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Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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I. Um pedagogo. II. Um professor do conselho municipal de educação. III. Um representante da secretaria municipal da educação. IV. Um professor escolhido pelo corpo docente.
Quais estão corretas?
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I. É mantido pelo Poder Público do Município. II. Compreende os níveis de ensino da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. III. Atua nas modalidades de educação de jovens e adultos e de educação especial.
Quais estão corretas?
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1. Período destinado à ação comunitária, fora da carga horária de trabalho. 2. Piso salarial profissional definido por lei específica. 3. Progressão funcional na carreira, mediante antiguidade e designação do chefe do executivo municipal. 4. Habilitação profissional: condição essencial que habilite ao exercício do magistério através da comprovação de titulação específica.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cidreira-RS
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( ) Na cidade de Canoas, diversos bairros foram evacuados por determinação da prefeitura da cidade, em função das enchentes. ( ) Roca Sales, Eldorado do Sul e Porto Alegre estão entre as cidades atingidas. ( ) O Aeroporto Salgado Filho, na capital, foi fechado no dia 3 de maio devido à elevação das águas do Guaíba, que no dia 5 de maio já registrava 5,33 m.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De onde vem minha habilidade no futebol
Por Fabrício Carpinejar
Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva
e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso
levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé.
Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas
dos meus adversários.
Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti
e parar o jogo.
Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na
boca.
A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz
Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita.
Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável.
As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol.
Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera.
Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e
barrancos.
Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente
esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue.
Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto.
As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume.
Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois
pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia.
As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir.
Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo.
Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar
ou tirar a roupa.
Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu
contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro.
Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família
mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro.
Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina.
Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha
surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro.
Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava
ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minhahabilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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