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Foram encontradas 276 questões.

2468493 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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Texto

Ecologia

Saguis são animais silvestres, a maioria das espécies é exclusivamente brasileira. Considerados os menores
macacos do mundo, têm cerca de meio quilo e 30 centímetros de altura na idade a
dulta.

Muita gente já ouviu falar de pessoas que criam macacos como animais domésticos, especialmente o sagui. Pequeno, engraçado e dócil enquanto filhote, encanta toda a família, especialmente as crianças. No entanto, torna-se um problema na medida em que cresce e adquire a maturidade sexual, por volta dos dois anos e meio de idade. A partir daí, é comum que eleja um membro da família a quem vai direcionar o seu afeto e passe a morder as demais pessoas que tentem se aproximar. Sua urina passa a ter odor forte e, além de tudo, o macaco pode ser facilmente contaminado por doenças de humanos e assim transformar-se em um transmissor destas.

“Um primata jamais será um animal doméstico”, afirma a ecóloga Lívia Botár, coordenadora do Projeto Mucky, que socorre, recupera, mantém e pesquisa os saguis. Existem casos nos quais o pequenino macaco é dócil e pula de ombro em ombro na fase adulta, mas este comportamento não pode ser considerado “normal”. Trata-se de um desvio decorrente de deformidades físicas, raquitismo e mesmo de características psicológicas anômalas em virtude de um desenvolvimento inadequado.

Uma vez decidido que não se quer mais o sagui, o que fazer com o animal? Ele já está acostumado a ser alimentado e protegido e, apesar da agressividade, considera as pessoas com quem convive como sua família. Soltá-lo numa floresta é condená-lo a sentir fome, frio e solidão. Na possibilidade de sobreviver e de ser aceito por um grupo, será um transmissor involuntário de doenças pela sua convivência com seres humanos. O melhor, então, é deixar os saguis viverem nas florestas e dar preferência aos cães e gatos, que são típicos animais de estimação.

(O Estado de S.Paulo, mar. 2002. Suplemento especial de imóveis. Disponível em: www.ampliar.com/mucky.)

A palavra “doméstico”, transcrita do texto, é acentuada pela mesma razão que a palavra

 

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2468467 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Ceará, o berço do Pacto

Programa que inspirou o pacto nacional nasceu em Sobral e é criticado por ter material didático padronizado e estar baseado em avaliações.

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é uma colcha de retalhos que articula diversas experiências de alfabetização no Brasil aliadas à formação de professores, a exemplo do Pró-Letramento. Mas a principal inspiração e modelo essencial para o Pnaic é um programa do governo do Ceará. O programa que nasceu em Sobral foi introduzido em 2004 para a erradicação do analfabetismo no município e batizado de Programa pela Alfabetização na Idade Certa (Paic).

Reflexo no Ideb

O Paic surgiu da constatação de que apenas 15% dos alunos do 2º ano do ensino fundamental do Ceará liam e compreendiam um pequeno texto, e somente 42% conseguiram produzir um pequeno texto (nenhum foi considerado ortográfico).

Com o auxílio da Undime e da Unicef, o Paic conseguiu capilaridade nos municípios, e se concentrou em cinco eixos: gestão da educação municipal, avaliação externa, alfabetização, educação infantil, literatura infantil e formação do leitor. Desde então, o Ideb do estado para o 4º e 5º ano pulou de 3,2, em 2005, para 4,9 em 2011 (o esperado era 4,0). Se em 2007 apenas 15 municípios, de um universo de 184, tinham nível considerado desejável de alfabetização (um deles era Sobral), em 2011 praticamente todos os municípios alcançaram o mesmo patamar (com a exceção de cinco, que ficaram no nível “suficiente”, segundo mais alto).

Para Idevaldo Bodião, ex-professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará, ex-secretário de Educação e Assistência Social de Fortaleza e membro do Comitê Ceará da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, os rápidos resultados da iniciativa foram o principal atrativo da atenção do MEC. “Com a troca de ministros, era preciso encontrar um programa rápido e urgente que desse resultados imediatos. E não é fácil propor, gestar e criar um programa para aplicá-lo nacionalmente e que tenha resultados em um ano ou dois no máximo. Então, a saída foi encontrar algo que já existia, e que pudesse ter visibilidade e capilaridade”, analisa.

Diferenças no material

A principal diferença entre o Paic e o Pnaic está no modelo de material adotado nas formações de orientadores de estudo. Enquanto o Pacto reuniu pesquisadores do Brasil inteiro para elaborar um material aberto e que respeitasse contextos locais e desse liberdade para o professor alfabetizador embasar sua própria prática pedagógica, o Paic criou um material único para o estado que, apesar de sua boa qualidade, segundo Bodião, tolheu a autonomia do professor.

Nesse sentido, a formação seria mais um treinamento para aplicar as apostilas do que fundamentos para o educador refletir e elaborar suas próprias práticas. “Minha preocupação é que se amanhã tirarmos o material desse professor, como ele dará aula? Ele fica absolutamente órfão.” E uma dependência como essa do material exigiria uma formação continuada permanente, o que não acontece. Dessa forma, a iniciativa estaria fadada a ser extinta tão logo não houvesse mais o material, deixando os educadores reféns de uma política que pode ser alterada com uma mudança de governo.

Maria do Rosário Longo Mordatti, professora titular da Unesp-Marília e presidente da Associação Brasileira de Alfabetização faz ressalvas a materiais prontos. “Todos os materiais previamente elaborados têm em princípio um problema: sua possibilidade de utilização é bem genérica e ampla para todas as situações”, afirma. “O que ocorre na sala de aula e faz o aluno aprender é a relação que se estabelece entre professor e aluno.”

Segundo Maria do Socorro Nunes Macedo, professora da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) e coordenadora do GT de Alfabetização, Leitura e Escrita da Anped, o Pnaic busca driblar justamente essa questão do material da experiência do Ceará, em vez de elaborar um conteúdo único, instrumentalizando o professor para fazer um trabalho a partir do contexto em que está inserido.

Leitura do mundo

Outra preocupação expressada por Bodião em relação ao Paic é com a valorização quase que absoluta de conteúdos de língua portuguesa, deixando de lado a leitura do mundo citada por Paulo Freire (“A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, dizia o educador). Para Bodião, o processo de alfabetização deveria auxiliar os alunos a entenderem o mundo a partir da palavra escrita, e não simplesmente a aplicarem conteúdos disciplinares.

A avaliação é um dos alicerces do Paic, e o seu modelo inspirou o Pacto Nacional. Isso leva ao questionamento, segundo Bodião, sobre o que a avaliação realmente avalia. “Ela avalia se o professor está cumprindo as diretrizes na formatação do Paic. Então qualquer outro professor que tenha um processo de alfabetização diferente não vai bem na avaliação, e isso não quer dizer que ele ensina errado, mas que ele não ensina como no material do Paic”, argumenta.

Os resultados rápidos permitidos pela avaliação são o maior atrativo de programas como o Paic e o Pnaic. O modelo adotado pelas iniciativas, diz Bodião, é capaz de mudar mapas de alfabetização no curto prazo, em cerca de dois anos. Isso seria ideal, se houvesse um legado deixado pelas experiências. O especialista teme, dessa forma, que em dez anos nada reste desses programas. “Parece que só sobrevivem enquanto existe o treinamento para a aplicação do material que está pronto. Não se investe na compreensão autônoma dos próprios professores. E isso é um complicador que não tem sido tratado.”

(Carmen Guerreiro. Ceará, o berço do Pacto. Educação, São Paulo, Ano 17, n. 193, p. 72-74. Maio/2013.)

Na passagem “O especialista teme, dessa forma, que em dez anos nada reste desses programas.”, os termos sublinhados expressam a ideia de

 

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2468374 Ano: 2013
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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Segundo a Lei Municipal nº 6.463/2007, que instituiu o código do meio ambiente e zoneamento, são atribuições do órgão municipal de meio ambiente, EXCETO:
 

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2468317 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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Texto

Quem lê muito pode tornar-se um bom leitor, não necessariamente um escritor competente. Caso contrário, bastaria a escola trabalhar uma lista de livros e cobrar as leituras em avaliações.

Escrever bem depende fundamentalmente de uma leitura crítica do mundo, de um interesse real pelas coisas. Não me refiro a nada transcendental, mas a tudo o que permeia o cotidiano.

É possível desenvolver essa postura no adolescente? Sim. Mas a escola tem apenas parte da responsabilidade nisso. Adolescentes que em sua vivência não elaboram suas próprias experiências terão menos chances de desenvolver-se na escola.

Todo texto é fonte de informações, exemplo de possibilidade de trabalho com linguagem. Ler não adianta nada? Seria ingenuidade dizer que não. Mas de pouco adianta a leitura com a qual não dialogamos, sobre a qual nada pensamos.

E de que adianta um curso de redação? Torna mais conscientes alguns processos de criação; exercita técnicas de elaboração de texto e pode despertar interesse pelo trabalho de criação.

(Maria Tereza A. Campos, consultora de Educação.)

Em “Seria ingenuidade dizer que não.”, o antônimo da palavra destacada é

 

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2468246 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Acerca dos dentes impactados, aqueles que não conseguiram erupcionar na arcada dentária dentro do tempo esperado, analise.
I. A idade média para completar a erupção dos terceiros molares é 20 anos, entretanto, a erupção pode continuar até os 25 anos. O dentista pode usar esses parâmetros para predizer se o dente irá erupcionar no arco ou permanecer impactado.
II. Quando tal dente encontra-se completamente retido no processo alveolar, o saco folicular associado quase sempre também está retido. Devido ao risco do saco folicular, pode sofrer degeneração cística e tornar-se um cisto ou tumor odontogênico. Neste caso, indica-se a remoção dos dentes impactados em qualquer situação em que a avaliação da saúde do paciente permitir a realização do procedimento com segurança.
III. O momento ideal para a remoção dos terceiros molares impactados é quando as raízes estão com um terço a menos de dois terços radiculares formados.
IV. Como regra geral, se o espaço folicular em volta da coroa do dente impactado é superior a 6 mm, o diagnóstico pré-operatório de cisto dentígero é aceitável.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2468148 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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As estacas de madeira são de pouco uso, porém utilizadas em regiões onde há abundância de madeira de lei extraída conforme legislação ambiental e devem ser consideradas para obras de “pouca” solicitação. Para essa execução, deve-se considerar os seguintes aspectos, EXCETO:
 

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2468090 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Ceará, o berço do Pacto

Programa que inspirou o pacto nacional nasceu em Sobral e é criticado por ter material didático padronizado e estar baseado em avaliações.

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é uma colcha de retalhos que articula diversas experiências de alfabetização no Brasil aliadas à formação de professores, a exemplo do Pró-Letramento. Mas a principal inspiração e modelo essencial para o Pnaic é um programa do governo do Ceará. O programa que nasceu em Sobral foi introduzido em 2004 para a erradicação do analfabetismo no município e batizado de Programa pela Alfabetização na Idade Certa (Paic).

Reflexo no Ideb

O Paic surgiu da constatação de que apenas 15% dos alunos do 2º ano do ensino fundamental do Ceará liam e compreendiam um pequeno texto, e somente 42% conseguiram produzir um pequeno texto (nenhum foi considerado ortográfico).

Com o auxílio da Undime e da Unicef, o Paic conseguiu capilaridade nos municípios, e se concentrou em cinco eixos: gestão da educação municipal, avaliação externa, alfabetização, educação infantil, literatura infantil e formação do leitor. Desde então, o Ideb do estado para o 4º e 5º ano pulou de 3,2, em 2005, para 4,9 em 2011 (o esperado era 4,0). Se em 2007 apenas 15 municípios, de um universo de 184, tinham nível considerado desejável de alfabetização (um deles era Sobral), em 2011 praticamente todos os municípios alcançaram o mesmo patamar (com a exceção de cinco, que ficaram no nível “suficiente”, segundo mais alto).

Para Idevaldo Bodião, ex-professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará, ex-secretário de Educação e Assistência Social de Fortaleza e membro do Comitê Ceará da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, os rápidos resultados da iniciativa foram o principal atrativo da atenção do MEC. “Com a troca de ministros, era preciso encontrar um programa rápido e urgente que desse resultados imediatos. E não é fácil propor, gestar e criar um programa para aplicá-lo nacionalmente e que tenha resultados em um ano ou dois no máximo. Então, a saída foi encontrar algo que já existia, e que pudesse ter visibilidade e capilaridade”, analisa.

Diferenças no material

A principal diferença entre o Paic e o Pnaic está no modelo de material adotado nas formações de orientadores de estudo. Enquanto o Pacto reuniu pesquisadores do Brasil inteiro para elaborar um material aberto e que respeitasse contextos locais e desse liberdade para o professor alfabetizador embasar sua própria prática pedagógica, o Paic criou um material único para o estado que, apesar de sua boa qualidade, segundo Bodião, tolheu a autonomia do professor.

Nesse sentido, a formação seria mais um treinamento para aplicar as apostilas do que fundamentos para o educador refletir e elaborar suas próprias práticas. “Minha preocupação é que se amanhã tirarmos o material desse professor, como ele dará aula? Ele fica absolutamente órfão.” E uma dependência como essa do material exigiria uma formação continuada permanente, o que não acontece. Dessa forma, a iniciativa estaria fadada a ser extinta tão logo não houvesse mais o material, deixando os educadores reféns de uma política que pode ser alterada com uma mudança de governo.

Maria do Rosário Longo Mordatti, professora titular da Unesp-Marília e presidente da Associação Brasileira de Alfabetização faz ressalvas a materiais prontos. “Todos os materiais previamente elaborados têm em princípio um problema: sua possibilidade de utilização é bem genérica e ampla para todas as situações”, afirma. “O que ocorre na sala de aula e faz o aluno aprender é a relação que se estabelece entre professor e aluno.”

Segundo Maria do Socorro Nunes Macedo, professora da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) e coordenadora do GT de Alfabetização, Leitura e Escrita da Anped, o Pnaic busca driblar justamente essa questão do material da experiência do Ceará, em vez de elaborar um conteúdo único, instrumentalizando o professor para fazer um trabalho a partir do contexto em que está inserido.

Leitura do mundo

Outra preocupação expressada por Bodião em relação ao Paic é com a valorização quase que absoluta de conteúdos de língua portuguesa, deixando de lado a leitura do mundo citada por Paulo Freire (“A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, dizia o educador). Para Bodião, o processo de alfabetização deveria auxiliar os alunos a entenderem o mundo a partir da palavra escrita, e não simplesmente a aplicarem conteúdos disciplinares.

A avaliação é um dos alicerces do Paic, e o seu modelo inspirou o Pacto Nacional. Isso leva ao questionamento, segundo Bodião, sobre o que a avaliação realmente avalia. “Ela avalia se o professor está cumprindo as diretrizes na formatação do Paic. Então qualquer outro professor que tenha um processo de alfabetização diferente não vai bem na avaliação, e isso não quer dizer que ele ensina errado, mas que ele não ensina como no material do Paic”, argumenta.

Os resultados rápidos permitidos pela avaliação são o maior atrativo de programas como o Paic e o Pnaic. O modelo adotado pelas iniciativas, diz Bodião, é capaz de mudar mapas de alfabetização no curto prazo, em cerca de dois anos. Isso seria ideal, se houvesse um legado deixado pelas experiências. O especialista teme, dessa forma, que em dez anos nada reste desses programas. “Parece que só sobrevivem enquanto existe o treinamento para a aplicação do material que está pronto. Não se investe na compreensão autônoma dos próprios professores. E isso é um complicador que não tem sido tratado.”

(Carmen Guerreiro. Ceará, o berço do Pacto. Educação, São Paulo, Ano 17, n. 193, p. 72-74. Maio/2013.)

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) é um programa destinado aos professores

 

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2468062 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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Ronaldo está utilizando a ferramenta Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão) para digitar uma carta. O procedimento adequado para que ele possa selecionar todo o texto digitado é acessar o menu
 

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2468024 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Provas:
“... a frequência relativa ou intensidade de uma ação é modificada durante o princípio básico do(a) , que é simples. Se um comportamento (...) é repetidamente seguido de resultados agradáveis ao aprendiz, o ato tende a ser desempenhado com maior frequência sob condições similares. Se, entretanto, o comportamento for geralmente seguido de consequências desagradáveis, tende a ser repetido com menor frequência sob circunstâncias semelhantes.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
 

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2467940 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Provas:
Trocando-se o algarismo das unidades pelo das centenas de um número que possui apenas três algarismos, obtém-se o mesmo número. Se o algarismo das dezenas é 3, então esse número
 

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