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- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e CírculosÁrea do círculo, do setor circular e do segmento circular
A mãe de Tiago quer confeccionar uma toalha para a sua mesa. Sabe-se que a mesa tem 70 cm de diâmetro e que ela quer que a toalha fique com uma caída de 20 cm na lateral da mesa. Considerando π = 3,14, determine o tamanho da toalha.
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Para o aniversário de seu sobrinho, Márcio pretende presenteá-lo com uma pipa que ele mesmo confeccionou. A respeito do presente, considere as seguintes afirmativas:
1. A pipa pode ter forma retangular, com os lados medindo 9,6 cm e 4,5 cm. Para a confecção, serão utilizados 43,2 cm² de papel.
2. A pipa pode ter forma quadrada, com os lados medindo 9,6 cm e 4,5 cm. Para a confecção, serão utilizados 43,2 cm² de papel.
3. A pipa pode ter forma de um losango, com os lados medindo 9,6 cm e 4,5 cm. Para a confecção, serão utilizados 43,2 cm² de papel.
Assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
Tendo por base a norma padrão do português e o sentido do texto, a frase “Inexistem, portanto, razões para alarmismo” pode ser substituída por:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
A questão baseia-se na seguinte passagem do texto: “O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades”.
Substituindo-se a expressão “O estresse” por “Os momentos de estresse”, o trecho assume a seguinte redação:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
Ao discutir a ideia de que o celular pode causar câncer, o autor deixa claro que:
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O texto a seguir é referência para a questão.
O ensino se sustenta em princípios que engendram procedimentos metodológicos. Tais procedimentos são organizados com base nos objetivos educacionais que se tenha para uma determinada etapa ou modalidade de ensino, mas em cada campo do conhecimento há elementos basilares que dão a sustentação necessária para tais procedimentos. São os referidos princípios metodológicos, os quais, compatíveis com as tendências mais contemporâneas da educação, legitimam a ação pedagógica. Não se trata de elementos estanques ou fechados a inovações e alterações; ao contrário, são bases metodológicas que objetivam a integração dos objetivos educacionais com o processo de ensino- aprendizagem, integração esta que sempre necessita ser atualizada.
Tendo em vista esses princípios, considere a base necessária aos respectivos campos de conhecimento no ensino.
Considerando os princípios metodológicos para o ensino da Matemática, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A resolução de problemas exige a resolução, a identificação de dados, a mobilização de outros conhecimentos, a elaboração de estratégias ou procedimentos, a organização da informação, o teste de validade da resposta e a possibilidade de universalização pela formulação de outras situações- problema.
( ) No ensino da Matemática, é importante oportunizar à criança situações pedagógicas que lhe permitam visualizar os fatos fundamentais das operações matemáticas, levantar hipóteses, testá-las, poder voltar atrás e refazer a trajetória, o que não é possível quando se pauta apenas em raciocínios simbólicos e formais.
( ) O uso de material concreto para o ensino das operações matemáticas deve se dar na Educação Infantil, pois a partir do ingresso no Ensino Fundamental o ensino da Matemática deve priorizar a construção e compreensão dos conceitos matemáticos, que são essencialmente abstratos, lógicos e formais.
( ) No ensino da Matemática, o processo pedagógico deve ir do concreto para o abstrato e, ao mesmo tempo, do simbólico para o empírico, de maneira a se garantir a aprendizagem matemática nos dois sentidos formativos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
A questão baseia-se na seguinte passagem do texto: “O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades”.
Conforme seu emprego na passagem transcrita, a expressão “sem dúvida” pode ser substituída por:
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No que se refere à inclusão educacional e escolar, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A criança ou jovem com necessidades educativas especiais deve ter acesso ao mesmo conjunto de conhecimentos e saberes socialmente produzidos e reconhecidos como necessários para o exercício da cidadania a que as outras pessoas têm acesso.
( ) A forma de acesso ao currículo escolar para os alunos com necessidades especiais deve ser mediada pelas próprias condições de aprendizagem desses sujeitos, de maneira que a escola/sistema de ensino deve garantir tais condições específicas de ensino e aprendizagem.
( ) A inclusão escolar de crianças com necessidades especiais garante em plenitude o exercício da cidadania, de maneira que ações especializadas para o atendimento desses alunos são dispensáveis, para se evitar o reforço ao preconceito social que recai sobre eles.
( ) A incorporação de crianças/jovens com necessidades educativas especiais em escolas ditas regulares não consiste apenas na permanência física desses alunos na escola, mas exige a revisão de conceitos, concepções e paradigmas educacionais, bem como o desenvolvimento do potencial dessas pessoas, respeitando suas diferenças e atendendo suas necessidades.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Em um curso, foi proposto aos alunos que confeccionassem uma cortina, na forma retangular, com 24 m² e com o menor perímetro possível. Quais as medidas (comprimento e altura) dessa cortina?
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Jean Piaget é o “pai” da Teoria Cognitiva, que tem grande relevância nos estudos da psicologia da educação. Assinale a alternativa que corresponde ao pensamento de Jean Piaget.
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