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Foram encontradas 260 questões.

3284476 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

A expressão “à mão” (linha 28) exerce a função sintática de
 

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3284475 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Assinale a alternativa que apresenta uma proposta de reescrita que é gramaticalmente correta e preserva o sentido do primeiro período do texto: “O livro físico tem sido uma ferramenta pedagógica confiável ao longo da história da educação.” (linhas 1-3).
 

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3284474 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

No texto, o verbo “esvair” (linha 34) é sinônimo de
 

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3284473 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Com base nas relações de sentido estabelecidas entre os parágrafos do texto, é correto afirmar que, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o início do penúltimo parágrafo (“Uma vantagem...”) poderia ser reescrito da seguinte maneira
 

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3284472 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Acerca das relações de concordância estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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3284471 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

O texto aponta como aspecto exclusivo da leitura em livros físicos
 

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3284470 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO
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O livro físico tem sido uma ferramenta

pedagógica confiável ao longo da história da

educação. Entretanto, a comparação entre o livro

impresso e a leitura por meio de mídias eletrônicas

como tablets, computadores ou leitores digitais (e-

readers) provoca reações apaixonadas entre usuários

ávidos por tecnologias digitais e bibliófilos. Muitos

educadores sustentam que a leitura de livros físicos

permite que os alunos desenvolvam habilidades de

concentração, imaginação e reflexão crítica.

Uma das principais vantagens do livro físico é a

sensação tátil que ele oferece aos leitores. Estudos

indicam que a interação com um livro impresso ativa

áreas sensoriais do cérebro que podem não ser

estimuladas da mesma forma pela leitura digital. A

sensação de virar uma página, sentir o peso do livro e

até mesmo o cheiro das páginas contribui para uma

experiência de aprendizado mais rica e memorável.

Experiências práticas de inserção de livros

digitais como plataformas únicas no ensino básico

têm-se mostrado ineficientes e ineficazes, podendo,

inclusive, agravar situações de baixo nível de leitura na

idade adequada.

Soma-se à questão do manuseio do livro físico

a possibilidade de interação manual com os objetos

de escrita. Segundo os pesquisadores Anne Mangen e

Jean-Luc Velay, da Universidade de Stavanger, na

Noruega, escrever à mão fortalece o processo de

aprendizagem, ao passo que, ao digitar no

computador, esse processo é de fato comprometido.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”,

realizada em 2020, evidencia que, ao menos entre os

apreciadores de literatura, 70% preferem os livros

físicos. Assim, o papel parece estar longe de se esvair!

Quem não verifica o quanto já leu e o quanto

falta ler pela quantidade de páginas que ainda resta

para a conclusão do livro?!

Outro fator interessante é a posição física do

texto em relação às páginas. Para pessoas que

desenvolvem uma comunicação

predominantemente visual com a realidade, é

comum a lembrança da posição e da imagem do

texto nas páginas, fenômeno não observado na leitura

em equipamentos de leitura digital.

Uma vantagem indiscutível dos livros digitais

consiste no preço a ser pago por uma obra e na

praticidade em comprar e obter acesso imediato. É

evidente que a obra digital será sensivelmente mais

barata que o livro físico por todas as questões de

produção e logística envolvidas, aspecto que pode

apontar para uma democratização da oferta de obras

diversas, visto que o acesso às plataformas digitais

está cada vez maior.

Não devemos ser saudosistas na manutenção

de uma plataforma em detrimento das novas, sob o

risco de defendermos os pergaminhos em vez dos

livros que lhes sobrepujaram, mas devemos observar

tecnicamente as vantagens e desvantagens de uma e

de outra plataforma.

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

A respeito das ideias veiculadas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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3284469 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

Assinale a alternativa que corresponde a um antônimo de “sintomáticos” (linha 29), de acordo com a ortografia oficial em vigor.
 

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3284468 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

Assinale a alternativa em que as palavras indicadas são acentuadas devido à mesma regra de acentuação gráfica, de acordo com a ortografia oficial vigente.
 

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3284467 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: Pref. Cristalina-GO

Os mosquitos sempre foram inconvenientes,

mas não eram vistos como um problema de saúde

pública até o início do século 20. Nos anos 1880, surgiu

a hipótese de que o mosquito transmitia o “veneno”

da febre amarela. Na década seguinte, com a

descoberta dos vírus, a febre amarela se tornou a

primeira doença comprovadamente viral da história.

A dengue foi a segunda.

O mosquito passou a ser visto como uma

ameaça por conta da febre amarela. Faz sentido:

apesar do quadro de infecção desconfortável, as

pessoas geralmente sobrevivem à dengue. Já a febre

amarela é muito mais grave, com letalidade em torno

de 40%.

Há anos tentamos combater a dengue

focando na eliminação do mosquito (basicamente,

não deixar água parada). Essa ação é fundamental,

claro, mas a busca por uma solução definitiva

demanda focar no vírus, não apenas no vetor.

A ferramenta que temos em mãos para

combater a epidemia atual são as vacinas. Existem

duas aprovadas no Brasil.

Uma delas só é indicada para pessoas que já

tiveram dengue e que moram em áreas endêmicas.

Os estudos clínicos mostraram que pacientes

soronegativos que tomaram a vacina e depois

contraíram dengue tinham mais chances de

apresentar quadros graves.

A outra previne 63% dos casos de dengue

sintomáticos e 85% das internações. Além disso, pode

ser aplicada em qualquer pessoa, não importando se

ela já teve a doença ou não. Essa vacina começou a ser

distribuída pelo SUS em fevereiro deste ano, com o

público-alvo formado por crianças de 10 a 14 anos: essa

é a faixa etária com maior número de hospitalizações

por dengue.

Maria Clara Rossini. Como a dengue chegou ao Brasil — e qual é o futuro da doença. In: Superinteressante, mar./2024. Internet: https://super.abril.com.br (com adaptações).

A coerência das ideias do texto e sua correção gramatical seriam preservadas se os dois-pontos na linha 10 fossem substituídos pela expressão
 

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