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Foram encontradas 260 questões.

3284496 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Para abastecer o seu veículo com 32 litros de etanol em um posto de combustível, Tainá desembolsou R$ 109,44. Com base nessa informação, o preço do etanol por litro neste posto é de
 

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3284495 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Em uma sala de cinema, foram vendidos 180 ingressos para uma sessão específica, o que corresponde a 60% da capacidade total de assentos disponíveis. Considerando que cada fileira da sala possui 12 cadeiras, o total de fileiras será de
 

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3284494 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Em uma festa, estavam disponíveis três variedades de doces: beijinhos, brigadeiros e pirulitos. O número de beijinhos era de 44 unidades. Os brigadeiros representavam um terço do total, enquanto os pirulitos correspondiam a 30%. Assinale a quantidade total de doces presente na festa.
 

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3284493 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Alberto realizou um experimento para estudar o comportamento de uma bola ao quicar em uma cama elástica. Ele percebeu que a cada quique, a bola alcançava 60% da altura do quique anterior. A porcentagem da altura inicial que a bola atinge após quicar três vezes é de
 

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3284492 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Um número é divisível por 4 se o número formado pelos seus dois últimos algarismos for divisível por 4. Com base nesse critério, assinale a alternativa que não apresenta um número divisível por 4.
 

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3284491 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
Considerando que Clara tem 1 metro e 80 centímetros de altura e que a altura de Bruna é 85% da altura de Clara, assinale a alternativa que apresenta a altura de Bruna.
 

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3284490 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
No jogo de ida de uma final de campeonato de futebol, compareceram 18 mil pagantes. No jogo de volta, esse número subiu para 28 mil e 800 pagantes. O aumento percentual de um jogo para o outro é de
 

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Na manhã de uma segunda-feira de novembro,

logo após o primeiro dia do Enem de 2023, Caetano

Veloso apareceu de pijama em um vídeo, tentando

responder à questão 23, uma pergunta de

interpretação de texto que citava duas músicas suas:

“Alegria, Alegria” (1968) e “Anjos Tronchos” (2021).

“Quando li, achei que eram todas as alternativas”,

disse Caetano — que acabou preferindo a D (o

gabarito indicava B).

A cena lembra uma entrevista de 2012, com o

pedagogo Rubem Alves, que foi professor e pró-reitor

da graduação da Unicamp. “O vestibular criou na

cabeça de todo mundo que existe uma resposta certa

mesmo”, ele disse, dois anos antes de morrer. “As leis

de Kepler você pode decorar em dez minutos. Mas

Kepler levou anos para chegar até elas. O processo de

aprendizado é isto: não é a busca pelas respostas

certas, mas o processo de pensar.”

Rubem considerava o vestibular uma

aberração, e não julgava possível reinventar esse

modelo de seleção para torná-lo realmente justo.

Rubem argumenta que os vestibulares forçam

as escolas a montarem seus currículos e sistemas de

avaliação com o objetivo de treinar os alunos para

esses testes, e não com o fim de educar. A sociedade,

então, passa a achar que inteligência é sinônimo de

gabaritar uma prova.

Na cabeça dos pais mais durões, educação é

sinônimo de memorização. Diretores e professores

exaltam os bons alunos — é praxe pendurar cartazes

no começo do ano com a lista de aprovados para

cursos de nível superior, sem consideração pela

violência psicológica infligida aos supostos maus

alunos.

É de se admitir que o Enem foi um avanço em

relação aos vestibulares tradicionais. Primeiro porque

os alunos fazem uma única prova para concorrer a

várias instituições, o que amplia um bocado o leque

de opções. Mas também porque o Enem se esforça

para ser mais interpretativo que conteudista: várias

questões são autossuficientes, dependem só do que

está escrito na prova, e não de conhecimento prévio

extremamente específico.

Mesmo assim, ainda se trata de uma prova

exaustiva de múltipla escolha, acompanhada de uma

redação em moldes muitos restritivos — que mede

mais o quanto o candidato treinou para o Enem do

que sua real capacidade de se expressar em

português. Acordou em um dia ruim? Tente outra vez

ano que vem.

Bruno Vaiano. Vestibular: um modelo de seleção fracassado. Superinteressante, ed. 459, Editora Abril, jan./2024 (com adaptações).

Classifica-se como subordinada adjetiva restritiva a oração
 

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Na manhã de uma segunda-feira de novembro,

logo após o primeiro dia do Enem de 2023, Caetano

Veloso apareceu de pijama em um vídeo, tentando

responder à questão 23, uma pergunta de

interpretação de texto que citava duas músicas suas:

“Alegria, Alegria” (1968) e “Anjos Tronchos” (2021).

“Quando li, achei que eram todas as alternativas”,

disse Caetano — que acabou preferindo a D (o

gabarito indicava B).

A cena lembra uma entrevista de 2012, com o

pedagogo Rubem Alves, que foi professor e pró-reitor

da graduação da Unicamp. “O vestibular criou na

cabeça de todo mundo que existe uma resposta certa

mesmo”, ele disse, dois anos antes de morrer. “As leis

de Kepler você pode decorar em dez minutos. Mas

Kepler levou anos para chegar até elas. O processo de

aprendizado é isto: não é a busca pelas respostas

certas, mas o processo de pensar.”

Rubem considerava o vestibular uma

aberração, e não julgava possível reinventar esse

modelo de seleção para torná-lo realmente justo.

Rubem argumenta que os vestibulares forçam

as escolas a montarem seus currículos e sistemas de

avaliação com o objetivo de treinar os alunos para

esses testes, e não com o fim de educar. A sociedade,

então, passa a achar que inteligência é sinônimo de

gabaritar uma prova.

Na cabeça dos pais mais durões, educação é

sinônimo de memorização. Diretores e professores

exaltam os bons alunos — é praxe pendurar cartazes

no começo do ano com a lista de aprovados para

cursos de nível superior, sem consideração pela

violência psicológica infligida aos supostos maus

alunos.

É de se admitir que o Enem foi um avanço em

relação aos vestibulares tradicionais. Primeiro porque

os alunos fazem uma única prova para concorrer a

várias instituições, o que amplia um bocado o leque

de opções. Mas também porque o Enem se esforça

para ser mais interpretativo que conteudista: várias

questões são autossuficientes, dependem só do que

está escrito na prova, e não de conhecimento prévio

extremamente específico.

Mesmo assim, ainda se trata de uma prova

exaustiva de múltipla escolha, acompanhada de uma

redação em moldes muitos restritivos — que mede

mais o quanto o candidato treinou para o Enem do

que sua real capacidade de se expressar em

português. Acordou em um dia ruim? Tente outra vez

ano que vem.

Bruno Vaiano. Vestibular: um modelo de seleção fracassado. Superinteressante, ed. 459, Editora Abril, jan./2024 (com adaptações).

O emprego do vocábulo “se” (linha 44) tem o papel de
 

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Na manhã de uma segunda-feira de novembro,

logo após o primeiro dia do Enem de 2023, Caetano

Veloso apareceu de pijama em um vídeo, tentando

responder à questão 23, uma pergunta de

interpretação de texto que citava duas músicas suas:

“Alegria, Alegria” (1968) e “Anjos Tronchos” (2021).

“Quando li, achei que eram todas as alternativas”,

disse Caetano — que acabou preferindo a D (o

gabarito indicava B).

A cena lembra uma entrevista de 2012, com o

pedagogo Rubem Alves, que foi professor e pró-reitor

da graduação da Unicamp. “O vestibular criou na

cabeça de todo mundo que existe uma resposta certa

mesmo”, ele disse, dois anos antes de morrer. “As leis

de Kepler você pode decorar em dez minutos. Mas

Kepler levou anos para chegar até elas. O processo de

aprendizado é isto: não é a busca pelas respostas

certas, mas o processo de pensar.”

Rubem considerava o vestibular uma

aberração, e não julgava possível reinventar esse

modelo de seleção para torná-lo realmente justo.

Rubem argumenta que os vestibulares forçam

as escolas a montarem seus currículos e sistemas de

avaliação com o objetivo de treinar os alunos para

esses testes, e não com o fim de educar. A sociedade,

então, passa a achar que inteligência é sinônimo de

gabaritar uma prova.

Na cabeça dos pais mais durões, educação é

sinônimo de memorização. Diretores e professores

exaltam os bons alunos — é praxe pendurar cartazes

no começo do ano com a lista de aprovados para

cursos de nível superior, sem consideração pela

violência psicológica infligida aos supostos maus

alunos.

É de se admitir que o Enem foi um avanço em

relação aos vestibulares tradicionais. Primeiro porque

os alunos fazem uma única prova para concorrer a

várias instituições, o que amplia um bocado o leque

de opções. Mas também porque o Enem se esforça

para ser mais interpretativo que conteudista: várias

questões são autossuficientes, dependem só do que

está escrito na prova, e não de conhecimento prévio

extremamente específico.

Mesmo assim, ainda se trata de uma prova

exaustiva de múltipla escolha, acompanhada de uma

redação em moldes muitos restritivos — que mede

mais o quanto o candidato treinou para o Enem do

que sua real capacidade de se expressar em

português. Acordou em um dia ruim? Tente outra vez

ano que vem.

Bruno Vaiano. Vestibular: um modelo de seleção fracassado. Superinteressante, ed. 459, Editora Abril, jan./2024 (com adaptações).

Sem prejuízo do sentido e da correção gramatical do texto, poderia ser eliminada a vírgula que aparece logo após
 

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