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A distribuição e a abundância das espécies podem ser determinadas por um fator biótico como:
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Relacione a primeira coluna à segunda, conforme os pressupostos teóricos do PMK:
I – Teoria Motriz da Consciência.
II – Tônus Muscular.
III – Princípio da Dissociação Miocinética.
( ) É equivalente ao nível de tensão muscular que indica sempre uma polaridade entre dois extremos: entre a contração e o relaxamento.
( ) Essa hipótese mostra que existem diferenças estruturais entre os dois hemisférios cerebrais e que tais diferenças, de natureza não apenas orgânicas, morfológicas ou anatômicas, são determinantes e independentes na constituição psíquica do indivíduo.
( ) Postula que toda intenção, ou propósito de reação, é acompanhada de uma modificação do tônus postural, que tende a favorecer os movimentos, a fim de se obterem os objetivos e se inibirem os movimentos contrários (tensão e reação).
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
A definição de Parâmetros Curriculares Nacionais para os anos finais do ensino fundamental pode ser entendida como um passo importante no sentido de tornar a prática educativa mais eficiente e eficaz. No atual contexto político, social e educacional, é atribuído ao ensino da História o papel de
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Com os algarismos 1, 2, 4, 5 e 8 construímos todos os números de três algarismos distintos. A soma de todos esses números é igual a
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Ao escalar uma trilha de montanha, um alpinista percorre 486 metros na primeira hora e, a cada hora após a primeira, percorre !$ \dfrac{1}{3} !$ do que percorreu na hora precedente. O tempo, em horas, necessário para completar um percurso de 728 metros é igual a
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A articulação do joelho dá estabilidade e mobilidade ao membro inferior de forma que permite mover o corpo. Junto com o quadril e o tornozelo, ela suporta o corpo quando o indivíduo está em pé e é uma unidade funcional primária para as atividades de andar, subir e sentar. Sobre a articulação do joelho, sua biomecânica e estruturas anatômicas, marque a alternativa CORRETA.
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MOBILIDADE URBANA
Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.
Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.
Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.
Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.
Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]
VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.
A partir do texto, podemos considerar possibilidades de melhora da mobilidade urbana, EXCETO
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
Analise o excerto a seguir:
“Artigo 8.° - Para realizar atendimento não eventual de criança, adolescente ou interdito, o psicólogo deverá obter autorização [...]”
Marque a alternativa que NÃO contempla a conduta a ser adotada, mediante a situação analisada:
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São alterações sistêmicas que podem alterar a progressão da doença periodontal, EXCETO
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
Study: girls read and write better than boys
Girls are better at reading and writing than boys as early as fourth grade, according to a study, and the gap continues to widen until senior year.
Scientists generally agree that boys and girls are psychologically more alike than they are different. But reading seems to be an exception, with growing evidence suggesting a similar pattern in writing. The study, published in the journal American Psychologist, provided further evidence to support this view.
David Reilly, lead author of the study and a doctoral student at Griffith University in Queensland, Australia, said the study questioned the commonly held belief that boys and girls start grade school with the same cognitive abilities.
"It appears that the gender gap for writing tasks has been greatly underestimated, and that despite our best efforts with changes in teaching methods does not appear to be reducing over time," he said.

Factors explaining the results could include learning difficulties being more prevalent among boys; the pressure to conform to masculine ideals and the idea of reading and language being feminine; and slight differences in how boys and girls use their brain hemispheres, the authors believe.
To investigate how literacy levels differed between boys and girls in the U.S., the team at Griffith University studied data collected over three decades in the National Assessment of Educational Progress. This database of test scores on over 3.9 million students in the fourth, eighth, and 12th. grades broke down national and state performances in a range of subjects, and considered such variables such as disabilities or whether children were English learners. Reading and writing was measured according to children’s understanding of a range of different passages and genres, for instance reports, poetry and essays.
Overall, girls were found to perform significantly better in reading and writing tests by fourth grade when compared with boys of the same age. As children progressed to eighth and 12th grades, girls continued to overtake boys, but the difference was more pronounced in writing than reading.
But what caused this divergence in abilities? Evidence suggests behavioral problems, such as being disruptive in class or being aggressive could be linked to neurological conditions, the authors wrote. What is known as lateralization, or the tendency for some functions to occur on one side of the brain, could also play a role. Boys are believed to use one hemisphere when reading or writing, while girls appear to use both.
The data did not, however, provide evidence to argue in favor of the two genders having different learning styles, and therefore the research should not be used promote single-sex schooling.
Keith Topping, a professor of educational and social research at the University of Dundee, told Newsweek while the study’s findings on reading were not particularly surprising, he explained: “what is new is the information about writing. This is not entirely surprising, as better readers make better writers. But the gap in writing is wider than the gap in reading, so clearly something else is going on as well.” [...]
GANDER, Kashmira. Study: girls read and write better than boys. Source: <https://www.newsweek.com/american-girls-read-andwrite- better-boys-1130451>. Access on: sept. 22nd, 2018.
In the sentence “Boys are believed to use one hemisphere when reading or writing, while girls appear to use both.” (lines 24-25), the word “both” refers to
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