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3284466 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

Entende-se do texto que a palavra “vetor” (linha 19) remete
 

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3284465 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

A palavra “letalidade” (linha 13) é sinônimo de
 

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3284464 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

O texto defende, explicitamente, que a solução definitiva para a dengue depende de
 

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3284463 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

Com base no texto, o número de hospitalizações por dengue é maior entre pessoas
 

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3284462 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

De acordo com o texto, os mosquitos
 

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3284461 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Enunciado 3501049-1

Conclui-se da tirinha que o controle de algumas doenças contagiosas depende da
 

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3284460 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Enunciado 3501048-1

O personagem que diz “Nunca tive nada sério mesmo...” demonstra, com isso,
 

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3284459 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Enunciado 3501047-1

A frase “A doença se alastra” tem o mesmo sentido de
 

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3284458 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Enunciado 3501046-1

Assinale a alternativa correta acerca da ortografia de palavras usadas na tirinha.
 

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3284457 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Enunciado 3501045-1

A tirinha tem o propósito principal de
 

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