Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Acerca da Resolução do CONTRAN n.º 623/2016, que dispõe sobre a uniformização dos procedimentos administrativos quanto à custódia assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
ALÉM DE EXÓTICO, ORNITORRINCO É MUITO VENENOSO
Descobertas feitas por meio da análise de genes têm revelado semelhanças notáveis entre venenos de diferentes animais. Esses genes, por exemplo, são semelhantes entre animais peçonhentos, como cobras, lagartos, estrelas-do-mar e anêmonas-do-mar. Já o ornitorrinco - mamífero semiaquático que põe ovos e é encontrado na Austrália - é um dos poucos mamíferos com veneno. Produzido por glândulas abdominais, esse veneno é inoculado através de esporões localizados nos membros posteriores. Os ornitorrincos só produzem o veneno durante a época reprodutiva, provavelmente para defender seu território de outros machos) Assim como olhos e nadadeiras, que evoluíram de forma independente em uma série de diferentes linhagens, o veneno do ornitorrinco parece ser um exemplo de evolução convergente, explica Wesley Warren, biólogo que liderou o estudo na Washington University. Segundo alguns relatos, o veneno do ornitorrinco pode causar uma das piores dores sentidas pelo ser humano. Em um dos casos, um animal inoculou o veneno em um homem de 56 anos que pescava. Segundo ele, a dor era tão forte que teve alucinações e, mesmo após quatro meses, seu dedo ainda doía e nem a morfina aliviava a dor. Os esforços para encontrar as moléculas capazes de infligir tanta reação se concentraram na separação e caracterização de proteínas nos extratos de veneno. Essa abordagem identificou três dos componentes mais abundantes no veneno do ornitorrinco. A equipe sequenciou transcrições de RNA mensageiro da glândula de veneno de um ornitorrinco macho, morto por um cão. Para identificar os componentes do veneno, eles se concentraram em genes que não eram produzidos em outros tecidos e se assemelhavam aos genes de veneno de outros animais, (Com isso, os pesquisadores identificaram 83 genes em 13 famílias diferentes de toxinas, ligadas a efeitos como inflamação, danos nos nervos, contração muscular e coagulação sanguínea. Por exemplo: os ornitorrincos produzem 26 tipos diferentes de enzimas de serina proteinase, também encontradas no veneno da maioria das serpentes, e outros genes do veneno se assemelham a uma neurotoxina produzida por aranhas chamada de a latrotoxin. Testes adicionais serão necessários para determinar o que pode causar cada componente do veneno. Para descobrir outros componentes, a equipe planeja procurar genes ligados ao desenvolvimento sazonal da glândula de veneno dos ornitorrincos.
(Fonte: https://sciam.com.br/alem-de-exotico-ornitorrinco-emuito-venenoso/. Acesso em 25/01/2021.)
Assinale a alternativa cuja sentença está escrita de acordo com a norma-padrão da língua.
Provas
ALÉM DE EXÓTICO, ORNITORRINCO É MUITO VENENOSO
Descobertas feitas por meio da análise de genes têm revelado semelhanças notáveis entre venenos de diferentes animais. Esses genes, por exemplo, são semelhantes entre animais peçonhentos, como cobras, lagartos, estrelas-do-mar e anêmonas-do-mar. Já o ornitorrinco - mamífero semiaquático que põe ovos e é encontrado na Austrália - é um dos poucos mamíferos com veneno. Produzido por glândulas abdominais, esse veneno é inoculado através de esporões localizados nos membros posteriores. Os ornitorrincos só produzem o veneno durante a época reprodutiva, provavelmente para defender seu território de outros machos) Assim como olhos e nadadeiras, que evoluíram de forma independente em uma série de diferentes linhagens, o veneno do ornitorrinco parece ser um exemplo de evolução convergente, explica Wesley Warren, biólogo que liderou o estudo na Washington University. Segundo alguns relatos, o veneno do ornitorrinco pode causar uma das piores dores sentidas pelo ser humano. Em um dos casos, um animal inoculou o veneno em um homem de 56 anos que pescava. Segundo ele, a dor era tão forte que teve alucinações e, mesmo após quatro meses, seu dedo ainda doía e nem a morfina aliviava a dor. Os esforços para encontrar as moléculas capazes de infligir tanta reação se concentraram na separação e caracterização de proteínas nos extratos de veneno. Essa abordagem identificou três dos componentes mais abundantes no veneno do ornitorrinco. A equipe sequenciou transcrições de RNA mensageiro da glândula de veneno de um ornitorrinco macho, morto por um cão. Para identificar os componentes do veneno, eles se concentraram em genes que não eram produzidos em outros tecidos e se assemelhavam aos genes de veneno de outros animais, (Com isso, os pesquisadores identificaram 83 genes em 13 famílias diferentes de toxinas, ligadas a efeitos como inflamação, danos nos nervos, contração muscular e coagulação sanguínea. Por exemplo: os ornitorrincos produzem 26 tipos diferentes de enzimas de serina proteinase, também encontradas no veneno da maioria das serpentes, e outros genes do veneno se assemelham a uma neurotoxina produzida por aranhas chamada de a latrotoxin. Testes adicionais serão necessários para determinar o que pode causar cada componente do veneno. Para descobrir outros componentes, a equipe planeja procurar genes ligados ao desenvolvimento sazonal da glândula de veneno dos ornitorrincos.
(Fonte: https://sciam.com.br/alem-de-exotico-ornitorrinco-emuito-venenoso/. Acesso em 25/01/2021.)
“eles se concentraram em genes que não eram produzidos em outros tecidos e se assemelhavam aos genes de veneno de outros animais”.
Considerando a coerência textual, é CORRETO dizer que o antecedente do pronome anafórico sublinhado no enunciado acima:
Provas
Genoma do ornitorrinco é mistura inusitada de réptil, ave e mamífero
Se você achava o ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) esquisito, é porque nunca tinha visto o genoma do bicho. Até agora, porque um consórcio internacional de pesquisadores acaba de obter a sequência completa de “letras” químicas do mais estranho dos mamíferos. Os dados estão na edição desta semana da revista científica Nature, uma das mais prestigiosas do mundo. O trabalho, coordenado por Wesley Warren, da Universidade Washington em Saint Louis (Estados Unidos), traz informações que vão ser úteis para qualquer pesquisador interessado nas origens e na evolução dos mamíferos. Eles são os últimos remanescentes no planeta de um grupo de - mamíferos que ainda botam ovos;tal como faziam seus ancestrais reptilianos. Calcula-se que a linhagem do bicho tenha se separado da dos demais mamíferos há uns 170 milhões de anos, quando o reinado dos dinossauros na Terra tinha apenas começado. Os onitorrincos, são bichos altamente especializados, cujo bico de pato, pés palmados e cauda de castor surgiram em épocas (relativamente) recentes como adaptação para a vida de caçadores de invertebrados aquáticos.
Como nada em águas muito barrentas na Austrália, a criatura desenvolveu uma espécie de “sexto sentido” elétrico, que lhe permite localizar suas presas em condições de visibilidade zero. O DNA da criatura é composto por cerca de 1,85 bilhão de pares de “letras” químicas, cerca de dois terços do genoma humano, embora o número de genes seja quase igual — em torno de 20 mil. O curioso é ver, nessa grande massa de moléculas, diversos exemplos de que os ornitorrincos retiveram características genéticas que sumiram nos humanos e demais mamíferos, mas existem em aves, répteis e até peixes. Como os bichos são ovíparos, os pesquisadores descobriram que estão conservados em seu genoma os códigos para a produção de proteínas nutritivas para os ovos, com similares que só são encontrados fora do grupo dos mamíferos — nas galinhas e no peixe conhecido como paulistinha, por exemplo. Os “ferrões” localizados nas esporas dos ornitorrincos produzem um veneno que, segundo os dados do genoma, utiliza a mesma “matéria-prima” dos venenos de répteis. O curioso, no entanto, é que ele usa novas versões de genes antigos para produzir a peçonha, quase como se a espécie tivesse descoberto a ideia do veneno independentemente. Embora não tenha mamilos, o bicho produz um leite cuja composição nutritiva não fica nem um pouco atrás do leite humano ou de vaca. Os genes ligados ao sistema de defesa do organismo são numerosos e potentes, provavelmente para ajudar os filhotes muito precoces da espécie a não pegarem infecções. E os genes associados ao sistema olfativo também surpreendem pela quantidade — é possível que ele consiga sentir “cheiros” debaixo d'água com eles.
(Extraído e adaptado de: http://g] .globo.com/noticias/ciencia/0,,mul457162-5603,00- genoma+do+ornitorrinco+e+mistura+inusitada+de+reptilrave+re +mamifero.html). Acesso em 26/01/2020.
[...] a criatura desenvolveu uma espécie de “sexto sentido” elétrico, que lhe permite localizar suas presas em condições de visibilidade zero.
Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE a função sintática do elemento linguístico sublinhado no trecho acima.
Provas
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Cascavel-PR
De acordo com a Resolução n.º 810/20 do CONTRAN, analise os itens.
I - O desbloqueio do veículo que tenha sofrido dano de média monta, com a emissão de novos Certificado de Registro de Veículos (CRV) e Certificado de Licenciamento Anual (CLA). só pode ser realizado pelo órgão ou entidade executiva de trânsito do Estado ou do Distrito Federal no qual o veículo esteja registrado.
II - O desbloqueio do veículo que tenha sofrido dano de grande monta, com a emissão de novos Certificado de Registro de Veículos (C Certificado de Licenciamento Anual (CLA), não pode ser realizado pelo órgão ou entidade executivos de trânsito do Estado ou do Distrito Federal no qual o veículo esteja registrado.
III - Deve ser exigido para desbloqueio de veículo com dano de média monta, CRV e CLA originais do veículo, RG, CPF ou CNPJ e comprovante de residência ou domicílio do proprietário, sendo vedado apresentar documentos emitidos em meio digital.
Analisados os itens, assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Cascavel-PR
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos SociaisReserva do Possível, Mínimo Existencial e Vedação ao Retrocesso
Usando como fundamento a Constituição Federal de 1988. analise as afirmativas a seguir.
I- É defeso o direito de greve, em todos os casos.
II- É vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.
III- A lei poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical.
IV- É vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até dois anos após o final do mandato, salvo se cometer faltas leves nos termos da lei.
De acordo com seus conhecimentos sobre os direitos sociais, assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Genoma do ornitorrinco é mistura inusitada de réptil, ave e mamífero
Se você achava o ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) esquisito, é porque nunca tinha visto o genoma do bicho. Até agora, porque um consórcio internacional de pesquisadores acaba de obter a sequência completa de “letras” químicas do mais estranho dos mamíferos. Os dados estão na edição desta semana da revista científica Nature, uma das mais prestigiosas do mundo. O trabalho, coordenado por Wesley Warren, da Universidade Washington em Saint Louis (Estados Unidos), traz informações que vão ser úteis para qualquer pesquisador interessado nas origens e na evolução dos mamíferos. Eles são os últimos remanescentes no planeta de um grupo de - mamíferos que ainda botam ovos;tal como faziam seus ancestrais reptilianos. Calcula-se que a linhagem do bicho tenha se separado da dos demais mamíferos há uns 170 milhões de anos, quando o reinado dos dinossauros na Terra tinha apenas começado. Os onitorrincos, são bichos altamente especializados, cujo bico de pato, pés palmados e cauda de castor surgiram em épocas (relativamente) recentes como adaptação para a vida de caçadores de invertebrados aquáticos.
Como nada em águas muito barrentas na Austrália, a criatura desenvolveu uma espécie de “sexto sentido” elétrico, que lhe permite localizar suas presas em condições de visibilidade zero. O DNA da criatura é composto por cerca de 1,85 bilhão de pares de “letras” químicas, cerca de dois terços do genoma humano, embora o número de genes seja quase igual — em torno de 20 mil. O curioso é ver, nessa grande massa de moléculas, diversos exemplos de que os ornitorrincos retiveram características genéticas que sumiram nos humanos e demais mamíferos, mas existem em aves, répteis e até peixes. Como os bichos são ovíparos, os pesquisadores descobriram que estão conservados em seu genoma os códigos para a produção de proteínas nutritivas para os ovos, com similares que só são encontrados fora do grupo dos mamíferos — nas galinhas e no peixe conhecido como paulistinha, por exemplo. Os “ferrões” localizados nas esporas dos ornitorrincos produzem um veneno que, segundo os dados do genoma, utiliza a mesma “matéria-prima” dos venenos de répteis. O curioso, no entanto, é que ele usa novas versões de genes antigos para produzir a peçonha, quase como se a espécie tivesse descoberto a ideia do veneno independentemente. Embora não tenha mamilos, o bicho produz um leite cuja composição nutritiva não fica nem um pouco atrás do leite humano ou de vaca. Os genes ligados ao sistema de defesa do organismo são numerosos e potentes, provavelmente para ajudar os filhotes muito precoces da espécie a não pegarem infecções. E os genes associados ao sistema olfativo também surpreendem pela quantidade — é possível que ele consiga sentir “cheiros” debaixo d'água com eles.
(Extraído e adaptado de: http://g] .globo.com/noticias/ciencia/0,,mul457162-5603,00- genoma+do+ornitorrinco+e+mistura+inusitada+de+reptilrave+re +mamifero.html). Acesso em 26/01/2020.
Assinale a alternativa em que o segundo substantivo do par mantém uma relação de hiponímia com o primeiro.
Provas
Genoma do ornitorrinco é mistura inusitada de réptil, ave e mamífero
Se você achava o ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) esquisito, é porque nunca tinha visto o genoma do bicho. Até agora, porque um consórcio internacional de pesquisadores acaba de obter a sequência completa de “letras” químicas do mais estranho dos mamíferos. Os dados estão na edição desta semana da revista científica Nature, uma das mais prestigiosas do mundo. O trabalho, coordenado por Wesley Warren, da Universidade Washington em Saint Louis (Estados Unidos), traz informações que vão ser úteis para qualquer pesquisador interessado nas origens e na evolução dos mamíferos. Eles são os últimos remanescentes no planeta de um grupo de - mamíferos que ainda botam ovos;tal como faziam seus ancestrais reptilianos. Calcula-se que a linhagem do bicho tenha se separado da dos demais mamíferos há uns 170 milhões de anos, quando o reinado dos dinossauros na Terra tinha apenas começado. Os onitorrincos, são bichos altamente especializados, cujo bico de pato, pés palmados e cauda de castor surgiram em épocas (relativamente) recentes como adaptação para a vida de caçadores de invertebrados aquáticos.
Como nada em águas muito barrentas na Austrália, a criatura desenvolveu uma espécie de “sexto sentido” elétrico, que lhe permite localizar suas presas em condições de visibilidade zero. O DNA da criatura é composto por cerca de 1,85 bilhão de pares de “letras” químicas, cerca de dois terços do genoma humano, embora o número de genes seja quase igual — em torno de 20 mil. O curioso é ver, nessa grande massa de moléculas, diversos exemplos de que os ornitorrincos retiveram características genéticas que sumiram nos humanos e demais mamíferos, mas existem em aves, répteis e até peixes. Como os bichos são ovíparos, os pesquisadores descobriram que estão conservados em seu genoma os códigos para a produção de proteínas nutritivas para os ovos, com similares que só são encontrados fora do grupo dos mamíferos — nas galinhas e no peixe conhecido como paulistinha, por exemplo. Os “ferrões” localizados nas esporas dos ornitorrincos produzem um veneno que, segundo os dados do genoma, utiliza a mesma “matéria-prima” dos venenos de répteis. O curioso, no entanto, é que ele usa novas versões de genes antigos para produzir a peçonha, quase como se a espécie tivesse descoberto a ideia do veneno independentemente. Embora não tenha mamilos, o bicho produz um leite cuja composição nutritiva não fica nem um pouco atrás do leite humano ou de vaca. Os genes ligados ao sistema de defesa do organismo são numerosos e potentes, provavelmente para ajudar os filhotes muito precoces da espécie a não pegarem infecções. E os genes associados ao sistema olfativo também surpreendem pela quantidade — é possível que ele consiga sentir “cheiros” debaixo d'água com eles.
(Extraído e adaptado de: http://g] .globo.com/noticias/ciencia/0,,mul457162-5603,00- genoma+do+ornitorrinco+e+mistura+inusitada+de+reptilrave+re +mamifero.html). Acesso em 26/01/2020.
Sobre o processo evolutivo dos ornitorrincos, com base no texto, está CORRETA a asserção da alternativa:
Provas
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Cascavel-PR
A Resolução n.º 798, de 2 de setembro de 2020, dispõe sobre requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da velocidade de veículos automotores, elétricos, reboques e semirreboques. Referente aos tipos de medidores de velocidade e suas peculiaridades, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
- Código PenalCrimes Contra a PessoaContra a Liberdade Individual (arts. 146 ao 154-B)Violação de Domicílio (art. 150)
Dos crimes contra a inviolabilidade do domicílio, especificamente no crime de violação de domicílio, que é entrar ou permanecer, clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em casa alheia ou em suas dependências, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Caderno Container