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Foram encontradas 156 questões.

2149507 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Cascavel-PR
A concepção de avaliação formativa e contínua, adota pelo Currículo para a Rede Pública Municipal de Ensino de Cascavel para a educação infantil (2020), pode ser identificada nas alternativas abaixo, EXCETO:
 

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2149506 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Cascavel-PR
A Deliberação nº 04/2013, do Conselho Municipal de Educação (CME), estabelece normas complementares para a educação infantil do Sistema Municipal de Ensino de Cascavel/PR. As alternativas abaixo descrevem algumas dessas normas, EXCETO:
 

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2149505 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Cascavel-PR
A Rede Pública Municipal de Cascavel tem uma trajetória no atendimento de crianças vinculadas à modalidade da educação especial. Assinale alternativa INCORRETA sobre a história da educação especial no referido município:
 

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2149152 Ano: 2022
Disciplina: Secretariado
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Conforme a Deliberação nº 002/2011 do CME/Cascavel, que estabelece normas relativas à definição do calendário escolar para os estabelecimentos de ensino de educação infantil e ensino fundamental – anos iniciais, do sistema municipal de ensino de Cascavel/PR, em seu Art. 5.º Compete à Secretaria Municipal de Educação, por seu setor competente:
 

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2148710 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Texto-base para a questão.
[...]
A princípio, a Língua Portuguesa era voltada para o ensino da gramática normativa, com treinamentos de escrita de redação. Assim, em cada momento ao longo da história do ensino da Língua Portuguesa, “o modo de conceber a linguagem também passou por mudanças e isso resultou em três concepções que estão presentes ainda hoje no modo de conceber o ensino da língua” (OLIVEIRA, 2013, p. 21). Geraldi (2011) apresenta essas concepções, sendo elas: a) concepção de linguagem como expressão do pensamento, b) concepção de linguagem como instrumento de comunicação e c) concepção interacionista de linguagem.
Com relação à linguagem como expressão do pensamento, segundo Geraldi, “[...] essa concepção ilumina, basicamente, os estudos tradicionais. Se concebemos a linguagem como tal, somos levados a afirmações – correntes – de que pessoas que não conseguem se expressar não pensam” (GERALDI, 2011, p. 41).
Percebe-se, pelas palavras do autor, que quem concebe a linguagem a partir dessa perspectiva não considera a presença do interlocutor, pois a fala/escrita é caracterizada como um ato individual e, dessa forma, não há nenhuma referência a questões sociais que influenciam a linguagem.
Já a segunda concepção, a linguagem como instrumento de comunicação, “está ligada à teoria da comunicação e vê a língua como um código (conjunto de signos que se combinam segundo regras) capaz de transmitir ao receptor certa mensagem” (GERALDI, 2011, p. 41). Para essa concepção, a linguagem é considerada, apenas, do ponto de vista do locutor, não havendo, portanto, a relação com o outro. O outro é visto somente como um receptor passivo da mensagem do locutor. Não é considerado, dessa forma, o caráter social da língua.
A terceira concepção, a linguagem como forma de interação,
[...] mais do que possibilitar uma transmissão de informações de um emissor a um receptor, a linguagem é
vista como um lugar de interação humana. Por meio dela, o sujeito que fala prática ações que não
conseguiria levar a cabo, a não ser falando; com ela o falante age sobre o ouvinte, constituindo
compromissos e vínculos que não preexistam à fala (GERALDI, 2011, p. 41).
Nessa concepção, considera-se que os seres humanos interagem socialmente mediados pela linguagem, organizando as suas relações sociodiscursivas. Os sujeitos passam a ser vistos como construtores sociais, haja vista que é por meio das interações, ou seja, dos diálogos, que há trocas de experiências e de conhecimentos.
[...]
[Fonte: CASCAVEL. Secretaria Municipal de Educação. Currículo para rede pública municipal de ensino de Cascavel - Volume 1: Educação Infantil. Cascavel: SEMED, 2020. p. 265-266. (com alterações)]
Considerando o emprego dos elementos linguísticos no texto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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2148683 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Fragmento do texto “Discurso de ódio promove discriminação e até violência; entenda”, de Paula Rodrigues de Ecoa, publicado em 01/02/2022

Liberdade de expressão justifica o discurso de ódio?

Boa parte dos discursos de ódio nos dias atuais tem sido justificada pela liberdade de expressão, que é um direito constitucional de qualquer cidadão ou cidadã brasileira. Na Constituição está lá: “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

O mesmo diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.

Só que existem outros artigos nos dois documentos que também garantem a liberdade de cada um exercer sua religião, ou que nenhum ser humano deve ser discriminado pela cor da pele, por exemplo. Na prática, isso significa que certos discursos e ações não podem ferir esses outros direitos.

“Tem até um slogan importante que diz: liberdade de expressão não significa liberdade de ódio. A pessoa pode até odiar, mas não pode expressar esse ódio. No momento em que ela expressa o ódio, ela está assumindo uma responsabilidade inclusive legal de responder por isso, porque nós temos uma Constituição que diz que todos somos iguais perante a Lei”, diz Jaqueline.

Fonte: www.uol.com.br

Assinale a alternativa cuja reescrita manteria o sentido deste período: “A pessoa pode até odiar, mas não pode expressar esse ódio” (4º parágrafo).
 

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