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MOBILIDADE URBANA
Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.
Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.
Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.
Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.
Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]
VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.
A palavra “opção” presente nas linhas 11, 13 e 22 significa, EXCETO
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O ciclo acima se refere à possível disseminação de uma doença conhecida como:
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Na análise da qualidade nutricional da alimentação e da programação de dietas, considera-se o atendimento às necessidades de nutrientes e energia, determinadas de acordo com as características de sexo, estágio de vida, atividade física e medidas corporais de indivíduos saudáveis. Tanto para a avaliação da dieta como para sua prescrição, são estabelecidos valores de referência para ingestão de nutrientes. Em relação às recomendações nutricionais, pode-se afirmar que o Limite Superior Tolerável de Ingestão (UL) define-se por ser:
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O Rorschach é capaz de fornecer subsídios para avaliarmos a estrutura de personalidade do indivíduo e seus psicodinamismos. Considerando esse assunto, analise as afirmativas abaixo e marque V, para as verdadeiras e F, para as falsas.
( ) Através da técnica de Rorschach, podemos avaliar os traços de personalidade do indivíduo, o funcionamento de suas condições intelectuais, o nível de ansiedade básica e situacional, a depressão, as suas condições afetivas e emocionais.
( ) Esse teste fornece-nos condições para verificar como está a pessoa quanto ao controle geral, quanto à capacidade para suportar frustrações e conflitos, quanto à adaptação ao trabalho e ao ajustamento e integração humanos.
( ) Impulsos, instintos, reações emocionais e nível de aspiração são outros elementos psicodinâmicos avaliáveis através do Rorschach.
( ) Instrumento capaz de auxiliar o examinador no diagnóstico de interferência neurológica e com perturbações, menos com desvio de conduta.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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O caminho de volta
Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos
Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.
Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.
Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisasC". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.
Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.
Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.
(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que se verifica o uso informal da regência verbal.
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MOBILIDADE URBANA
Um tema que reaparece na mídia, especialmente na época das eleições, é a mobilidade urbana, que tem sido um dos grandes desafios para as cidades brasileiras e do mundo.
Por mobilidade urbana entendemos toda forma de locomoção dentro dos centros urbanos, incluindo aí a preocupação com a eficácia dos meios de transporte públicos, o grau de participação dos meios particulares de transporte, a acessibilidade das vias públicas e dos transportes para os portadores de necessidade especiais (rampas e elevadores para cadeirantes, piso tátil para deficientes visuais etc.), custos econômicos e ambientais dos transportes urbanos, entre outros. Em suma, todo o deslocamento de pessoas e de cargas no espaço urbano está incluso na questão da mobilidade urbana.
Muitos fatores interferem na mobilidade urbana: qualidade e eficiência dos transportes públicos, priorização de um modelo rodoviarista (com forte ênfase no uso de ônibus urbanos e carros, enquanto se mantêm uma malha ferroviária e metroviária demasiadamente escassa e um potencial hidroviário raramente explorado) ou a opção por estradas de ferro, impacto ambiental dos transportes adotados, viabilidade do uso de meios alternativos de transportes através da construção de ciclovias e ciclofaixas, opção por combustíveis que causem menos danos ambientais, entre outros.
Atualmente, uma das grandes polêmicas envolvendo a mobilidade urbana está acompanhando o surgimento dos aplicativos de transporte executivo, tais como Uber, Cabify e outros, que concorrem não apenas com os táxis, mas em função do seu custo reduzido, por vezes disputam com os próprios transportes públicos quando os mesmos são caros e ineficientes.
Iniciativas como o Dia Mundial sem Carros buscam conscientizar as pessoas sobre os impactos negativos do uso excessivo de carros particulares tanto para o meio ambiente quanto para a mobilidade urbana (aumentando os engarrafamentos, a escassez de vagas para estacionamento etc.) em oposição ao uso de meios de transporte alternativos como bicicletas e também a opção pelos transportes coletivos (ônibus, trens, metrôs, barcas). [...]
VASCONCELLOS, Morôni Azevedo de. Mobilidade urbana. Adaptado. Disponível em: <https://www.infoescola.com/transporte/mobilidade-urbana/>. Acesso em: 10 out. 2018.
A polêmica sobre mobilização urbana, a qual envolve o uso de Uber e Cabify, considera que
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
A política de atendimento prevista no ECA (1990) é definida pela articulação de ações governamentais e não governamentais promovidas pela União, Estados, Distrito Federal e municípios. Conforme preconizado, só NÃO pode ser considerada uma diretriz democrática dessa política a
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O leite humano é o único alimento energético, nutricional e imunológico consumido em quantidades suficientes pelos recém-nascidos. O aleitamento materno fortalece a imunidade, mantém o crescimento e o desenvolvimento normais, melhora o processo digestivo no sistema gastrointestinal, favorece o vínculo mãe-filho e facilita o desenvolvimento emocional, cognitivo e do sistema nervoso. Sobre a composição do leite humano maduro, é CORRETO afirmar:
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A doença arterial funcional causada por vasoespasmo que afeta, mais frequentemente, as artérias dos dedos e, geralmente, acomete os adultos jovens manifestando sensibilidade ao frio, cianose nas pontas dos dedos, dor intensa e perdas sensoriais é o(a)
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
Sobre o sigilo profissional, previsto no vigente Código de Ética do(a)s assistentes sociais, é equivocado afirmar que
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