Foram encontradas 1.085 questões.
A média aritmética simples das idades dos 10
alunos de uma turma é 25 anos. Se excluirmos
o mais velho e o mais novo da turma, a nova
média continua sendo 25 anos. Sabendo-se que
a diferença entre as idades do mais velho e do
mais novo é 10 anos, qual a idade do mais
novo?
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Sabe-se que 50% das questões de uma
determinada prova de vestibular são referentes
ao conteúdo de português, 25% são de
matemática e os outros 25% são de inglês. Um
candidato acertou 80% da prova de português,
70% da prova de matemática, e 60% da prova
de inglês. Quantos por cento das questões totais
do exame o candidato acertou?
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Analise as sentenças a seguir e assinale a
alternativa em que se verifica voz verbal
passiva analítica.
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Analise as sentenças a seguir quanto ao
emprego das expressões “porque”, “por que”,
“por quê” e “porquê”. Assinale a alternativa
em que não ocorre desvio quanto ao uso dessas
expressões.
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Analise as palavras a seguir quanto ao emprego
do hífen e assinale a alternativa em que se
verifica o uso correto desse sinal gráfico.
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Considere o excerto a seguir, retirado da
página Wikipedia sobre cães, para
responder à questão:
“O cão, no Brasil também chamado de
cachorro, é um mamífero carnívoro da família
dos canídeos, subespécie do lobo, e talvez o
mais antigo animal domesticado pelo ser
humano.”
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Considere o excerto a seguir, retirado da
página Wikipedia sobre cães, para
responder à questão:
“O cão, no Brasil também chamado de
cachorro, é um mamífero carnívoro da família
dos canídeos, subespécie do lobo, e talvez o
mais antigo animal domesticado pelo ser
humano.”
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Leia o texto para responder à questão.
Bobagem
Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.
— Alô?
— Alô. Sou eu.
— Eu quem?
— Eu, pô.
O outro fez silêncio. Depois disse:
— Ah. É você.
— Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?
— Obrigado.
— Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...
— Feliz Ano-Novo pra você também.
— Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.
— Eu também não lembro.
— Então, grande. Como vai Vivinha?
— Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...
Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.
— A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.
Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.
Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
I. Eu nem me lembro mais por que nós brigamos.
II. Juro que não lembro.
III. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.
Nas sentenças dadas, a palavra “que” ocorre como pronome relativo apenas em:
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Leia o texto para responder à questão.
Bobagem
Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.
— Alô?
— Alô. Sou eu.
— Eu quem?
— Eu, pô.
O outro fez silêncio. Depois disse:
— Ah. É você.
— Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?
— Obrigado.
— Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...
— Feliz Ano-Novo pra você também.
— Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.
— Eu também não lembro.
— Então, grande. Como vai Vivinha?
— Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...
Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.
— A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.
Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.
Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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Leia o texto para responder à questão.
Bobagem
Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.
— Alô?
— Alô. Sou eu.
— Eu quem?
— Eu, pô.
O outro fez silêncio. Depois disse:
— Ah. É você.
— Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?
— Obrigado.
— Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...
— Feliz Ano-Novo pra você também.
— Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.
— Eu também não lembro.
— Então, grande. Como vai Vivinha?
— Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...
Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.
— A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.
Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.
Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
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