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Foram encontradas 60 questões.

1390220 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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“As dificuldades imprimem um ritmo, mas não impedem o desenvolvimento.” Eliza, 2005.
Sobre educação inclusiva, analise as questões abaixo e classifique-as em (V) verdadeiras ou (F) falsas:
(   ) A Declaração de Salamanca propõe que as escolas regulares acolham crianças com deficiências, portadores de altas habilidades e aquelas das mais variadas origens e contextos sociais.
(   ) A LDBEN conceitua como Educação Especial “a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede especial de ensino para educandos portadores de necessidades especiais.
(   ) A deficiência caracteriza-se em déficit ou perda, tanto em nível orgânico quanto psíquico.
(   ) O professor terá um plano de ensino para a turma e planos individualizados para alunos portadores de necessidades especiais.
(   ) Os resultados da avaliação expressos no Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) do aluno e no Certificado de Terminalidade Específica serão arquivados na escola e a família não poderá ter acesso a esses documentos.
(   ) O Certificado de Escolaridade restringe o encaminhamento para a educação profissional, bem como a inserção no mercado de trabalho.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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“A expectativa de vida média no Brasil cresce paulatinamente: em 2008, a média de vida no Brasil era de 72,8 anos; em 2009, foi de 73,1 anos; em 2020, a previsão é de que deve chegar a 76,1; e em 2050 a 81,3 anos”.
(Revista Brasileira de Administração (RBA), Julho / Agosto 2011. Pág 40.)
Tal constatação, aliada a outras informações inerentes ao tema, nos remete a seguinte conclusão:
 

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1389083 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A Constituição Federal em seu artigo 206, inciso VI, estabelece a gestão democrática no ensino público como um entre os sete princípios necessários para se ministrar o ensino em nosso país, por extensão, para gerir as escolas públicas. Coloque SIM (S) para os itens que são pertinentes a uma gestão democrática e NÃO (N) para as que não são pertinentes.

(  ) Pessoas a serviço da organização.
(  ) Hierarquia verticalizada.
(  ) Responsabilidade compartilhada.
(  ) Foco no cumprimento de normas e regulamento.
(  ) Relacionamento interpessoal.
(  ) Preocupação com processos e resultados.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

 

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1388753 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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TEXTO 1
Era coisa de criança
Colar chiclete na cadeira dos outros, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o buIlying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Monica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying, Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir", afirma Monica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais - fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas que reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
A recente onda de crimes ligados a bullying, no entanto, criou o temor de que crianças e adolescentes talvez não deem conta da briga sozinhos. A comprovação disso estaria em casos como o do adolescente que guardou por anos o rancor das humilhações que passou em um colégio na cidade do Rio de Janeiro - até voltar lá, e disparar contra alunos, deixando 13 mortos. O resultado de histórias assim foi uma pressão de pais, mestres e legisladores para que o comportamento das crianças seja mais controlado. E para que até a polícia seja chamada para impedir as agressões. Em junho, o Senado brasileiro aprovou um projeto de lei determinando que as escolas inibam atitudes e situações que possam gerar bullying. Em maio, um americano de 17 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi preso por dar notas às colegas de turma - altas para as mais bonitas, baixas para as mais feias - e publicar a avaliação no Facebook.
Essa reação é chamada de superproteção pelos pesquisadores que defendem a não intervenção dos adultos nas disputas entre crianças e adolescentes. "É como se o mundo inteiro estivesse sofrendo de amnésia. Os adultos se esqueceram de que passaram pelas mesmas disputas no colégio", diz Helen Guldberg, psicóloga e professora de desenvolvimento infantil na Open University, Inglaterra. Segundo Helen, estamos julgando as atitudes das crianças com base nos valores de adultos. "O comportamento das crianças - as palavras que usam, o jeito brusco com que, por exemplo, excluem outros de suas brincadeiras - está sendo julgado com a seriedade com que encararíamos o relacionamento entre adultos em um escritório", afirma.
Essa linha de não intervenção defendida por gente como Helen Guldberg é polêmica. Para os críticos, desavenças simples podem ser o início de conflitos mais graves - eventos que poderão deixar marcas físicas e psicológicas. "O bullying é um problema sério que precisa ser combatido", diz Aramis Lopes Neto, pediatra e estudioso do tema. Mas em um ponto as duas linhas concordam: quando a briga se repete e se prolonga por um tempo, e só um lado sai sempre perdendo é porque a criança já está derrotada. E é hora de os adultos entrarem em ação.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de intervir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento social e baixa autoestima", afirma Lopes Neto. Isso atrapalharia a vida profissional e pessoal, como a capacidade de manter relacionamentos estáveis. "Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullying no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
(Superinteressante, ed. 294, agosto de 2011, p. 72-74.) Texto adaptado.
São estratégias usadas na construção do texto:
I – Emprego de exemplificações.
II – Utilização de dados estatísticos.
III – Apresentação de argumentação de autoridades.
IV – Estabelecimento de paralelos e/ou confronto entre fatos.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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1388437 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Conforme expresso no artigo 67 da LDBEN “Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando lhes, inclusive nos termos dos estatutos e nos planos de carreira do magistério público”:
Marque a alternativa INCORRETA:
 

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1388026 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) constituem um referencial de qualidade para a educação.
Analise as questões abaixo e classifique-as em VERDADEIRAS ou FALSAS:
(   ) Os PCNs são instrumentos úteis no apoio às discussões pedagógicas, na elaboração de projetos, no planejamento de aulas, na reflexão sobre a prática educativa e na análise do material didático da escola.
(   ) Apesar de apresentar uma estrutura curricular completa, os PCNs são abertos e flexíveis, uma vez que, por sua natureza, exigem adaptações para a construção do currículo de uma escola.
(   ) Os PCNs do Ensino Médio organizam a divisão do conhecimento em três áreas: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências da natureza, matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias.
(   ) Os Conteúdos Básicos Comuns (CBC) estão fundamentados nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nos Parâmetros Curriculares Nacionais.
(   ) Os CBC se destinam apenas ao Ensino Médio das escolas estaduais de Minas Gerais.
(   ) Os temas complementares dos CBC têm como objetivo introduzir novos tópicos dentro do PPP da escola de acordo com as potencialidades e interesses da turma.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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O município de Congonhas está inserido na bacia hidrográfica do:

 

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1383596 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A proposta de interdisciplinaridade é estabelecer ligações de complementaridade, convergências, interconexões e passagens entre os conhecimentos.
Sobre interdisciplinaridade, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1379565 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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Observe, novamente, a tirinha da Mafalda da questão anterior e tendo como referência as tendências e concepções pedagógicas, podemos afirmar que: Marque a alternativa CORRETA:
 

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1379349 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Congonhas-MG
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A escola na sociedade hodierna, que tem como objetivo a formação integral do aluno, sentiu a necessidade de abarcar todas as capacidades das pessoas, definindo como objetos de aprendizagem conhecimentos diversos e habilidades, técnicas e estratégias, e pretendeu-se que o aluno adquirisse alguns comportamentos determinados. Esses comportamentos, denominados conteúdos da aprendizagem, classificam-se em:
1. Conceituais.
2. Procedimentais.
3. Atitudinais.
Enumere as situações abaixo descritas, conforme a classificação dos conteúdos de aprendizagem:
(   ) Saber datas de acontecimentos, descrever fatos e reconhecer personagens da História.
(   ) Trabalhar em grupo, ouvindo e respeitando as diferentes opiniões
(   ) Descrever os sistemas do corpo humano, em sua organização e funcionamento.
(   ) Resolver situações matemáticas dentro de um contexto social.
(   ) Participar de jogos e atividades, observando regras e normas.
(   ) Exposição de fatos, conceitos em atividades expositivas e debates.
(   ) Ler, interpretar e redigir textos utilizando os recursos da língua.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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