Foram encontradas 60 questões.
Em uma empresa, 6 máquinas iguais, de mesmo rendimento, trabalhando de forma simultânea e sem interrupções, produzem 540 unidades de certa peça a cada três
horas. Para passar a produzir 600 unidades da mesma
peça a cada 2 horas, nas mesmas condições operacionais, essa empresa precisará adquirir, das mesmas máquinas, mais
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Leia a tira para responder a questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
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O Caderno Concepção de Convivência e Fortalecimento
de Vínculos busca contribuir para que a ação profissional
seja mais qualificada, apoiando profissionais e gestores
no desenvolvimento de práticas. As situações de convivência são tomadas como oportunidades que precisam
ser criadas e preparadas, e isso se concretiza por meio
de encontros, de conversações e fazeres. A técnica da
“Escuta” é uma estratégia
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- Assistência SocialConselhos de Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
A Política de Assistência Social tem por funções a proteção social, a vigilância socioassistencial e a defesa de
direitos, denominada Sistema Único de Assistência Social – SUAS. De acordo com o art. 3 da Resolução nº 33
do Conselho Nacional de Assistência Social, no cap. I do
SUAS, seus princípios organizativos são
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Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
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Os tempos gastos para a execução dos trabalhos A e B,
juntos, somaram 4 horas e 24 minutos, sendo que a execução do trabalho B durou 26 minutos a mais que a do
trabalho A. Se a execução do trabalho B teve início às 8
horas e 12 minutos, então ela foi concluída às
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1987641
Ano: 2020
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
De acordo com ECA, na subseção IV, que versa sobre
adoção de criança e de adolescente, o parágrafo terceiro
do art. 42 determina que o adotante há de ser, no mínimo,
quantos anos mais velho que o adotado?
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