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O ingresso das crianças na instituição de educação infantil pode alargar o seu universo inicial, possibilitando a convivência com outras crianças e com adultos de origens e hábitos culturais diversos. A partir dessa nova experiência, a criança pode aprender novas brincadeiras e adquirir outros conhecimentos com realidades muito diferentes. Tendo em vista a importância dessa etapa para o desenvolvimento infantil, analise as assertivas a seguir.
I- O estabelecimento de condições adequadas para as interações na educação infantil está pautado tanto nas questões emocionais e afetivas quanto nas cognitivas.
II- O estabelecimento de interações entre as crianças serve como suporte e estímulo para o encadeamento das ações de faz de conta, que devem ser dirigidas por um adulto.
III- A oferta de múltiplos exemplares de brinquedos aumenta a incidência de conflitos em torno da posse de objetos, na medida em que propicia ações paralelas de disputa, o que deve ser evitado.
IV- As características de cada criança, seja no âmbito afetivo, seja no emocional, social ou cognitivo, devem ser levadas em conta quando se organizam situações de trabalho ou jogo em grupo ou em momentos de brincadeira que ocorrem livremente.
V- As interações de diferentes crianças, incluindo aquelas com necessidades especiais, assim como com conhecimentos específicos diferenciados, constituem fatores de desenvolvimento e aprendizagem quando se criam situações de ajuda mútua e cooperação.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A alternativa em que o referente NÃO foi corretamente identificado entre parênteses é:
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Leia os textos.
Texto I

Texto II
A criança, ao observar pessoas leitoras, apreende e significa, por exemplo, o modo como se pega no livro, como suas páginas são passadas, a postura diante dele, a forma de ler, a entonação. [...] Diante da capa, do título anunciado, das imagens do livro, imaginam o conteúdo da história, fazendo antecipações da mesma forma que um leitor fluente.
(A criança e a linguagem oral/ Prefeitura Municipal de Contagem. - Contagem: Prefeitura Municipal de Contagem, 2012, p. 17.)
Sobre o desenvolvimento da linguagem, é CORRETO afirmar:
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A estrutura do Sistema Educacional Brasileiro atual é resultado de uma série de mudanças ao longo da história da educação no Brasil e, para compreendê-la, é fundamental conhecer os principais aspectos que contextualizam suas fases. Fazendo uma retrospectiva, pode-se identificar alguns aspectos que foram essenciais para o seu desenvolvimento, como a evolução populacional ocorrida entre os anos 1920 e 1950.

Analise as proposições a seguir, considerando a evolução histórica da educação brasileira e as informações do quadro acima.
I- A taxa de analfabetismo na década de 50 não diminuiu em relação à década anterior.
II- A educação brasileira comportou-se como um instrumento de mobilidade da democracia social.
III- Os primeiros Sistemas Educacionais no Brasil tiveram um caráter excludente, desfavorecendo a grande massa popular e garantindo o acesso à educação somente à elite brasileira.
IV- A urbanização e a industrialização foram fatores que influenciaram a escolarização da população, pois, entre os anos de 1920 e 1940, a taxa de urbanização dobrou e o analfabetismo sofreu uma sensível queda.
Está CORRETO o que se afirma em:
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1469730
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96) aponta que o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
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