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Foram encontradas 389 questões.

366650 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Capão Canoa-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    No fragmento “Essa bem-sucedida montagem passa uma das mensagens do filme” (l. 29-30), quanto a sua predicação, “passar” é um verbo:

     

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    366649 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: FUNDATEC
    Orgão: Pref. Capão Canoa-RS
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    Os parênteses em destaque no terceiro parágrafo foram utilizados com a intenção de:

     

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    366648 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: FUNDATEC
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    Considerando o contexto em que aparece na construção textual em análise, a locução conjuntiva “à medida que” (l. 18) exprime ideia de:

     

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    366647 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: FUNDATEC
    Orgão: Pref. Capão Canoa-RS
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    No excerto “A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes” (l. 25), se a palavra “montagem” fosse flexionada no plural, quantas palavras ao todo deveriam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?

     

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    366646 Ano: 2019
    Disciplina: Português
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    As formas verbais “enviassem” e “contassem”, situadas no primeiro período do texto, estão devidamente conjugadas na terceira pessoa do plural do:

     

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    366645 Ano: 2019
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    Com base exclusivamente no que é exposto pelo texto, é correto afirmar que seu autor:

     

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    366644 Ano: 2019
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    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    Qual das seguintes palavras extraídas do texto contém um dígrafo que representa vogal nasal?

     

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    366643 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: FUNDATEC
    Orgão: Pref. Capão Canoa-RS
    Provas:

    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    As lacunas situadas no terceiro parágrafo do texto são, respectiva e corretamente, preenchidas com:

     

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    366642 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: FUNDATEC
    Orgão: Pref. Capão Canoa-RS
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    Assinale a alternativa que apresenta, ao lado da palavra retirada do texto, um termo que semanticamente a substitua de forma correta.

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    366641 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: FUNDATEC
    Orgão: Pref. Capão Canoa-RS
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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    A vida em um dia


  • Um inusitado projeto pediu para que pessoas do mundo todo enviassem vídeos em que
  • contassem sua vida em um dia. O retorno a esse apelo veio na forma de nada menos que 4500
  • horas de imagens registradas por pessoas de mais de 190 nacionalidades. Trata-se de A vida em
  • um dia, documentário produzido a partir da parceria entre a plataforma de compartilhamento de
  • vídeos YouTube, o diretor Kevin Macdonald e os produtores Ridley e Tony Scott.
  • Pensado a partir de uma ideia simples (conte-nos um dia de sua vida e faça parte de nosso
  • filme), A vida em um dia é também um filme simples, porém capaz de levantar algumas reflexões.
  • Editado em ordem cronológica, o documentário mostra pessoas acordando, escovando os dentes,
  • tomando café da manhã, saindo de casa para o trabalho, fazendo o almoço etc., conseguindo
  • captar o que de mais forte há na vida das pessoas: o cotidiano. Por ser tão simplório, à primeira
  • vista o filme pode parecer apenas um compilado de vídeos do YouTube, intercalados com trailers
  • de bons dramas que jamais chegaremos a ver. São cenas simples do cotidiano intercaladas com
  • passagens que se sobressaem (como a do jovem que anuncia sua homosexualidade pelo telefone
  • para a sua avó, ou a cena que se passa em um lar desorganizado e mostra o hábito de um pai
  • viúvo e seu filho pequeno saudarem a imagem da falecida esposa/mãe às manhãs), e personagens
  • que são retomados em mais de um momento, como Okhwan Yoon, coreano que já passou por
  • mais de 190 países em sua grande viagem pelo mundo a bordo de sua bicicleta.
  • Essa aparência à primeira vista vai caindo por terra à medida que montagem, edição e trilha
  • sonora se juntam para transmitir o ritmo da evolução natural do dia, mais lento durante ___
  • primeiras horas do dia ou após o almoço, por exemplo. Além disso, durante o desenvolvimento
  • do filme, algumas curtas e interessantes antologias, como os trechos dedicados ___ nascimentos
  • ou ___ respostas para as perguntas propostas pelos produtores (o que você ama? Do que tem
  • medo? O que tem nos bolsos?), são mostradas e impedem que o expectador encare o filme como
  • um mero compilado aleatório de vídeos.
  • A montagem bem feita de Joe Walker merece aplausos em determinados instantes, como a
  • parte em que brincadeiras de soldados norte americanos em atividade são seguidas por registros
  • de um homem afegão empenhado em desmistificar a fama negativa de seu país; imagens essas
  • que, por sua vez, são alternadas com a preparação de uma mulher para uma video-conferência
  • com o marido, um soldado em atividade e distante devido à guerra. Essa bem-sucedida montagem
  • passa uma das mensagens do filme: mesmo em diferentes culturas e costumes, somos humanos
  • e podemos partilhar de um mesmo contexto, somos todos pessoas diferentes, mas unidos pela
  • humanidade. Em sua primeira aparição, o ciclista coreano contribui também para a transmissão
  • dessa mensagem ao se apresentar dizendo que nasceu na Coreia, não importa se na do Sul ou na
  • do Norte, e que está viajando o mundo descobrindo novas culturas e engrandecendo a si mesmo
  • enquanto pessoa.
  • O filme recebeu diversas críticas, entre elas a construção que pouco explora a heterogeneidade
  • de um material tão vasto, assim como a falta de uma diversidade de enfoques que poderiam
  • mostrar o efeito das grandes questões da vida na visão de diferentes culturas. Para muitos, essas
  • críticas se somam ao acabamento impecável e polido, que descaracteriza um pouco o amadorismo
  • da proposta, resultando em um filme profissional com estética amadorística forjada, que mais se
  • assemelha a um grande comercial da raça humana. A partir dessas críticas e retomando as
  • reflexões iniciais levantadas, fica claro que o diretor, em vez de tentar apresentar e questionar as
  • diferenças que dividem a humanidade, escolheu o caminho mais palatável: fazer uma obra que
  • exalta os sentimentos mais belos, harmonizando pessoas, raças, etnias e credos distintos, para
  • mostrar que, antes de qualquer coisa, somos humanos em busca de uma vida digna e nada mais
  • forte que o nosso dia a dia para tentar reproduzir o que somos.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

    A respeito da grafia de algumas palavras localizadas no texto, levando-se em conta o seu significado no contexto das frases em que aparecem, considere as seguintes afirmações:

    I. “homosexualidade” (l. 13) está escrita corretamente.

    II. “expectador” (l. 23) está escrita corretamente.

    III. “norte americanos” (l. 26) está escrita incorretamente, pois o correto é “norte-americanos”.

    IV. “video-conferência” (l. 28) está escrita incorretamente, pois o correto é “videoconferência”.

    Quais estão corretas?

     

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