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Leia a tira para responder a questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
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A anafilaxia é uma condição clínica imunoalérgica súbita
apresentada por alguns indivíduos quando expostos a
determinadas situações que podem representar ameaça
para a vida.
Em relação à anafilaxia, é correto afirmar que
Em relação à anafilaxia, é correto afirmar que
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Homem, 61 anos, com diagnóstico de cirrose hepática
de etiologia alcoólica, Child B, é submetido à endoscopia
digestiva alta na qual se verifica a presença de varizes
esofágicas de fino calibre e com sinais vermelhos. Não
apresenta história de sangramento digestivo.
A profilaxia contra o sangramento das varizes esofágicas deve ser feita com
A profilaxia contra o sangramento das varizes esofágicas deve ser feita com
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Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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Homem, 40 anos, apresenta-se para doação de sangue
em um hemocentro. Após coleta de amostra de sangue,
é comunicado que não poderá ser doador por apresentar
exame positivo para anticorpo anti-HCV total, sendo
encaminhado para seguimento médico.
A conduta a seguir, com maior potencial de benefício para o paciente, é solicitar
A conduta a seguir, com maior potencial de benefício para o paciente, é solicitar
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Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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Assinale a alternativa que contém características de um
estudo de coorte.
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Assinale a alternativa que contém uma informação correta
sobre a vacina contra a poliomielite 1,2 e 3 (inativada) –
VIP.
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Homem, 74 anos, apresenta quadro de dor abdominal intensa há dois dias, localizada em hipocôndrio direito, associada a náuseas e vômitos. Procurou pronto atendimento e foi realizada tomografia computadorizada de abdome que revelou gás dissecando a parede da vesícula biliar, sendo diagnosticada colecistite enfisematosa.
Assinale a alternativa que apresenta a condição de base mais provavelmente associada a essa evolução do paciente
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Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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