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Foram encontradas 60 questões.

1987789 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia a tira para responder a questão.
enunciado 1371698-1
(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
De acordo com o ponto de vista do personagem, é correto concluir que
 

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1987785 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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A anafilaxia é uma condição clínica imunoalérgica súbita apresentada por alguns indivíduos quando expostos a determinadas situações que podem representar ameaça para a vida.
Em relação à anafilaxia, é correto afirmar que
 

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1987775 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Homem, 61 anos, com diagnóstico de cirrose hepática de etiologia alcoólica, Child B, é submetido à endoscopia digestiva alta na qual se verifica a presença de varizes esofágicas de fino calibre e com sinais vermelhos. Não apresenta história de sangramento digestivo.
A profilaxia contra o sangramento das varizes esofágicas deve ser feita com
 

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1987751 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo, cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da população, o transporte individual consome quase o dobro de energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática, governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois, para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
O último parágrafo do texto autoriza afirmar que
 

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1987747 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Homem, 40 anos, apresenta-se para doação de sangue em um hemocentro. Após coleta de amostra de sangue, é comunicado que não poderá ser doador por apresentar exame positivo para anticorpo anti-HCV total, sendo encaminhado para seguimento médico.
A conduta a seguir, com maior potencial de benefício para o paciente, é solicitar
 

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1987742 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo, cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da população, o transporte individual consome quase o dobro de energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática, governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois, para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
O texto argumenta favoravelmente à
 

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1987733 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Assinale a alternativa que contém características de um estudo de coorte.
 

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1987721 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Assinale a alternativa que contém uma informação correta sobre a vacina contra a poliomielite 1,2 e 3 (inativada) – VIP.
 

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1987713 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
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Homem, 74 anos, apresenta quadro de dor abdominal intensa há dois dias, localizada em hipocôndrio direito, associada a náuseas e vômitos. Procurou pronto atendimento e foi realizada tomografia computadorizada de abdome que revelou gás dissecando a parede da vesícula biliar, sendo diagnosticada colecistite enfisematosa.

Assinale a alternativa que apresenta a condição de base mais provavelmente associada a essa evolução do paciente

 

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1987709 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo, cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da população, o transporte individual consome quase o dobro de energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática, governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois, para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
Nos trechos “o ônus do transporte vem aumentando” (3º parágrafo), “Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020” (5º parágrafo) e “Há boa margem, pois, para o avanço dessa agenda” (8º parágrafo), os termos destacados significam, correta e respectivamente:
 

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