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Segundo Zabala (1998), os conteúdos curriculares têm mais potencialidades de uso e de compreensão, caso estejam:
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Segundo Zabala (1998), o construtivismo pressupõe que a nossa estrutura cognitiva está configurada por:
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A teoria crítica na educação brasileira tem início a partir do começo dos anos 80 e postula uma teoria crítica social dos conteúdos, segundo a qual a educação pode reproduzir as injustiças, mas também tem o poder de provocar mudanças. No Brasil, representantes dessa tendência pedagógica são, dentre outros:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Em “ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo” (1º parágrafo), a expressão destacada está adequadamente substituí da pelo pronome correspondente em:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Com base no trecho a seguir, responda a questão.
“Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos ‘momentos históricos”.
A palavra “mesmo” é invariável na seguinte frase:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Com base no trecho a seguir, responda a questão.
“Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos ‘momentos históricos”.
A palavra “seja” introduz expressão com valor de:
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A importância da memória na formação da identidade do indivíduo
As histórias e experiências vividas ajudam na construção da personalidade
Dos momentos mais marcantes aos acontecimentos cotidianos, tudo o que acontece em nossas vidas fica armazenado em nosso cérebro. Conforme explica a psicanalista Susan Guggenheim, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), são as lembranças que ajudam o ser humano a definir o seu lugar no mundo. “A memória permite ao sujeito que ele dê algum sentido ao seu estar no mundo nos momentos em que ele se interroga sobre quem é e o que realizou. Evidentemente, nem tudo é lembrado, pois existe uma seletividade das experiências recordadas”, conta a psicanalista.
Para o neurocientista Gilberto Xavier, da Universidade de São Paulo (USP), uma pessoa sem memória não tem identidade. “O próprio conceito de quem eu sou depende da minha história, pois somos frutos dela. Se uma pessoa não consegue lembrar da sua história, ela não é nada. Para se ter uma ideia, se observarmos dois irmãos gêmeos idênticos, que são iguais geneticamente, eles acabam se distinguindo pela personalidade. Essa diferença é fruto da história de cada um deles e de suas heranças culturais, fatores determinantes para a individualidade de cada ser humano”, explica Gilberto.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
Susan Guggenheim lembra que a memória humana vem sendo estudada ao longo de séculos por meio de inúmeras descrições, classificações e medidas. “Entretanto, quem primeiro percebeu a dinâmica do seu funcionamento nas situações do cotidiano, bem como sua importância nos sintomas neuróticos, foi Sigmund Freud. Já em seus primeiros trabalhos, ele observou os diversos mecanismos inconscientes que são utilizados pelos sujeitos a fim de lidarem com as situações traumáticas. Além disso, ele percebeu que as pessoas histéricas sofriam de reminiscências”, afirma Susan.
E qual a importância da memória coletiva na construção da sociedade? Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos “momentos históricos”. “Este sentimento de poder recordar experiências em comum é uma das características que distinguem uma geração da outra”, conta a professora.
Formação da memória
O professor Gilberto lembra que o cérebro é constituído por aproximadamente 87 bilhões de neurônios, que se comunicam entre si por meio de um processo químico chamado sinapse, criando uma infinidade de combinações. “Quando aprendemos algo, criamos novos circuitos cerebrais, que na verdade são novas combinações entre os neurônios. Toda vez que vivenciamos uma experiência, ou assimilamos uma informação, alteramos nossos circuitos cerebrais. Essa alteração na atividade dos circuitos nervosos é que gera a memória, que pode ser visual, auditiva, ou olfativa”, explica o professor.
Disponível em: http://redeglobo.globo.com/acao/noticia/ 2013/03/importancia-da-memoria-na-formacao-daidentidade- do-individuo.html
Com base no trecho a seguir, responda a questão.
“Respondendo a essa pergunta, a psicanalista lembra que a memória coletiva, seja construída pelos grupos sociais, ou por toda uma sociedade, desperta nas pessoas a sensação de pertencimento a um determinado grupo por terem vivenciado os mesmos ‘momentos históricos”.
Na expressão “a psicanalista”, a palavra “a” assume a função de:
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TEXTO II

Disponível em: https:l/www.awesomelyluwie.com/2009/09twritingfail.
html. Acesso em 02 de agosto de 2019.
TEXTO III

Disponível em: https:lllarrycuban.files.wordpress.com/2017/06/
cartoon6379.png?w=500. Acesso em 02 de agosto de 2019.
No Texto III, a ambiguidade é causada pela:
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TEXTO II

Disponível em: https:l/www.awesomelyluwie.com/2009/09twritingfail.
html. Acesso em 02 de agosto de 2019.
TEXTO III

Disponível em: https:lllarrycuban.files.wordpress.com/2017/06/
cartoon6379.png?w=500. Acesso em 02 de agosto de 2019.
No Texto II, os termos BRB e BFN são acrônimos, respectivamente, das expressões:
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TEXTO II

Disponível em: https:l/www.awesomelyluwie.com/2009/09twritingfail.
html. Acesso em 02 de agosto de 2019.
TEXTO III

Disponível em: https:lllarrycuban.files.wordpress.com/2017/06/
cartoon6379.png?w=500. Acesso em 02 de agosto de 2019.
Em relação ao Texto II, pode-se afirmar que o efeito de humor é construído com base:
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