Foram encontradas 260 questões.
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
O livro físico tem sido uma ferramenta
pedagógica confiável ao longo da história da
educação. Entretanto, a comparação entre o livro
impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas
como tablets, computadores ou leitores digitais (e-
readers) provoca reações apaixonadas entre usuários
ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos
educadores sustentam que a leitura de livros físicos
permite que os alunos desenvolvam habilidades de
concentração, imaginação e reflexão crítica.
Uma das principais vantagens do livro físico é a
sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos
indicam que a interação com um livro impresso ativa
áreas sensoriais do cérebro que podem não ser
estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A
sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e
até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma
experiência de aprendizado mais rica e memorável.
Experiências práticas de inserção de livros
digitais como plataformas únicas no ensino básico
têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,
inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na
idade adequada.
Soma-se à questão do manuseio do livro físico
a possibilidade de interação manual com os objetos
de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e
Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na
Noruega, escrever à mão fortalece o processo de
aprendizagem, ao passo que, ao digitar no
computador, esse processo é de fato comprometido.
A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,
realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os
apreciadores de literatura, 70% preferem os livros
físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!
Quem não verifica o quanto já leu e o quanto
falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta
para a conclusão do livro?!
Outro fator interessante é a posição física do
texto em relação às páginas. Para pessoas que
desenvolvem uma comunicação
predominantemente visual com a realidade, é
comum a lembrança da posição e da imagem do
texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura
em equipamentos de leitura digital.
Uma vantagem indiscutível dos livros digitais
consiste no preço a ser pago por uma obra e na
praticidade em comprar e obter acesso imediato. É
evidente que a obra digital será sensivelmente mais
barata que o livro físico por todas as questões de
produção e logística envolvidas, aspecto que pode
apontar para uma democratização da oferta de obras
diversas, visto que o acesso às plataformas digitais
está cada vez maior.
Não devemos ser saudosistas na manutenção
de uma plataforma em detrimento das novas, sob o
risco de defendermos os pergaminhos em vez dos
livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar
tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e
de outra plataforma.
Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)
Provas
Os mosquitos sempre foram inconvenientes,
mas não eram vistos como um problema de saúde
pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu
a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”
da febre amarela. Na década seguinte, com a
descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a
primeira doença comprovadamente viral da história.
A dengue foi a segunda.
O mosquito passou a ser visto como uma
ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:
apesar do quadro de infecção desconfortável, as
pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre
amarela é muito mais grave, com letalidade em torno
de 40%.
Há anos tentamos combater a dengue
focando na eliminação do mosquito (basicamente,
não deixar água parada). Essa ação é fundamental,
claro, mas a busca por uma solução definitiva
demanda focar no vírus, não apenas no vetor.
A ferramenta que temos em mãos para
combater a epidemia atual são as vacinas. Existem
duas aprovadas no Brasil.
Uma delas só é indicada para pessoas que já
tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.
Os estudos clínicos mostraram que pacientes
soronegativos que tomaram a vacina e depois
contraíram dengue tinham mais chances de
apresentar quadros graves.
A outra previne 63% dos casos de dengue
sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode
ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se
ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser
distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o
público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa
é a faixa etária com maior número de hospitalizações
por dengue.
Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).
Provas
Os mosquitos sempre foram inconvenientes,
mas não eram vistos como um problema de saúde
pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu
a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”
da febre amarela. Na década seguinte, com a
descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a
primeira doença comprovadamente viral da história.
A dengue foi a segunda.
O mosquito passou a ser visto como uma
ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:
apesar do quadro de infecção desconfortável, as
pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre
amarela é muito mais grave, com letalidade em torno
de 40%.
Há anos tentamos combater a dengue
focando na eliminação do mosquito (basicamente,
não deixar água parada). Essa ação é fundamental,
claro, mas a busca por uma solução definitiva
demanda focar no vírus, não apenas no vetor.
A ferramenta que temos em mãos para
combater a epidemia atual são as vacinas. Existem
duas aprovadas no Brasil.
Uma delas só é indicada para pessoas que já
tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.
Os estudos clínicos mostraram que pacientes
soronegativos que tomaram a vacina e depois
contraíram dengue tinham mais chances de
apresentar quadros graves.
A outra previne 63% dos casos de dengue
sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode
ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se
ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser
distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o
público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa
é a faixa etária com maior número de hospitalizações
por dengue.
Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).
Provas
Os mosquitos sempre foram inconvenientes,
mas não eram vistos como um problema de saúde
pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu
a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”
da febre amarela. Na década seguinte, com a
descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a
primeira doença comprovadamente viral da história.
A dengue foi a segunda.
O mosquito passou a ser visto como uma
ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:
apesar do quadro de infecção desconfortável, as
pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre
amarela é muito mais grave, com letalidade em torno
de 40%.
Há anos tentamos combater a dengue
focando na eliminação do mosquito (basicamente,
não deixar água parada). Essa ação é fundamental,
claro, mas a busca por uma solução definitiva
demanda focar no vírus, não apenas no vetor.
A ferramenta que temos em mãos para
combater a epidemia atual são as vacinas. Existem
duas aprovadas no Brasil.
Uma delas só é indicada para pessoas que já
tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.
Os estudos clínicos mostraram que pacientes
soronegativos que tomaram a vacina e depois
contraíram dengue tinham mais chances de
apresentar quadros graves.
A outra previne 63% dos casos de dengue
sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode
ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se
ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser
distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o
público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa
é a faixa etária com maior número de hospitalizações
por dengue.
Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).
Provas
Caderno Container