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Mulher, 64 anos, refere dispneia progressiva e tosse seca matinal há 6 anos. Usou antibióticos duas vezes no último ano por aumento da expectoração e piora de dispneia. É tabagista, há 50 anos, de um maço de cigarro ao dia. Exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, cianótica (+/4+), consciente, orientada; ausculta cardíaca e pulmonar normais; SpO2 : 84% (ar ambiente); FC = 84 bpm; PA = 130 x 70 mmHg. Espirometria pós-broncodilatador; VEF1 = 0,66 L (24% do previsto); CVF = 1,94 (56% do previsto); VEF1/CVF: 0,34 (43% do previsto).
Notas:
* VEF1 = volume expiratório forçado no primeiro segundo.
*CVF = capacidade vital forçada
Qual é o benefício do uso crônico de broncodilatador de ação prolongada para essa paciente?
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Ao mesmo tempo em que reconhecemos que os alunos têm muitas características em comum, também reconhecemos que cada um é único e apresenta necessidade de aprendizagens específicas. PACHECO (2007).
O autor quis dizer que o aluno apresenta
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
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Tem-se a seguinte planilha criada no Microsoft Excel 2010, em sua configuração padrão.

A célula A7 contém a fórmula =CONT.VALORES(A1:A5). Se o usuário alterar o conteúdo da célula A1 para um texto, alterar o conteúdo da célula A2 para o valor zero, alterar o conteúdo da célula A3 para um espaço em branco, apagar o conteúdo da célula A4 selecionando-a e pressionando a tecla DEL e, alterar o conteúdo da célula A5 para a fórmula =SOMA(A1:A4), assinale a alternativa que indica o conteúdo final da célula A7.
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Homem, 49 anos, faz acompanhamento em ambulatório por insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção reduzida decorrente de cardiopatia isquêmica em fase dilatada. Há dois anos, apresentou infarto agudo do miocárdio, não sendo realizada trombólise ou revascularização percutânea. Atualmente apresenta queixas compatíveis com IC em classe funcional II da New York Heart Association, mesmo na presença de excelente adesão ao tratamento com ácido acetilsalicílico, enalapril, carvedilol, espironolactona, furosemida e atorvastatina, todos em doses otimizadas. Exame físico: PA = 110 x 70 mmHg, FC = 68 bpm, presença de 3a bulha na ausculta cardíaca, turgência jugular patológica e estertores em bases pulmonares. No ECG, nota-se a presença de bloqueio do ramo direito, com duração de QRS em torno de 135 ms. O ecocardiograma evidencia fração de ejeção de 27% e extensa área de acinesia na parede anterior do VE.
A estratégia terapêutica para reduzir a taxa de mortalidade esperada para esse paciente é:
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos

(Ciça, in: Pagando o pato, Coleção L&PM Pocket, vol. 551)
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eia o texto para responder à questão.
Confiando no vento
Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.
A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.
Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:
− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.
Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.
As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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