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Analise as palavras a seguir quanto à realização
sonora. Assinale a alternativa em que ocorre
dígrafo.
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Dentre as palavras a seguir, aquela que é
paroxítona é:
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Analise as sentenças a seguir e assinale a
alternativa em que se verifica desvio gramatical
na(s) forma(s) verbal(is) empregada(s).
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Analise as sentenças a seguir e assinale aquela
em que deveria haver o emprego do acento
indicativo de crase.
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Considere as sentenças a seguir:
I. A menina, filha única do casal, tem parecido muito deprimida e solitária.
II. Desde o desaparecimento do cãozinho, a família tenta ser mais unida.
III. A escola não será mais a mesma sem você, meu amigo.
Nas sentenças dadas, o emprego da vírgula introduz um aposto apenas em:
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
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