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Foram encontradas 60 questões.

1399572 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Marque a alternativa CORRETA. A leitura e a escrita são duas atividades complexas, altamente organizadas que fazem parte de uma cultura. Num modelo construtivista que considera a leitura e a escrita como dois processos intimamente relacionados e que, em situação educativa, têm de ser abordados de maneira global, podemos afirmar:
 

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1399041 Ano: 2012
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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“A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”
(CF/88, art. 205)
Sobre os direitos assegurados ao aluno, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1398758 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Toda prática pedagógica gravita em torno de um currículo. O currículo é o cruzamento de práticas diferentes, e se converte em configurador, por sua vez, de tudo que podemos denominar como prática pedagógica nas aulas e nas escolas.
Enumere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, no que se refere à concepção e práticas escolares que definem um currículo.
1. currículo centrado no conteúdo
2. currículo com abordagem transdisciplinar
(   ) O professor como mediador.
(   ) Unidades centradas em temas e projetos.
(   ) Ênfase em pesquisas, questionamentos, discussões e projetos.
(   ) Tem como roteiro o livro texto.
(   ) Centrado no mundo real e na comunidade.
(    ) Unidades centradas em conteúdos disciplinares.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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1398448 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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O Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE) pode ser considerado como um processo estratégico que a escola desenvolve para a melhoria da qualidade de ensino.
Marque a alternativa INCORRETA:
 

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1397963 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Avaliar é...
... essencialmente questionar.
... observar e promover experiências educativas que signifiquem provocações intelectuais.
... é propor tarefas desafiadoras, disponibilizando tempo, recursos, condições aos alunos para a construção das respostas.
Sobre avaliação, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1397833 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A conferência de Jomtien estabeleceu o compromisso mundial para garantir a todas as pessoas os conhecimentos básicos necessários a uma vida digna.
No quadro dessa diversidade contemporânea, complexa e desafiadora, o Relatório Jacques Delors - Educação: um tesouro a descobrir - destaca quatro pilares básicos essenciais a um novo conceito de educação.
Tendo como base os quatro pilares da educação, aprendizagens essenciais, enumere a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
1. Aprender a conhecer
2. Aprender a fazer
3. Aprender a viver juntos, a viver com os outros
4. Aprender a ser
(    ) Aprendizagem que visa o domínio dos instrumentos do conhecimento.
(   ) Todo ser humano deve ser preparado inteiramente – espírito e corpo, inteligência e sensibilidade, sentido estético e responsabilidade pessoal.
(    ) Respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
(   ) Enfatizar a formação profissional e o preparo para o mundo do trabalho.
(   ) Perceber as interdependências de modo a permitir a gestão dos conflitos e a realização de projetos solidários e cooperativos.
(   ) Colocar em prática os conhecimentos, desenvolvimento de habilidades e o estímulo ao surgimento de novas aptidões. Aplicação da teoria na prática e enriquecimento de experiências.
(   ) Preparação do indivíduo para elaborar pensamentos autônomos e críticos; formular os seus próprios juízos de valor; decidir por si mesmo; exercitar a liberdade de pensamento; discernimento, sentimento e imaginação.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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1397295 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Ao final de um projeto, pode-se dizer que a criança aprendeu porque teve uma intensa participação que envolveu a resolução de problemas de seu interesse.
Analise as situações abaixo e indique SIM (S) para as situações pertinentes ao trabalho com projeto e NÃO (N) para as não pertinentes.
(   ) Inicia-se a partir de um tema ou de um problema negociado com a turma.
(   ) O professor é o protagonista das decisões sobre a informação.
(   ) Utiliza um percurso expositivo e descritivo de um tema.
(   ) Estabelece-se, em conjunto, critérios de ordenação e interpretação das fontes. Recapitula-se (avalia-se) o que aprendeu.
(   ) O professor converte em matéria de estudo o que os alunos gostam.
(   ) Após problematização, inicia-se um processo de pesquisa.
A sequência CORRETA de classificação, de cima para baixo, é:
 

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1396798 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Conhecer o corpo humano não é apenas saber como funciona os muitos aparelhos do organismo, mas também entender como funciona o próprio corpo e que consequências isso tem em decisões pessoais da maior importância, tais como: fazer dieta, usar drogas, consumir gorduras, fazer exercícios físicos.
No contexto acima descrito, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1395634 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
“Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social.”
No período acima, estabeleceu-se entre as orações uma relação de
 

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1395470 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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As Avaliações Externas avaliam a escola com instrumentos elaborados fora da escola. Considerando as características de cada uma destas Avaliações Externas, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
( 1 ) SAEB e Prova Brasil
( 2 ) Provinha Brasil
( 3 ) ENEM
( 4 ) SIMAVE
( 5 ) IDEB
(    ) PROALFA, PROEB, PAAE
(    ) Resultado da combinação da Prova Brasil e das taxas de aprovação da escola.
(    ) Realizada a cada dois anos e por amostragem.
(    ) Permite o acesso do aluno ao ProUni e Sisu.
(    ) Avaliação diagnóstica do nível de alfabetização que acontece em duas etapas.
A sequência CORRETA dessa associação, de cima para baixo, é:
 

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