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Foram encontradas 200 questões.

2252396 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Sobre as estruturas anatômicas e funcionais do sistema respiratório, podemos afirmar:

 

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2252395 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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A antropometria é importante para estimar as prevalências e a gravidade de alterações nutricionais. As medidas antropométricas mais utilizadas para avaliar e monitorar o estado nutricional das crianças são:

 

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2252394 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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MOBILIDADE URBANA

Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.

Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.

Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.

Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.

Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]

VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.

Das palavras abaixo, a única que NÃO é formada pelo processo de formação de palavras denominado sufixação é

 

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2252393 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Os problemas relacionados à pressão arterial acabam dando origem a uma série de outros males. Qual das situações clínicas abaixo NÃO é consequência direta da hipertensão arterial:

 

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2252392 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Study: girls read and write better than boys

Girls are better at reading and writing than boys as early as fourth grade, according to a study, and the gap continues to widen until senior year.

Scientists generally agree that boys and girls are psychologically more alike than they are different. But reading seems to be an exception, with growing evidence suggesting a similar pattern in writing. The study, published in the journal American Psychologist, provided further evidence to support this view.

David Reilly, lead author of the study and a doctoral student at Griffith University in Queensland, Australia, said the study questioned the commonly held belief that boys and girls start grade school with the same cognitive abilities.

"It appears that the gender gap for writing tasks has been greatly underestimated, and that despite our best efforts with changes in teaching methods does not appear to be reducing over time," he said.

Enunciado 2877144-1

Factors explaining the results could include learning difficulties being more prevalent among boys; the pressure to conform to masculine ideals and the idea of reading and language being feminine; and slight differences in how boys and girls use their brain hemispheres, the authors believe.

To investigate how literacy levels differed between boys and girls in the U.S., the team at Griffith University studied data collected over three decades in the National Assessment of Educational Progress. This database of test scores on over 3.9 million students in the fourth, eighth, and 12th. grades broke down national and state performances in a range of subjects, and considered such variables such as disabilities or whether children were English learners. Reading and writing was measured according to children’s understanding of a range of different passages and genres, for instance reports, poetry and essays.

Overall, girls were found to perform significantly better in reading and writing tests by fourth grade when compared with boys of the same age. As children progressed to eighth and 12th grades, girls continued to overtake boys, but the difference was more pronounced in writing than reading.

But what caused this divergence in abilities? Evidence suggests behavioral problems, such as being disruptive in class or being aggressive could be linked to neurological conditions, the authors wrote. What is known as lateralization, or the tendency for some functions to occur on one side of the brain, could also play a role. Boys are believed to use one hemisphere when reading or writing, while girls appear to use both.

The data did not, however, provide evidence to argue in favor of the two genders having different learning styles, and therefore the research should not be used promote single-sex schooling.

Keith Topping, a professor of educational and social research at the University of Dundee, told Newsweek while the study’s findings on reading were not particularly surprising, he explained: “what is new is the information about writing. This is not entirely surprising, as better readers make better writers. But the gap in writing is wider than the gap in reading, so clearly something else is going on as well.” [...]

GANDER, Kashmira. Study: girls read and write better than boys. Source: <https://www.newsweek.com/american-girls-read-andwrite- better-boys-1130451>. Access on: sept. 22nd, 2018.

According to the text, it is CORRECT to state that:

 

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2252391 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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A Portaria n.º 958/2016 ,do Ministério da Saúde, publicada no dia 10 de maio 2016, altera a composição das Equipes de Atenção Básica. Nos elementos conceituais da Estratégia de Saúde da Família, a Equipe de Saúde da Família que atua com um médico generalista ou de família, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e quatro a seis agentes comunitários de saúde define uma:

 

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Entre tempos

O tempo e o medo, esses meus dois velhos conhecidos acordaram comigo no dia de hoje. Antes de fazer a barba, notei, ao me olhar no banheiro, o tempo estampado nas linhas fundas, marcas provenientes dos sorrisos e das alegrias que vivi, mas também das mágoas que colecionei ao longo da jornada. Percebo ali, desenhada em vidro e luz, a presença sólida daquilo que já foi. Já o medo veio comigo da cama. Ali no mesmo espelho enxergo o passado e, nas sombras refletidas, o medo do porvir, do não vir a ser. Percebo que esse sentimento, o medo, está sempre mais adiante, ali na frente à espreita.

Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora. Encontro, então, uma brecha para me aquecer entre as frias nuvens do outono. E recebo cada raio de luz como uma bênção. Presente entre minhas sombras e a luz do Sol, saboreio o calor daquele momento.

A escolha de não correr das emoções ou desviar a atenção abre espaço para o inusitado. Como quem não quer nada, me familiarizo com o claro e o escuro do agora. Encontro um eu bastardo, desconhecido por ser sempre escorraçado quando se apresenta. Sem pressa de julgar ou reagir, percebo e observo pensamentos, desejos sentimentos com cada um de meus sentidos. Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo muito maior. Fazer parte me dá, então, chão. E isso acontece mesmo quando estou navegando em pleno oceano.

Estar com o que é, não apenas com o que me agrada, cria reconhecimento e clareza de onde estou. Nos meus anos de vela e mar aprendi que para traçar uma rota não basta o destino, é preciso ter clareza também do ponto de partida. Assim recebo a mim mesmo, com minhas dores e alegrias, o que gosto e o que é duro de ver. Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo. Com as linhas se aprofundando em minha face, os ciclos são reconhecidos mais facilmente, com os velhos mestres aprendo a tomar os dias de chuva como quem pede e, mesmo no meio do nevoeiro, levo o barco devagar e atravesso as águas.

Mais tolerante sobre quais são as minhas limitações, vou tecendo pequenos atos para cuidar mais de mim mesmo. Antes de dormir, percebo que a cama permanece desarrumada, me lembrando do dia atribulado que tive. Troco os lençóis. Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, finalmente, ancorado no agora.

(FREITAS, Lucas Tauil. Entre tempos. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 54.)

Considere o trecho: “Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo.” (Linhas 20-21) Sobre a organização morfossintática do trecho, é correto afirmar, EXCETO

 

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2252389 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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O repouso no leito é a causa primária de trombose pós-operatória aguda nas veias profundas das pernas. O risco de trombose pode ser minimizado por:

 

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Infelizmente, no dia 2 de novembro de 2018, após completar seus 200 anos, o Museu Nacional foi atingido por um incêndio de proporções ainda incalculáveis. As exposições do Museu Nacional estão, assim, fechadas ao público por tempo indeterminado, já que o incêndio destruiu grande parte das coleções. [...] O prédio anexo ao Museu e o Horto Botânico não foram atingidos, garantindo a preservação da coleção de invertebrados, laboratório de conservação e restauração, coleção do herbário, biblioteca central e a maior parte da coleção de vertebrados. [...]

Fonte: MUSEU NACIONAL. Nota ao público. Disponível em: <http://www.museunacional.ufrj.br/destaques/notaimprensa.html>. Acesso em: 9 set. 2018. Adaptado.

Após completar 200 anos, o Museu Nacional sofreu um(a)

 

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2252387 Ano: 2018
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Análises sobre a população brasileira, realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o número de idosos desse país cresceu 18% (4,8 milhões) num intervalo de 5 anos. Estima-se que, em 2017, um total de 30,2 milhões de idosos viviam no Brasil. Entre essas pessoas com mais de 60 anos, estão mulheres (enquanto maioria expressiva, 16,9 milhões) e homens (13,3 milhões). Entretanto, apesar do crescimento populacional e do aumento da expectativa de vida, as ações políticas para a promoção de melhores condições de vida para esse segmento populacional não acompanharam tais mudanças. Entre os atuais desafios, destaca-se a necessidade de efetivação de algumas previsões na Lei nº 8.842, aprovada em 4 de janeiro de 1994, que, entre as garantias, prevê direitos importantes, EXCETO

 

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