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Foram encontradas 497 questões.

169023 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Roberto, fazedor de tecidos, confeccionou um rolo de linho e as dimensões são as seguintes: 12,00 m x 0,80m. Seu último cliente, Ricardo, comprou todo o linho e pediu a Roberto que ele dividisse em recortes de tamanho igual, quadrados, com largura igual a 20cm. Dessa forma, é CORRETO afirmar que, se Roberto conseguir aproveitar o máximo de seu tecido, conseguirá repassar a Ricardo:

 

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169022 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Em um determinado torneio, as regras para os resultados das partidas são as seguintes:

  1. Vitória = 2 pontos.
  2. Empate = 1 ponto.
  3. Derrota = 0 pontos.

No ano de 2018, o torneio teve 38 rodadas e o time vencedor fechou o campeonato com 63 pontos. É CORRETO afirmar, portanto, que o número máximo de empates que o time pode ter tido para ter atingido tal pontuação foi:

 

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169020 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Raízes e potencias são operações matemáticas bem próximas. Na verdade, toda raiz é uma potência, independente do grau da raiz ou do radicando. Considere a seguinte raiz:

!$ \left(\sqrt[4]{\sqrt[3]{\sqrt[2]{1200^3}}}\right)^{^2} !$

É CORRETO afirmar que a raiz apresentada acima é equivalente a:

 

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169019 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Considere a seguinte expressão numérica:

!$ \left\{3+4\left[x+2\ \cdot\ \left(y-3\right)+\dfrac{12}{x}\left[-3\left(2y-9\right)\right]\right]\right\} !$

Sendo x = 2 e y = 4 o valor da expressão é:

 

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169015 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Diz a história que o filósofo grego Tales de Mileto, para medir a altura de uma pirâmide, desenvolveu um teorema que afirma que quando duas retas transversais cortam um feixe de retas paralelas, as medidas dos segmentos delimitados nas transversais são proporcionais. Esse é o famoso Teorema de Tales. Diante dessa conceituação, considere assim o seguinte esquema:

enunciado 169015-1

É CORRETO afirmar que o valor de x, que satisfaça o problema algebricamente e geometricamente é:

 

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169013 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Leia o texto e responda as questões 11 a 15.


No campo minado do humor politicamente incorreto, escutam-se vozes díspares: as daqueles que, pela transgressão dos limites, tentam conquistar um espaço próprio onde havia um território de exclusão e, também, daqueles que parecem encontrar aí um álibi perfeito para continuar perpetuando as velhas linguagens da ofensa sustentadas pelo poder.

O humor politicamente incorreto é tanto uma patente carta branca questionável para quem sente saudade de uma linguagem sexista, homofóbica, racista e excludente, como uma hábil ferramenta de reciclagem, de alto potencial ativista para quem, tradicionalmente, era o alvo dessas linguagens. Está claro em qual dos dois extremos se situava o humor cru e grotesco de John Callahan, um ex-alcoólatra tetraplégico que encontrou em uma crueldade autodilacerante seu caminho terapêutico para a reconstrução de uma identidade.

Em suas piadas, um grupo de caubóis podia perseguir um fugitivo em uma cadeira de rodas, um mutilado invejava o tapa-olho de outros mutilados e as incapacidades físicas mais variadas eram reformulados como agentes provocadores em uma sociedade construída por e para os que ignoram que o conceito de normalidade corresponde a um critério de autoridade numérica que nem sempre equivale a uma autoridade moral.

Em A Pé Ele Não Vai Longe, Gus Van Sant parte das memórias de Callahan para homenagear um dos heróis da contracultura de sua Portland natal, demonstrando com seu gesto que não está tão distante do cineasta estreante que, com Mala Noche (1986), não só colocou uma das pedras fundamentais do indie americano, como também prestou tributo a outra glória marginal do Oregon, o poeta Walt Curtis.

No entanto, esse desejo de voltar às origens não pode ignorar que o cineasta não é mais exatamente o mesmo que debutou em meados dos anos 80, nem que em sua fértil trajetória se alternam tanto as apostas arriscadas como as tentativas de acomodar sua identidade no seio da indústria cinematográfica. E é na afirmação das duas naturezas, só aparentemente antagônicas, que este filme se define, com seu eixo clássico em seu arco dramático de redenção e apropriação narrativa da terapia em doze passos e sua potência libertadora na vivacidade acronológica da montagem, e em um elenco – Joaquín Phoenix, Jonah Hill, Jack Black – que não interpreta, mas parece estar somatizando seus excessivos, poderosos personagens.


(Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/27/cultura/1545926946_219958.html)

O autor afirma que o diretor “parte das memórias de Callahan para homenagear um dos heróis da contracultura de sua Portland natal. Quem foi o homenageado?

 

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169012 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Leia o texto e responda as questões 11 a 15.


No campo minado do humor politicamente incorreto, escutam-se vozes díspares: as daqueles que, pela transgressão dos limites, tentam conquistar um espaço próprio onde havia um território de exclusão e, também, daqueles que parecem encontrar aí um álibi perfeito para continuar perpetuando as velhas linguagens da ofensa sustentadas pelo poder.

O humor politicamente incorreto é tanto uma patente carta branca questionável para quem sente saudade de uma linguagem sexista, homofóbica, racista e excludente, como uma hábil ferramenta de reciclagem, de alto potencial ativista para quem, tradicionalmente, era o alvo dessas linguagens. Está claro em qual dos dois extremos se situava o humor cru e grotesco de John Callahan, um ex-alcoólatra tetraplégico que encontrou em uma crueldade autodilacerante seu caminho terapêutico para a reconstrução de uma identidade.

Em suas piadas, um grupo de caubóis podia perseguir um fugitivo em uma cadeira de rodas, um mutilado invejava o tapa-olho de outros mutilados e as incapacidades físicas mais variadas eram reformulados como agentes provocadores em uma sociedade construída por e para os que ignoram que o conceito de normalidade corresponde a um critério de autoridade numérica que nem sempre equivale a uma autoridade moral.

Em A Pé Ele Não Vai Longe, Gus Van Sant parte das memórias de Callahan para homenagear um dos heróis da contracultura de sua Portland natal, demonstrando com seu gesto que não está tão distante do cineasta estreante que, com Mala Noche (1986), não só colocou uma das pedras fundamentais do indie americano, como também prestou tributo a outra glória marginal do Oregon, o poeta Walt Curtis.

No entanto, esse desejo de voltar às origens não pode ignorar que o cineasta não é mais exatamente o mesmo que debutou em meados dos anos 80, nem que em sua fértil trajetória se alternam tanto as apostas arriscadas como as tentativas de acomodar sua identidade no seio da indústria cinematográfica. E é na afirmação das duas naturezas, só aparentemente antagônicas, que este filme se define, com seu eixo clássico em seu arco dramático de redenção e apropriação narrativa da terapia em doze passos e sua potência libertadora na vivacidade acronológica da montagem, e em um elenco – Joaquín Phoenix, Jonah Hill, Jack Black – que não interpreta, mas parece estar somatizando seus excessivos, poderosos personagens.


(Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/27/cultura/1545926946_219958.html)

Escolha a melhor interpretação para o trecho “um elenco que não interpreta, mas parece estar somatizando seus excessivos, poderosos personagens”.

 

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169011 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Leia o texto e responda as questões 11 a 15.


No campo minado do humor politicamente incorreto, escutam-se vozes díspares: as daqueles que, pela transgressão dos limites, tentam conquistar um espaço próprio onde havia um território de exclusão e, também, daqueles que parecem encontrar aí um álibi perfeito para continuar perpetuando as velhas linguagens da ofensa sustentadas pelo poder.

O humor politicamente incorreto é tanto uma patente carta branca questionável para quem sente saudade de uma linguagem sexista, homofóbica, racista e excludente, como uma hábil ferramenta de reciclagem, de alto potencial ativista para quem, tradicionalmente, era o alvo dessas linguagens. Está claro em qual dos dois extremos se situava o humor cru e grotesco de John Callahan, um ex-alcoólatra tetraplégico que encontrou em uma crueldade autodilacerante seu caminho terapêutico para a reconstrução de uma identidade.

Em suas piadas, um grupo de caubóis podia perseguir um fugitivo em uma cadeira de rodas, um mutilado invejava o tapa-olho de outros mutilados e as incapacidades físicas mais variadas eram reformulados como agentes provocadores em uma sociedade construída por e para os que ignoram que o conceito de normalidade corresponde a um critério de autoridade numérica que nem sempre equivale a uma autoridade moral.

Em A Pé Ele Não Vai Longe, Gus Van Sant parte das memórias de Callahan para homenagear um dos heróis da contracultura de sua Portland natal, demonstrando com seu gesto que não está tão distante do cineasta estreante que, com Mala Noche (1986), não só colocou uma das pedras fundamentais do indie americano, como também prestou tributo a outra glória marginal do Oregon, o poeta Walt Curtis.

No entanto, esse desejo de voltar às origens não pode ignorar que o cineasta não é mais exatamente o mesmo que debutou em meados dos anos 80, nem que em sua fértil trajetória se alternam tanto as apostas arriscadas como as tentativas de acomodar sua identidade no seio da indústria cinematográfica. E é na afirmação das duas naturezas, só aparentemente antagônicas, que este filme se define, com seu eixo clássico em seu arco dramático de redenção e apropriação narrativa da terapia em doze passos e sua potência libertadora na vivacidade acronológica da montagem, e em um elenco – Joaquín Phoenix, Jonah Hill, Jack Black – que não interpreta, mas parece estar somatizando seus excessivos, poderosos personagens.


(Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/27/cultura/1545926946_219958.html)

O que pode ser entendido quando o autor diz que o cineasta teve esse “desejo de voltar às origens”?

 

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Questão presente nas seguintes provas
169010 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Leia o texto e responda as questões 11 a 15.


No campo minado do humor politicamente incorreto, escutam-se vozes díspares: as daqueles que, pela transgressão dos limites, tentam conquistar um espaço próprio onde havia um território de exclusão e, também, daqueles que parecem encontrar aí um álibi perfeito para continuar perpetuando as velhas linguagens da ofensa sustentadas pelo poder.

O humor politicamente incorreto é tanto uma patente carta branca questionável para quem sente saudade de uma linguagem sexista, homofóbica, racista e excludente, como uma hábil ferramenta de reciclagem, de alto potencial ativista para quem, tradicionalmente, era o alvo dessas linguagens. Está claro em qual dos dois extremos se situava o humor cru e grotesco de John Callahan, um ex-alcoólatra tetraplégico que encontrou em uma crueldade autodilacerante seu caminho terapêutico para a reconstrução de uma identidade.

Em suas piadas, um grupo de caubóis podia perseguir um fugitivo em uma cadeira de rodas, um mutilado invejava o tapa-olho de outros mutilados e as incapacidades físicas mais variadas eram reformulados como agentes provocadores em uma sociedade construída por e para os que ignoram que o conceito de normalidade corresponde a um critério de autoridade numérica que nem sempre equivale a uma autoridade moral.

Em A Pé Ele Não Vai Longe, Gus Van Sant parte das memórias de Callahan para homenagear um dos heróis da contracultura de sua Portland natal, demonstrando com seu gesto que não está tão distante do cineasta estreante que, com Mala Noche (1986), não só colocou uma das pedras fundamentais do indie americano, como também prestou tributo a outra glória marginal do Oregon, o poeta Walt Curtis.

No entanto, esse desejo de voltar às origens não pode ignorar que o cineasta não é mais exatamente o mesmo que debutou em meados dos anos 80, nem que em sua fértil trajetória se alternam tanto as apostas arriscadas como as tentativas de acomodar sua identidade no seio da indústria cinematográfica. E é na afirmação das duas naturezas, só aparentemente antagônicas, que este filme se define, com seu eixo clássico em seu arco dramático de redenção e apropriação narrativa da terapia em doze passos e sua potência libertadora na vivacidade acronológica da montagem, e em um elenco – Joaquín Phoenix, Jonah Hill, Jack Black – que não interpreta, mas parece estar somatizando seus excessivos, poderosos personagens.


(Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/27/cultura/1545926946_219958.html)

A palavra “que” possui diversas funções sintáticas. Marque a opção em que a palavra sublinhada, no contexto, funciona como um pronome relativo.

 

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169009 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC

Leia o texto e responda as questões 11 a 15.


No campo minado do humor politicamente incorreto, escutam-se vozes díspares: as daqueles que, pela transgressão dos limites, tentam conquistar um espaço próprio onde havia um território de exclusão e, também, daqueles que parecem encontrar aí um álibi perfeito para continuar perpetuando as velhas linguagens da ofensa sustentadas pelo poder.

O humor politicamente incorreto é tanto uma patente carta branca questionável para quem sente saudade de uma linguagem sexista, homofóbica, racista e excludente, como uma hábil ferramenta de reciclagem, de alto potencial ativista para quem, tradicionalmente, era o alvo dessas linguagens. Está claro em qual dos dois extremos se situava o humor cru e grotesco de John Callahan, um ex-alcoólatra tetraplégico que encontrou em uma crueldade autodilacerante seu caminho terapêutico para a reconstrução de uma identidade.

Em suas piadas, um grupo de caubóis podia perseguir um fugitivo em uma cadeira de rodas, um mutilado invejava o tapa-olho de outros mutilados e as incapacidades físicas mais variadas eram reformulados como agentes provocadores em uma sociedade construída por e para os que ignoram que o conceito de normalidade corresponde a um critério de autoridade numérica que nem sempre equivale a uma autoridade moral.

Em A Pé Ele Não Vai Longe, Gus Van Sant parte das memórias de Callahan para homenagear um dos heróis da contracultura de sua Portland natal, demonstrando com seu gesto que não está tão distante do cineasta estreante que, com Mala Noche (1986), não só colocou uma das pedras fundamentais do indie americano, como também prestou tributo a outra glória marginal do Oregon, o poeta Walt Curtis.

No entanto, esse desejo de voltar às origens não pode ignorar que o cineasta não é mais exatamente o mesmo que debutou em meados dos anos 80, nem que em sua fértil trajetória se alternam tanto as apostas arriscadas como as tentativas de acomodar sua identidade no seio da indústria cinematográfica. E é na afirmação das duas naturezas, só aparentemente antagônicas, que este filme se define, com seu eixo clássico em seu arco dramático de redenção e apropriação narrativa da terapia em doze passos e sua potência libertadora na vivacidade acronológica da montagem, e em um elenco – Joaquín Phoenix, Jonah Hill, Jack Black – que não interpreta, mas parece estar somatizando seus excessivos, poderosos personagens.


(Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/27/cultura/1545926946_219958.html)

De acordo com o texto, qual era a principal característica de John Callahan?

 

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