Foram encontradas 60 questões.
Em uma empresa, 6 máquinas iguais, de mesmo rendimento, trabalhando de forma simultânea e sem interrupções, produzem 540 unidades de certa peça a cada três
horas. Para passar a produzir 600 unidades da mesma
peça a cada 2 horas, nas mesmas condições operacionais, essa empresa precisará adquirir, das mesmas máquinas, mais
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
A política pública de assistência social, como é conhecida hoje, é resultado de um amplo processo de debates, do qual resultou a Lei Orgânica de Assistência Social
(LOAS), aprovada em 1993. A partir da LOAS, a Política
Nacional de Assistência Social (PNAS), publicada em
2004, detalha o modelo de gestão do Sistema Único de
Assistência Social (SUAS). A PNAS traz uma inovação:
ao colocar os direitos dos usuários como foco das ações,
essa política deve prevenir o agravamento das situações
de vulnerabilidade e garantir que os cidadãos tenham locais ou órgãos aos quais possam recorrer quando seus
direitos forem violados, passando a incorporar também
as funções de defesa dos direitos e de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tira para responder a questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Assistente SocialExercício ProfissionalCompetências e Atribuições Privativas do Assistente Social
- Assistente SocialInstrumental TécnicoEstudo Social, Pareceres, Perícia Social, Relatório Social e Laudo Social
- Assistente SocialInstrumental TécnicoInstrumentos, Estratégias e Técnicas de Intervenção
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
A manifestação técnica em matéria de Serviço Social,
em qualquer área de atuação do Assistente Social, deve
seguir as disposições teórico-metodológicas, ético-legais
e técnico-normativas que orientam o exercício e a postura profissional. De acordo com parâmetros para atuação
dos assistentes sociais na política de saúde, estudos socioeconômicos dos usuários e de suas famílias devem
ser elaborados com vistas a subsidiar, na construção de
laudos e pareceres sociais, a perspectiva de garantia de
direitos e de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Assistente SocialInstrumental TécnicoEstudo Social, Pareceres, Perícia Social, Relatório Social e Laudo Social
- Assistente SocialInstrumental TécnicoInstrumentos, Estratégias e Técnicas de Intervenção
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
- Proteção SocialAspectos Jurídicos
A Resolução CFESS nº 559/2009 dispõe sobre a atuação do Assistente Social na qualidade de perito judicial
ou assistente técnico, quando convocado a prestar depoimento como testemunha, pela autoridade competente. Nesses termos, quando a perícia consistir na inquirição, pelo juiz, por ocasião da audiência de instrução
e julgamento, o assistente social deverá se restringir a
emitir sua opinião técnica a respeito do que houver avaliado. A referida resolução ainda estabelece no artigo 5º que, quando intimado perante a autoridade competente
a prestar depoimento como testemunha, qualquer profissional assistente social deverá comparecer e declarar
que está obrigado a guardar sigilo profissional, sendo, na
condição de testemunha, seu depoimento
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Assistência Social
- Políticas SociaisPolíticas Setoriais e Transversais
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
A existência de pessoas em situação de rua evidencia a
desigualdade social brasileira e traz a marca do estigma
e da exclusão a que são submetidas. O Centro de Referência Especializado para População em Situação de
Rua (Centro POP) é a unidade pública que tem o propósito de atender famílias e indivíduos nas mais diversas
situações de vulnerabilidade social ou violação de direitos. De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços
Socioassistenciais o Centro Pop deve promover o acesso
a espaços de guarda de pertences, de higiene pessoal,
de alimentação e provisão de documentação civil, proporcionando ao usuário
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Assistente SocialExercício ProfissionalCondições e Mercado de Trabalho do Assistente Social
- Políticas SociaisPromoção SocialTrabalho
A situação do mercado de trabalho do assistente social,
as condições objetivas para sua atuação e o campo institucional no qual se realiza o exercício profissional são
imperativos analíticos ao Serviço Social do século XXI.
Esse desafio se justifica na medida em que é na tensão
entre o peso do poder institucional e demandas sociais
dos segmentos subalternos, que o assistente social constrói o seu trabalho. Tal análise é base para a formulação e
execução das políticas, para a articulação de dispositivos
de distribuição de benefícios, por meio da informação,
encaminhamento, orientação, mobilização que, diante
de uma situação concreta, possibilita ao assistente social
decifrar, criticar e
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container