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Foram encontradas 411 questões.

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Ruan de Souza Gabriel

  1. Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
  2. mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
  3. acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
  4. imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
  5. agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
  6. estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
  7. só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
  8. Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
  9. se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
  10. a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
  11. aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
  12. tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
  13. deles.
  14. Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
  15. nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
  16. nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
  17. limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
  18. porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
  19. adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
  20. E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
  21. autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
  22. decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
  23. referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
  24. obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
  25. autor consegue completar?
  26. É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
  27. de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
  28. contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
  29. que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
  30. Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
  31. mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
  32. e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
  33. Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
  34. extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
  35. quase o teto toda parede da sala”.
  36. A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
  37. bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
  38. maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
  39. faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
  40. Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
  41. em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
  42. seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
  43. personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
  44. Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
  45. aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
  46. começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
  47. as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
  48. enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.

(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um substantivo que descreve corretamente a relação do personagem “Espinosa” com a leitura.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Ruan de Souza Gabriel

  1. Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
  2. mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
  3. acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
  4. imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
  5. agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
  6. estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
  7. só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
  8. Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
  9. se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
  10. a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
  11. aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
  12. tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
  13. deles.
  14. Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
  15. nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
  16. nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
  17. limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
  18. porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
  19. adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
  20. E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
  21. autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
  22. decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
  23. referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
  24. obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
  25. autor consegue completar?
  26. É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
  27. de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
  28. contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
  29. que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
  30. Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
  31. mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
  32. e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
  33. Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
  34. extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
  35. quase o teto toda parede da sala”.
  36. A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
  37. bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
  38. maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
  39. faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
  40. Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
  41. em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
  42. seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
  43. personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
  44. Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
  45. aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
  46. começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
  47. as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
  48. enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.

(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “obituaristas”, retirada do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Trata-se de um adjetivo biforme.

II. Ela foi formada a partir da palavra “obituário” por derivação sufixal.

III. A palavra “óbito” pertence à mesma família de palavras do vocábulo destacado, estando no campo semântico da “morte”.

Quais estão corretas?

 

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2117771 Ano: 2021
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Abordando a intervenção do profissional de educação física em atividades físicas para portadores de deficiência intelectual, conforme Pitanga, analise as assertivas a seguir:

I. Conforme aumenta a gravidade da deficiência, o processo de ensino-aprendizagem exige ser mais sistematizado, ou seja, estabelecer rotinas de aulas, de movimentos, de exercícios e até de comportamentos que podem auxiliar no desenvolvimento da aula.

II. Sugere-se que os movimentos, os exercícios e as atividades sejam orientados por meio de informações e exemplos concretos, com associações a partir daquilo que já é conhecido e possível de possibilitar uma imagem visual para o aluno.

III. A ideia de “idade mental” é histórica e contribui de forma positiva para o ganho de autonomia e independência do indivíduo com deficiência.

IV. Ao elaborar atividades é necessário pensar em atividades com longos períodos de duração, para que possam motivar e prender a atenção do aluno contribuindo para a correta realização do que foi proposto.

Quais estão corretas?

 

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2117770 Ano: 2021
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Conforme Cruz, se realizada de forma correta, a prática regular de exercícios físicos é repleta de aspectos favoráveis que se manifestam em todos os aspectos do organismo, considerando o exposto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Quando a pessoa deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração.

( ) Os benefícios da atividade física regular englobam controle efetivo do colesterol, glicose, pressão arterial e melhora nas atividades diárias.

( ) A prática sadia de atividade física traz vários fatores fisiológicos intrínsecos à ansiedade, e como resultado fortalece a defesa contra ela, obtendo assim resultados jamais vivenciados sem essa prática saudável.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2117769 Ano: 2021
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Acerca da prescrição de exercícios direcionados à saúde, não se deve esquecer do princípio . Os benefícios de um programa são rapidamente perdidos quando ele é interrompido. Sempre que recomeçar, comece com um esforço do que quando parou. Para uma semana sem treinar você deve retornar com a carga de semana(s) anterior(es).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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2117768 Ano: 2021
Disciplina: Estatística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS

Uma turma com 30 alunos tem a média de idade em 10,4 anos. Foram admitidos mais 3 alunos K, W e Y, com 13, 13 e 12 anos, respectivamente. A nova média de idade será de:

 

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De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, caso o ou responsável por estabelecimento de atenção à saúde e de ensino fundamental, préescola ou creche deixar de comunicar à autoridade competente os casos de que tenha conhecimento, envolvendo suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente, cometerá .

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas no trecho acima.

 

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2117766 Ano: 2021
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Sobre o controle social no SUS, analise as assertivas abaixo:

I. Considera-se educação permanente para o controle social no SUS os processos formais de transmissão e construção de conhecimentos por meio de encontros, cursos, oficinas de trabalho, seminários e o uso de metodologias de educação à distância.

II. É, pois, de responsabilidade intransferível dos Conselhos de Saúde as ações de educação permanente para o controle social no SUS, de seus conselheiros.

III. Pode-se dizer que controle social é um conceito originado nas Ciências Formais e está associado ao condicionamento ou limitação das ações dos indivíduos, o que faz com que não se tenha um significado ambíguo desta definição.

IV. No Brasil, após a Constituição Brasileira de 1967, que procurou institucionalizar e legalizar o regime militar, a ideia de controle social passa a corresponder à compreensão da relação Estado-sociedade.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
2117765 Ano: 2021
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Sobre vigilância epidemiológica, analise as assertivas abaixo:

I. Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.

II. direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) compete coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica.

III. direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) compete coordenar e, em caráter complementar, executar ações e serviços de vigilância epidemiológica.

IV. direção municipal do Sistema de Saúde (SUS) compete executar serviços de vigilância epidemiológica.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
2117764 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS

Instrução: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.

Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte II

  1. Estoicos
  2. Anos depois da fundação d’O Jardim, uma outra escola filosófica tomou forma na Grécia.
  3. Zenão de Cício, nascido em 324 a.C., fazia palestras em locais públicos de Atenas. Um de seus
  4. preferidos era o prédio Stoa Poikile, ou Pórtico Pintado, situado na Ágora, a praça grega – por
  5. causa da palavra stoa, a doutrina foi batizada de estoicismo. Zenão acreditava que o Universo
  6. era uma sucessão de eventos cíclicos e idênticos: o que já aconteceu voltará a acontecer e assim
  7. por diante. Então, é inútil se preocupar com o futuro: tudo o que acontecer já estava
  8. determinado por uma espécie de sopro vital, a “razão universal”. Mas, se não podemos interferir
  9. no curso dos eventos, o que nos resta? Podemos mudar a forma como enxergamos o mundo, a
  10. nossa mente e aceitar os acontecimentos. Estoico virou sinônimo daquele que se resigna diante
  11. dos sofrimentos da vida. Um dos mais famosos conceitos da escola, a ataraxia, significava
  12. ausência de inquietação.
  13. Um dos mais notórios seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo
  14. nascido na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma, como conselheiro
  15. de Nero. Por décadas, o epicurismo e o estoicismo disputaram a atenção dos antigos e seguiram
  16. travando embates na Ágora de Atenas. Apesar de distintas, as duas escolas tinham uma ética
  17. comum: ambas acreditavam que a filosofia era um modo de vida. Epicuro e Zenão defenderam
  18. princípios avançados para a época, como a igualdade entre os homens. O estoicismo pregava
  19. que cada pessoa é a manifestação de um espírito universal único, ensinamento alinhado ao
  20. cristianismo que viria logo a seguir.


(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).

Considere o seguinte trecho, retirado do texto: “Por décadas (1), o epicurismo e o estoicismo (2) disputaram a atenção (3) dos antigos e seguiram travando embates (4) na Ágora de Atenas (5)”. Qual dos termos sublinhados representa um adjunto adverbial?

 

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