alimentares e nutricionais relacionadas à ocorrência de doenças.
Analise as afirmativas abaixo no que diz respeito à epidemiologia nutricional.
1. A epidemiologia nutricional articula-se com os serviços de saúde à medida que se utiliza do conhecimento produzido, a partir da análise de indicadores da situação alimentar e nutricional da população, explorados tanto na prática profissional como em pesquisas científicas, para orientar o setor saúde, subsidiando a elaboração de ações, programas e políticas públicas.
2. A epidemiologia nutricional teve seu marco pioneiro com a investigação sobre o escorbuto e o consumo de alimentos fontes de vitamina B1.
3. A epidemiologia nutricional não considera os fatores genéticos na avaliação dos riscos nutricionais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Entre as alterações que costumam ocorrer nas refeições destinadas aos pacientes hospitalizados, estão aquelas de natureza física, que são caracterizadas pela alteração na consistência da alimentação.
Com relação às modificações de dietas hospitalares, é correto o que se afirma em:
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A parada cardiorrespiratória (PCR) exige identificação precoce e correta condução para aumentar a sobrevida do paciente.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
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Qual o significado do símbolo ilustrado acima?
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Sobre a Participação e Controle Social, é correto afirmar:
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Sobre os indicadores de saúde, é correto afirmar:
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A classificação das doenças periodontais é útil para ajudar no estabelecimento do diagnóstico, determinar o prognóstico e facilitar o plano de tratamento. Diferentes classificações das doenças periodontais utilizadas ao longo dos anos foram substituídas assim que novos conhecimentos melhoraram nossa compreensão diante da etiologia e da patologia das doenças do periodonto.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre a classificação das doenças e condições que afetam o periodonto.
( ) Os fatores sistêmicos que contribuem para a gengivite, como alterações endócrinas associadas à puberdade, ciclo menstrual, gravidez e diabetes, podem ser exacerbados devido a alterações na resposta inflamatória gengival à presença da placa.
( ) A periodontite é definida como “uma doença inflamatória dos tecidos de suporte dos dentes, causada por microrganismos específicos ou grupos de microrganismos específicos, resultando em uma destruição progressiva do ligamento periodontal e osso alveolar, com formação de bolsa, retração ou ambas.” A característica clínica que distingue a periodontite da gengivite é a ausência de perda de inserção clinicamente detectável.
( ) A periodontite agressiva difere da forma crônica primeiramente pela rápida taxa de progressão da doença observada da mesma forma em indivíduos saudáveis, ausência de grandes acúmulos de placa e cálculo, e história familiar de doença agressiva sugestiva de um traço genético.
( ) O abscesso periodontal é uma infecção purulenta localizada dos tecidos periodontais e classificada pelo seu tecido de origem.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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- Higiene e Vigilância Sanitária
- Administração dos Serviços de AlimentaçãoBoas Práticas de Produção e de Produção de Serviço
A RDC nº 216 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária é o Regulamento Técnico de boas práticas para serviços de alimentação. Essa RDC foi aprovada pela ANVISA com o objetivo de aperfeiçoamento constante das ações de controle sanitário na área de alimentos, visando sempre a proteção à saúde da população.
Assinale a alternativa que indica corretamente critérios que devem ser observados de acordo com a RCA.
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Assinale a alternativa correta.
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Texto 1
Sérgio Augusto, 14/01/2024, O Estado de S. Paulo
https://www.estadao.com.br/cultura/sergio-augusto/nao-sao-muitos-os-jogadores-de-futebol-chegados-a-livros-mas-eles-existem/
Não são muitos os jogadores de
futebol chegados a livros, mas eles existem
Desconfio que foi a propósito de Franz Beckenbauer e seu jeito sobranceiro de jogar, sempre de cabeça erguida, que ouvi ou li pela primeira vez esta observação: “Ele nem sabe qual a cor da grama”.
Outros, geralmente volantes e meio-campistas, como Didi, Falcão e Ademir da Guia, também fizeram por merecê-la, mas é quase unânime a certeza de que, no futebol das últimas décadas, o kaiser do Bayern e da seleção alemã, zagueiro de ofício, reinou absoluto no quesito elegância.

Franz Beckenbauer foi campeão da Copa do Mundo de 1974 jogando pela Alemanha Ocidental Foto: AFP
Craque dentro e fora do campo, inclusive como cartola, Beckenbauer teve participação decisiva até na entrada do primeiro negro no escrete teutônico, Erwin Kostedde. Atletas e dirigentes racistas opuseram-lhe resistência; Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los.
Gerd Wenzel, o jornalista que, entre nós, mais de perto acompanha o futebol alemão, revelou há dias quão determinante foi a mãe de Beckenbauer para a formação ética e moral do jogador. Se influenciou o filho intelectualmente, não sei. Mas é fato que ele adorava livros. Armando Nogueira me contou tê-lo surpreendido lendo Shakespeare na concentração dos alemães na Copa de 1974.
Não são muitos os jogadores de futebol chegados a livros e muito menos versados em escrevê-los, mas eles existem. Nenhum deles, por certo, ambiciona emular Camus, goleiro do Racing Universitário da Argélia quase cem anos atrás, e ainda estou para conhecer quem, dos nossos, além do Tostão, possa ser tranquilamente identificado como intelectual.
Até nessa disputa, os argentinos levam a melhor sobre a gente.
O atacante e depois técnico argentino César Luís Menotti, campeão do mundo de 1978, sabe de cor trechos inteiros da prosa de Ernesto Sábato. O atacante Jorge Valdano, um dos hermanos que fizeram história no Real Madrid e também virou técnico e comentarista esportivo, lê muita poesia e, por conta dos livros de contos que escreveu e editou, ganhou o epíteto de “filósofo do futebol”.
Pelo que depreendi das crônicas de Enrique Vila-Matas no El País, os espanhóis, notadamente os bascos e catalães, convivem sem apertos com a fauna futebolística, compartilhando as mesmas mesas de bares e restaurantes e as mesmas conversas. Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.
Qual uma dupla de adolescentes, o catalão Vila-Matas e seu colega basco Bernardo Atxaga disputam entre si quem tem mais amigos de chuteiras. Juntos já abordaram em público vários boleiros cujos interesses se estendem além dos gramados, como o goleiro Zubizarreta e o extrema Ernesto Valverde. Conheceram ambos numa feira literária em Valência. Como? Autografando livros – de sua própria lavra.
Assinale a afirmativa correta sobre o texto 1.
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