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Foram encontradas 200 questões.

2252386 Ano: 2018
Disciplina: Serviço Social
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Analise atentamente as charges e o enunciado apresentado abaixo:

Enunciado 2857834-1

Fonte: <http://www.sindipublicos.com.br/a-lc-8362016-e-os-reflexos-no-fundo-previdenciario-dos-servidores/>. Acesso em: 10 out. 2018.

Mesmo no contexto de crises financeiras e de uma conjuntura internacional adversa, tem-se o processo de redemocratização do Brasil, a institucionalização da Seguridade Social e a luta por direitos sociais, necessários para o respeito da dignidade humana e para a promoção de melhores condições de vida para a população brasileira, entre as conquistas e defesas que “marcam” a década de 1980 (após a vigência da Ditadura Militar). Por sua vez, a década de 1990, que também é uma referência histórica de aprovação de várias legislações protetivas, também é marco para a emergência de vários movimentos de reforma e contrarreformas. Conhecendo esses fundamentos sócio-históricos, é possível reconhecer, desde então, a prevalência dos ditames neoliberais que, mais do que nunca, ameaçam e comprometem a garantia de direitos sociais e trabalhistas historicamente conquistados nesse país. Ao analisar as charges acima apresentadas, correlacionando-as com esse cenário nacional, que não está descolado da dinâmica internacional, mas é direcionado pela égide do capital financeiro, é possível afirmar que, EXCETO

 

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Qual o valor do montante que teremos após 6 meses, se aplicarmos R$12000,00 a juros simples de 2,5% ao mês?

 

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2252384 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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O Ministério da Saúde disponibiliza, no Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra coqueluche para gestantes. A partir de novembro de 2017, as gestantes passaram a ter à disposição a vacina acelular contra difteria, tétano e coqueluche (dTpa), no Calendário Nacional de Vacinação pelo SUS. Aquelas que não puderam ser vacinadas no período pré-natal devem receber uma dose de dTpa

 

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2252383 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Study: girls read and write better than boys

Girls are better at reading and writing than boys as early as fourth grade, according to a study, and the gap continues to widen until senior year.

Scientists generally agree that boys and girls are psychologically more alike than they are different. But reading seems to be an exception, with growing evidence suggesting a similar pattern in writing. The study, published in the journal American Psychologist, provided further evidence to support this view.

David Reilly, lead author of the study and a doctoral student at Griffith University in Queensland, Australia, said the study questioned the commonly held belief that boys and girls start grade school with the same cognitive abilities.

"It appears that the gender gap for writing tasks has been greatly underestimated, and that despite our best efforts with changes in teaching methods does not appear to be reducing over time," he said.

Enunciado 2851078-1

Factors explaining the results could include learning difficulties being more prevalent among boys; the pressure to conform to masculine ideals and the idea of reading and language being feminine; and slight differences in how boys and girls use their brain hemispheres, the authors believe.

To investigate how literacy levels differed between boys and girls in the U.S., the team at Griffith University studied data collected over three decades in the National Assessment of Educational Progress. This database of test scores on over 3.9 million students in the fourth, eighth, and 12th. grades broke down national and state performances in a range of subjects, and considered such variables such as disabilities or whether children were English learners. Reading and writing was measured according to children’s understanding of a range of different passages and genres, for instance reports, poetry and essays.

Overall, girls were found to perform significantly better in reading and writing tests by fourth grade when compared with boys of the same age. As children progressed to eighth and 12th grades, girls continued to overtake boys, but the difference was more pronounced in writing than reading.

But what caused this divergence in abilities? Evidence suggests behavioral problems, such as being disruptive in class or being aggressive could be linked to neurological conditions, the authors wrote. What is known as lateralization, or the tendency for some functions to occur on one side of the brain, could also play a role. Boys are believed to use one hemisphere when reading or writing, while girls appear to use both.

The data did not, however, provide evidence to argue in favor of the two genders having different learning styles, and therefore the research should not be used promote single-sex schooling.

Keith Topping, a professor of educational and social research at the University of Dundee, told Newsweek while the study’s findings on reading were not particularly surprising, he explained: “what is new is the information about writing. This is not entirely surprising, as better readers make better writers. But the gap in writing is wider than the gap in reading, so clearly something else is going on as well.” [...]

GANDER, Kashmira. Study: girls read and write better than boys. Source: <https://www.newsweek.com/american-girls-read-andwrite- better-boys-1130451>. Access on: sept. 22nd, 2018.

Considering the sentence “But the gap in writing is wider than the gap in reading, so clearly something else is going on as well.” (lines 30-31), its CORRECT negative form is:

 

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2252382 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Treze homens e sete mulheres participaram de um torneio de xadrez. Durante esse torneio, 80% de todos os participantes tiveram uma intoxicação alimentar. No mínimo, quantas mulheres tiveram essa intoxicação?

 

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2252381 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Analise as alternativas abaixo sobre os membros do grupo familiar, sua estrutura e relacione os conceitos a suas definições:

I - Família nuclear. ( ) Formada por um progenitor e os descendentes

II - Família extensa. ( ) Formada pelo casal e pelos filhos não adultos.

III - Família monoparental. ( ) Refere-se aos lares em que convivem mais de um núcleo conjugal.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:

 

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2252380 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Segundo Veiga (2006), o projeto político-pedagógico da escola e a gestão democrática trazem, intencionalmente, em seus termos a articulação e o significado postulados para a construção dos marcos da educação de qualidade. Acerca do projeto político-pedagógico, é CORRETO afirmar:

 

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Entre tempos

O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.

Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.

A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.

Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.

Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.

(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)

De acordo com as ideias apresentadas pelo autor, pode-se inferir que o título “Entre tempos” refere-se ao

 

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Entre tempos

O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.

Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.

A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.

Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.

Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um diaD, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.

(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)

Lucas Tauil, autor do texto, é um velejador. No decorrer do texto, constrói metáforas, associando o navegar com o viver. Assinale a alternativa em que NÃO se verifica o uso dessa estratégia discursiva.

 

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2252377 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Na formação do licenciado em História, é fundamental empreender uma discussão acerca dos paradigmas e correntes que se formaram ao longo do tempo, na construção de aspectos teóricos que sustentem a História. Um importante paradigma historiográfico que surge no século XIX e que se estende até os dias de hoje como um âmbito teórico em permanente discussão é o(a)

 

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