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O texto a seguir é referência para a questão.
Local Tours
Kenya appears in many brochures. The Kenyan government has made tourist development a priority. It has spent money on building hotels, airports, safari lodges and all the other requirements for tourists from developed countries. The planes landing at Nairobi airport bring rich tourists from Europe, North America and Japan. Some come for Kenya’s fine beaches. Most are interested in the wildlife of East Africa. Lions, cheetahs, elephants and hippopotamuses are among the attractions.
Kenya’s tourist industry earns the country over £200 million per year, but tourism does bring problems for a developing country.
• Only 75% of the money spent by tourists stays in Kenya. The rest is taken by foreign companies which provide the hotels and the safaris.
• The tourist drinks Scotch whisky or Russian vodka. The hotels are fitted with American air-conditioning and Japanese lifts. The electrical system is Dutch and the fire control system is Italian. The safari vehicles are Japanese Land Cruisers. These imports cost Kenya vital foreign exchange.
• Kenya borrowed money from overseas to pay for the tourist developments, and much of the profits from tourism are spent in repaying the loans.
• There have been several armed attacks on tourists. The bad publicity hit Kenya’s tourist earnings because people were frightened off. It is risky to become over-dependent upon tourism.
Most of the jobs created for Kenyans are unskilled and poorly paid. Some complain that tourism is a new form of colonialism. Tourism has also come into conflict with Kenya’s rapid population growth. More mouths to feed means more demand for farmland. Already some Kenyans are demanding that the National Parks be opened up for farming.
(Retrieved from: STOTT, Trish & HOLT, Roger. First class. English for tourism. Oxford: OUP, 1995. (p. 71)
O termo “It” se refere a:
 

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Daqui até o fim do ano, teremos uma série espetacular de reforços anunciados que vêm e que vão, que chegam e não chegam, que vão e voltam e que, geralmente, não acontecem. A maioria não acontece. (...) Há uma palavrinha aí em cima que merece um reparo. É a palavrinha mais usada nesta época: reforço.
Na verdade, ela substitui (mal) a palavra semanticamente correta para o caso, que é “contratação”.
Porque uma coisa é contratação; outra é reforço. Contratar, a gente contrata quem a gente quer ou quem a gente pode. Reforço é diferente: é aquele que reforça – ou seja, que aumenta a força. E o que mais acontece é o anúncio ou a contratação de reforços que não aumentam a força do elenco. Não sei por que, assim mesmo, a mídia os chama de... reforços.
(Adaptado do Jornal O Globo, 13 dez. 2009, p. 55)
Com base nos elementos constitutivos desse trecho, é correto afirmar que se trata de texto da área:
 

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548522 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Nas décadas de 1970 e 1980, boa parte dos países sul-americanos viviam sob regimes autoritários e ditatoriais. Esses regimes construiriam um sistema conjunto de repressão aos seus opositores. Essa ação ficou conhecida como:
 

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O trecho a seguir, extraído do livro English as a global language de David Crystal [1997], 2003, é referência para a questão.
What is a global language?
“A language achieves a genuinely global status when it develops a special role that is recognized in every country. This might seem like stating the obvious, but it is not, for the notion of ‘special role’ has many facets. Such a role will be most evident in countries where large numbers of the people speak the language as a mother tongue – in the case of English, this would mean the USA, Canada, Britain, Ireland, Australia, New Zealand, South Africa, several Caribbean countries and a sprinkling of other territories. However, no language has ever been spoken by a mother-tongue majority in more than a few countries (Spanish leads, in this respect, in some twenty countries, chiefly in Latin America), so mother-tongue use by itself cannot give a language global status. To achieve such a status, a language has to be taken up by other countries around the world. They must decide to give it a special place within their communities, even though they may have few (or no) mother-tongue speakers.
There are two main ways in which this can be done. Firstly, a language can be made the official language of a country, to be used as a medium of communication in such domains as government, the law courts, the media, and the educational system. To get on in these societies, it is essential to master the official language as early in life as possible. Such a language is often described as a ‘second language’, because it is seen as a complement to a person’s mother tongue, or ‘first language’. The role of an official language is today best illustrated by English, which now has some kind of special status in over seventy countries, such as Ghana, Nigeria, India, Singapore and Vanuatu. This is far more than the status achieved by any other language – though French, German, Spanish, Russian and Arabic are among those which have also developed a considerable official use. New political decisions on the matter continue to be made: for example, Rwanda gave English official status in 1996.
Secondly, a language can be made priority in a country’s foreign-language teaching, even though this language has no official status. It becomes the language which children are most likely to be taught when they arrive in school, and the one most available to adults who – for whatever reason – never learned it, or learned it badly, in their early educational years. Russian, for example, held privileged status for many years among the countries of the former Soviet Union. Mandarin Chinese continues to play an important role in South-east Asia. English is now the language most widely taught as a foreign language – in over 100 countries, such as China, Russia, Germany, Spain, Egypt and Brazil – and in most of these countries it is emerging as the chief foreign language to be encountered in schools, often displacing another language in the process. In 1996, for example, English replaced French as the chief foreign language in schools in Algeria (a former French colony).
In reflecting on these observations, it is important to note that there are several ways in which a language can be official. It may be the sole language of a country, or it may share this status with other languages. And it may have a ‘semi-official’ status, being used only in certain domains, or taking second place to other languages while still performing certain official roles. Many countries formally acknowledge a language’s status in their constitution (e.g. India); some make no special mention of it (e.g. Britain). In certain countries, the question of whether the special status should be legally recognized is a source of considerable controversy – notably, in the USA.” (. . .)
(CRYSTAL, David. English as a global Language. Cambridge: CUP, [1997] 2003, p. 03-05.)
O termo “it” se refere a:
 

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545720 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O jogo é considerado uma atividade que:
 

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Considere o seguinte texto:
Como ficar insensível diante de joias linguísticas como “pessoas vinculada ao partido”, “nas últimas campanha”, “as regiões mais carente, mais distante dos grandes centro”, “os militante”, “os partido da base aliada”, “nos escritório dos Correio”, “esses detalhe”?
(Eduardo Martins, Culturanews)
Para não ficar insensível diante de casos como esse, em sala de aula, o professor deve conduzir os alunos:
 

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545516 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Uma das marcas do século XX, após a II Guerra Mundial, foi a constituição de duas superpotências: Estados Unidos da América do Norte (EUA) e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Essas potências nunca se enfrentaram diretamente em termos militares. Contudo, elas proporcionaram uma imensa corrida armamentista, bem como a troca de ameaças contínuas, gerando uma situação que ficou conhecida como Guerra Fria. A Guerra Fria, por vários momentos, quase se converteu em conflito tradicional. Um desses momentos foi:
 

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545449 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O desenvolvimento motor depende de influências genéticas e influências ambientais, manifestando-se em cada etapa do crescimento e maturação. Com relação ao desenvolvimento motor, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A integração coordenada de grupos musculares e sistemas sensoriais auxilia no desenvolvimento motor.
( ) Condições motoras, cognitivas e socioafetivas interferem no desenvolvimento motor.
( ) Habilidades motoras rudimentares podem ser apreendidas mais efetivamente em determinadas faixas etárias.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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O texto a seguir é referência para a questão.
SÃO PAULO - Pesquisa da Faculdade de Educação da USP mostrou que quase metade dos alunos que ingressam nos cursos de licenciatura em física e matemática da universidade não está disposta a se tornar professor. O detalhe inquietante é que licenciaturas foram criadas exatamente para formar docentes.
A dificuldade é que, se os estudantes não querem virar professores, fica difícil conseguir bons profissionais e, sem eles, o sistema de ensino brasileiro seguirá colecionando fracassos.
Embora exista muita polêmica sobre o que funciona ou não em educação, não há dúvida de que a qualidade do professor é fundamental. Trabalho de 2007 da consultoria McKinsey comparou sistemas de educação de todo o mundo e concluiu que o elemento de maior destaque nas redes de excelência era a capacidade de "escolher as melhores pessoas para se tornarem professores".
Na Coreia do Sul, por exemplo, os futuros mestres são recrutados entre os 5% de alunos com notas mais altas no equivalente ao vestibular. Na Finlândia, os docentes são selecionados entre os "top ten". Por aqui, segundo levantamento de 2008 da Fundação Lemann, apenas 5% dos melhores alunos do ensino médio pensam em abraçar o magistério. Ser professor no Brasil se tornou a opção dos que não têm melhores opções.
Resolver essa encrenca é o desafio. Salários são por certo uma parte importante do problema, mas outros elementos, como estabilidade na carreira e prestígio social, também influem. O tratamento quase reverencial que a sociedade coreana dispensa a seus mestres ajuda a explicar o sucesso educacional do país.
Essas considerações tornam difícil a situação do Brasil, que precisa transitar de um modelo em que os piores alunos viram docentes para um que prime pela excelência. E, como o déficit de professores já é enorme (200 mil só na área de exatas), teremos de achar um jeito de trocar o pneu com o carro em movimento.
(Encrenca educacional. Folha online13/10/2012.)
Conforme o texto:
1. faltam docentes nos cursos de licenciatura para formar bons professores.
2. a carreira docente no Brasil não tem prestígio social.
3. as soluções terão de ser encontradas e implementadas sem que haja uma interrupção no processo que vem sendo realizado.
Assinale a alternativa correta.
 

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544814 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
De acordo com as Diretrizes Curriculares vigente para o Ensino de Ciências do Estado do Paraná, alguns aspectos são considerados essenciais para a formação do professor, bem como para sua atividade pedagógica. Abordam-se, nesse documento, três aspectos importantes, que não se dissociam em campos isolados, mas, sim, relacionam-se e complementam-se entre si.
Assinale a alternativa que apresenta esses três aspectos essenciais.
 

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