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Foram encontradas 50 questões.

1409590 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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No tratamento da eclâmpsia, a medicação anticonvulsivante e a anti-hipertensiva de escolha são, respectivamente:
 

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1409551 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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Paciente do sexo masculino, com 40 anos de idade, procura atendimento médico com queixa de tristeza sem motivo aparente, dificuldade de memória, falta de vontade para o trabalho e para as atividades de lazer e perda da libido. Esses sintomas estão presentes na maior parte dos dias no último mês. O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial mais adequada são, respectivamente:
 

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1409339 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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Paciente feminina, de 48 anos, hipertensa há 15 anos, em uso irregular de medicação anti-hipertensiva. Dá entrada no serviço de emergência com queixa de cefaleia holocraniana e falta de ar após discussão familiar. Ao exame físico, está taquipneica, afebril, hidratada, com frequência cardíaca de 110 bpm, com pressão arterial medida nos membros superiores de 216 x 148 mmHg, com ausculta cardíaca com 4.ª bulha, ausculta pulmonar com estertores crepitantes até terço médio e exame neurológico normal. O diagnóstico sindrômico e o tratamento inicial de escolha são, respectivamente:
 

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1407559 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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São considerados critérios maiores de Jones para o diagnóstico de febre reumática:
 

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Recorde de impostos
A parcela da renda nacional repassada ao setor público na forma de tributos foi, no ano passado, a maior da história. Embora as estatísticas completas da arrecadação da União, dos estados e municípios apenas venham a ser conhecidas em meados do ano, é razoável estimar que a carga tributária terá subido de 33,56% do PIB, em 2010, para mais de 35%, em 2011. Isto é, seguidos os critérios oficiais de cálculo, as receitas federais terão crescido a um ritmo quatro vezes maior que o do PIB.
A arrecadação federal representa cerca de 70% da carga tributária, cujo aumento em 2011 foi carreado quase integralmente para a União. A carga era de 26,6% do PIB em 1995, primeiro ano do governo de Fernando Henrique Cardoso. Estava em 31,4% no primeiro ano de Luiz Inácio Lula da Silva. Aumentou, portanto, ao menos 30%, desde a estabilização econômica, como proporção do PIB.
O governo pode argumentar que a escalada não se deveu à imposição de mais tributos ou a incrementos de alíquotas, afora o caso de alguns impostos regulatórios. Poderá também dizer que ocorreram reduções de impostos para alguns setores. Ou que parte da receita extra veio de renegociações de débitos. Por fim, lembrar que a formalização de negócios e empregos destinou mais recursos para as arcas do fisco. Embora esses argumentos correspondam à realidade, não se pode deduzir que seja apropriada a elevação da carga. O aumento é ainda mais impróprio se considerados os usos da receita extra.
O governo federal, sem dúvida, poupou mais, aumentando o superavit primário. A dívida pública também diminuiu em 2011. Mas esse resultado se deveu em grande parte ao aumento da receita e à redução da despesa em itens essenciais, como o investimento público. A União evita a elevação de seu endividamento ao custo de extrair mais recursos da sociedade e de reduzir sua contribuição ao aumento da produtividade, por conter gastos com melhoria da infraestrutura. Além do emprego sofrível do aumento de receita, ressalte-se que o presente nível da carga tributária prejudica o bem-estar da população e a competitividade das empresas no mercado mundial, pois encarece produtos e serviços do país. Resumindo: o vórtice voraz do fisco tem de parar de girar.
(Folha de S.Paulo, 07.01.2012. Adaptado)
De acordo com o texto, o governo pode argumentar que
 

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Enunciado 1406423-1
(htt://tiras-snoopy.blogspot.com. Adaptado)
Assinale a alternativa correta para a fala do último quadrinho que mantenha a norma-padrão e não acarrete mudança de sentido.
 

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1405133 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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Paciente de 22 anos procura pronto-socorro com história de 4 dias de febre, cefaleia holocraniana e vômitos em jato. Ao exame físico, apresenta rigidez de nuca. O líquor veio sugestivo de meningite bacteriana. Os achados mais prováveis desse líquor foram:
 

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1405129 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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Paciente do sexo feminino, com 62 anos de idade, tabagista e obesa, procura o pronto-socorro com quadro de dificuldade para falar e fraqueza nos braços há 1 hora. Ao exame físico, está em bom estado geral, eupneica, acianótica, afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, com pressão arterial de 140 mmHg x 90 mmHg. Ao exame neurológico, está consciente, vigil, com motricidade ocular preservada, pupilas isocóricas e fotorreagentes, com apagamento do sulco naso-labial à direita e desvio da língua à protusão para a direita, afásica, com hemiparesia à direita e força muscular grau III. Realizada tomografia de crânio à admissão, que veio normal, sem sinais de hemorragia. A terapêutica indicada nas primeiras horas de tratamento é:
 

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Recorde de impostos
A parcela da renda nacional repassada ao setor público na forma de tributos foi, no ano passado, a maior da história. Embora as estatísticas completas da arrecadação da União, dos estados e municípios apenas venham a ser conhecidas em meados do ano, é razoável estimar que a carga tributária terá subido de 33,56% do PIB, em 2010, para mais de 35%, em 2011. Isto é, seguidos os critérios oficiais de cálculo, as receitas federais terão crescido a um ritmo quatro vezes maior que o do PIB.
A arrecadação federal representa cerca de 70% da carga tributária, cujo aumento em 2011 foi carreado quase integralmente para a União. A carga era de 26,6% do PIB em 1995, primeiro ano do governo de Fernando Henrique Cardoso. Estava em 31,4% no primeiro ano de Luiz Inácio Lula da Silva. Aumentou, portanto, ao menos 30%, desde a estabilização econômica, como proporção do PIB.
O governo pode argumentar que a escalada não se deveu à imposição de mais tributos ou a incrementos de alíquotas, afora o caso de alguns impostos regulatórios. Poderá também dizer que ocorreram reduções de impostos para alguns setores. Ou que parte da receita extra veio de renegociações de débitos. Por fim, lembrar que a formalização de negócios e empregos destinou mais recursos para as arcas do fisco. Embora esses argumentos correspondam à realidade, não se pode deduzir que seja apropriada a elevação da carga. O aumento é ainda mais impróprio se considerados os usos da receita extra.
O governo federal, sem dúvida, poupou mais, aumentando o superavit primário. A dívida pública também diminuiu em 2011. Mas esse resultado se deveu em grande parte ao aumento da receita e à redução da despesa em itens essenciais, como o investimento público. A União evita a elevação de seu endividamento ao custo de extrair mais recursos da sociedade e de reduzir sua contribuição ao aumento da produtividade, por conter gastos com melhoria da infraestrutura. Além do emprego sofrível do aumento de receita, ressalte-se que o presente nível da carga tributária prejudica o bem-estar da população e a competitividade das empresas no mercado mundial, pois encarece produtos e serviços do país. Resumindo: o vórtice voraz do fisco tem de parar de girar.
(Folha de S.Paulo, 07.01.2012. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta o trecho – Poderá também dizer que ocorreram reduções de impostos para alguns setores. – reescrito de acordo com a norma-padrão e sem alteração de sentido.
 

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Recorde de impostos
A parcela da renda nacional repassada ao setor público na forma de tributos foi, no ano passado, a maior da história. Embora as estatísticas completas da arrecadação da União, dos estados e municípios apenas venham a ser conhecidas em meados do ano, é razoável estimar que a carga tributária terá subido de 33,56% do PIB, em 2010, para mais de 35%, em 2011. Isto é, seguidos os critérios oficiais de cálculo, as receitas federais terão crescido a um ritmo quatro vezes maior que o do PIB.
A arrecadação federal representa cerca de 70% da carga tributária, cujo aumento em 2011 foi carreado quase integralmente para a União. A carga era de 26,6% do PIB em 1995, primeiro ano do governo de Fernando Henrique Cardoso. Estava em 31,4% no primeiro ano de Luiz Inácio Lula da Silva. Aumentou, portanto, ao menos 30%, desde a estabilização econômica, como proporção do PIB.
O governo pode argumentar que a escalada não se deveu à imposição de mais tributos ou a incrementos de alíquotas, afora o caso de alguns impostos regulatórios. Poderá também dizer que ocorreram reduções de impostos para alguns setores. Ou que parte da receita extra veio de renegociações de débitos. Por fim, lembrar que a formalização de negócios e empregos destinou mais recursos para as arcas do fisco. Embora esses argumentos correspondam à realidade, não se pode deduzir que seja apropriada a elevação da carga. O aumento é ainda mais impróprio se considerados os usos da receita extra.
O governo federal, sem dúvida, poupou mais, aumentando o superavit primário. A dívida pública também diminuiu em 2011. Mas esse resultado se deveu em grande parte ao aumento da receita e à redução da despesa em itens essenciais, como o investimento público. A União evita a elevação de seu endividamento ao custo de extrair mais recursos da sociedade e de reduzir sua contribuição ao aumento da produtividade, por conter gastos com melhoria da infraestrutura. Além do emprego sofrível do aumento de receita, ressalte-se que o presente nível da carga tributária prejudica o bem-estar da população e a competitividade das empresas no mercado mundial, pois encarece produtos e serviços do país. Resumindo: o vórtice voraz do fisco tem de parar de girar.
(Folha de S.Paulo, 07.01.2012. Adaptado)
Em – ... o vórtice voraz do fisco tem de parar de girar. – o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
 

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