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Foram encontradas 405 questões.

3087428 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Capivari Sul-RS

Em uma padaria, uma torta custa R$ 180,00. Porém, comprando via aplicativo de descontos, ela passa a custar R$136,80. Qual foi o percentual de desconto empregado na compra pelo aplicativo?

 

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3087427 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Capivari Sul-RS

O caixa eletrônico de um determinado banco funciona diariamente das 6h até as 22h. Quantos minutos esse caixa funciona por dia?

 

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3087426 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Capivari Sul-RS
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Sobre grau dos substantivos, Cegalla diz que “o grau dos substantivos é a propriedade que essas palavras têm de exprimir as variações de tamanho dos seres”. Sobre substantivos, analise as assertivas que seguem:

I. O grau aumentativo exprime um aumento do ser relativamente ao seu tamanho normal. Pode ser formado sintática ou analiticamente. Além de expressar a ideia de tamanho, podem exprimir também deformidade, desprezo ou troça; existem aumentativos que são fictícios, isto é, têm a forma aumentativa, mas sem sentido de aumento.

II. -acho, -ebre, -ejo e -ico são exemplos de sufixos aumentativos.

III. O grau diminutivo exprime um ser com seu tamanho normal diminuído. A gramática normativa reconhece apenas uma possibilidade de formação, quando se acrescenta um vocábulo de valor adjetivo ao substantivo. Assim como o grau aumentativo, o diminutivo pode carregar outras informações, como conformidade e apreço.

Quais estão corretas?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma: o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 10, 22 e 26 do texto.

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

O pronome “isso” (l. 09) retoma que expressão ou situação presente no texto?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os símbolos das linhas 02, 04 e 13 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e as relações de sentido apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Dado o contexto em que se apresenta, a palavra “constrangimento” (l. 15) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, por “vexame”.

II. De acordo com o texto, as medidas mais severas tomadas pela lei levaram ao aumento de casos de intolerância religiosa.

III. A expressão “arranca com o carro” (l. 14) é considerada uma coloquialidade.

Quais estão corretas?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma: o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e as relações de sentido apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O intertexto presente entre as linhas 15 e 17 traz uma expressão popular, “a gente”, que substitui o pronome “nós”, sem precisar de adequações relacionadas à concordância nominal e verbal.

II. A expressão “no momento em que” (l. 05) oferece uma ideia de tempo e pode ser substituída, sem prejuízo do seu significado, por “quando”.

III. Pode-se dizer que o propósito comunicativo do texto é informativo, pois ele informa sobre a situação de preconceito vivida por uma família e sinaliza para o leitor algumas informações sobre as penas para esse tipo de crime.

Quais estão corretas?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma: o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “que” em “... o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha, que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta...” (l. 02-03), introduz uma oração subordinada de que tipo?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

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  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma: o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Por meio da leitura do texto, é possível inferir que:

 

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