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Foram encontradas 258 questões.

1306269 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Com relação ao Ensino de Ciências, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Trabalhar a partir de uma abordagem interdisciplinar no ensino de Ciências não é significante para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.
( ) A pesquisa é uma estratégia de ensino que visa a construção do conhecimento. Inicia-se na procura do material de pesquisa, passa pela interpretação desse material e chega à construção das atividades.
( ) Um dos objetivos do ensino de Ciências nas séries iniciais do Ensino Fundamental é promover a compreensão de conteúdos de física e química, tais como o átomo e as leis de Newton.
( ) O professor de Ciências pode utilizar diversas estratégias em sua prática pedagógica, como aulas expositivas, discussões em grupo, aulas práticas de laboratório e aulas com música e teatro, entre outras.
( ) Uma alternativa metodológica interessante para promover múltiplas possibilidades de aprendizagem dos alunos é a atividade de campo ou aula de campo, pois, quanto maior for a diversidade do ambiente escolhido para o estudo, maior a gama de conteúdos que poderão ser tratados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência, de cima para baixo:
 

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O trecho a seguir, extraído do livro English as a global language de David Crystal [1997], 2003, é referência para a questão.
What is a global language?
“A language achieves a genuinely global status when it develops a special role that is recognized in every country. This might seem like stating the obvious, but it is not, for the notion of ‘special role’ has many facets. Such a role will be most evident in countries where large numbers of the people speak the language as a mother tongue – in the case of English, this would mean the USA, Canada, Britain, Ireland, Australia, New Zealand, South Africa, several Caribbean countries and a sprinkling of other territories. However, no language has ever been spoken by a mother-tongue majority in more than a few countries (Spanish leads, in this respect, in some twenty countries, chiefly in Latin America), so mother-tongue use by itself cannot give a language global status. To achieve such a status, a language has to be taken up by other countries around the world. They must decide to give it a special place within their communities, even though they may have few (or no) mother-tongue speakers.
There are two main ways in which this can be done. Firstly, a language can be made the official language of a country, to be used as a medium of communication in such domains as government, the law courts, the media, and the educational system. To get on in these societies, it is essential to master the official language as early in life as possible. Such a language is often described as a ‘second language’, because it is seen as a complement to a person’s mother tongue, or ‘first language’. The role of an official language is today best illustrated by English, which now has some kind of special status in over seventy countries, such as Ghana, Nigeria, India, Singapore and Vanuatu. This is far more than the status achieved by any other language – though French, German, Spanish, Russian and Arabic are among those which have also developed a considerable official use. New political decisions on the matter continue to be made: for example, Rwanda gave English official status in 1996.
Secondly, a language can be made priority in a country’s foreign-language teaching, even though this language has no official status. It becomes the language which children are most likely to be taught when they arrive in school, and the one most available to adults who – for whatever reason – never learned it, or learned it badly, in their early educational years. Russian, for example, held privileged status for many years among the countries of the former Soviet Union. Mandarin Chinese continues to play an important role in South-east Asia. English is now the language most widely taught as a foreign language – in over 100 countries, such as China, Russia, Germany, Spain, Egypt and Brazil – and in most of these countries it is emerging as the chief foreign language to be encountered in schools, often displacing another language in the process. In 1996, for example, English replaced French as the chief foreign language in schools in Algeria (a former French colony).
In reflecting on these observations, it is important to note that there are several ways in which a language can be official. It may be the sole language of a country, or it may share this status with other languages. And it may have a ‘semi-official’ status, being used only in certain domains, or taking second place to other languages while still performing certain official roles. Many countries formally acknowledge a language’s status in their constitution (e.g. India); some make no special mention of it (e.g. Britain). In certain countries, the question of whether the special status should be legally recognized is a source of considerable controversy – notably, in the USA.” (. . .)
(CRYSTAL, David. English as a global Language. Cambridge: CUP, [1997] 2003, p. 03-05.)
A expressão “such as” pode ser substituída por:
 

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1306023 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Na figura abaixo, é possível observar a dinâmica do ciclo hidrológico.
Enunciado 1306023-1
Fonte: Adaptado de Teixeira et al (2003)
Com base na figura, assinale a alternativa correta.
 

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1305380 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O tema lazer deverá ser abordado nas aulas de Educação Física de modo a conduzir os alunos a compreendê-lo como fenômeno histórico-social:
 

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Considerando o que a LDB estabelece como responsabilidades e deveres educacionais, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) É responsabilidade do município assegurar a oferta de Educação Básica (Infantil, Fundamental e Média) a toda a população entre os 4 (quatro) e os 17 (dezessete) anos de idade.
( ) É dever da instituição educacional organizar e executar sua proposta pedagógica com a participação dos docentes.
( ) É tarefa dos docentes estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
( ) É dever do Estado garantir a oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, desde que haja demanda comprovada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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O texto a seguir é referência para a questão.
Jornal, qualidade e relevância
A internet é, frequentemente, o bode expiatório para justificar a crise do jornalismo. Os jovens estão “plugados” horas sem fim. Já nascem de costas para a palavra impressa. Será? É evidente que a juventude de hoje lê muito menos. Mas não é só a moçada que foge dos jornais. Os representantes das classes A e B também têm aumentado a fileira dos navegantes do espaço virtual.
O público dos diários, independentemente da faixa etária, é constituído por uma elite numerosa, mas cada vez mais órfã de jornalismo de qualidade. Num momento de ênfase no didatismo, na infografia e na prestação de serviços – estratégias convenientes e necessárias –, defendo a urgente necessidade de complicar as pautas. O leitor que devemos conquistar não quer, como é lógico, o que pode conseguir na internet. Ele quer conteúdo relevante: a matéria aprofundada, a reportagem interessante, a análise que o ajude, de fato, a tomar decisões.
Para sobreviverem, os grandes jornais precisam fazer que seja interessante o que é relevante. O jornalismo impresso deve ser feito para um público de paladar fino e ser importante pelo que conta e pela forma como conta. A narração é cada vez mais importante.
Quem tem menos de 30 anos gosta de sensações, mensagens instantâneas. Para isso, a internet é imbatível. Mas há quem queira entender o mundo. Para estes, deve existir leitura reflexiva, a grande reportagem. Será que estamos dando respostas competentes às demandas do leitor qualificado? A pergunta deve fazer parte do nosso exame de consciência diário.
Antes, os periódicos cumpriam muitas funções. Hoje, não cumprem algumas delas. Não servem mais para nos contar o imediato, o que vimos na tevê ou acabamos de acessar na internet. E as empresas jornalísticas precisam assimilar isso e se converter em marcas multiplataformas, com produtos adequados a cada uma delas. Não há outra saída!
Assistimos a um processo de superficialização dos jornais. Queremos ser light, leves, coloridos, enxutos. O risco é investir na forma, mas perder no conteúdo. Não é verdade que o público não goste de ler. O público só não lê o que não lhe interessa, o que não tem substância, o que não agrega, não tem qualidade. Um bom texto, para um público que compra a imprensa de qualidade, sempre vai ter interessados.
Daí a premente necessidade de um sólido investimento em treinamento e qualificação dos profissionais. São necessários jornalistas com excelente formação cultural, intelectual e humanística. Gente que leia literatura, seja criativa e motivada.
O conteúdo precisa fugir do previsível. O noticiário de política, por exemplo, tradicionalmente forte nos segmentos qualificados do leitorado, perdeu vigor. Está, frequentemente, dominado pela fofoca e pelo declaratório. Fazemos denúncias (e é importante que as façamos), mas, muitas vezes, falta consistência, apuração sólida. O resultado é a pauta superada por um novo escândalo. Fica no leitor a sensação de que não aprofundamos, não conseguimos ir até o fim. O marketing político avançou além da conta. Estamos assistindo à morte da política e ao advento da era do declaratório e da inconsistência.
Políticos e partidos vendem uma bela embalagem, mas fogem da discussão das ideias e das políticas públicas. Nós, jornalistas, somos (ou deveríamos ser) o contraponto a essa tendência. Cabe-nos a missão de rasgar a embalagem e mostrar a realidade. Só um sério investimento em qualidade, rigor e relevância garantirá o futuro dos jornais.
(Carlos Alberto Di Franco. Gazeta do Povo, 03/03/2014. Acesso em 03/03/2014.)
A intenção do jornalista, com esse texto, é:
 

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1299003 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O Cerco da Lapa, no Paraná, episódio importante para a consolidação da República presidencialista no Brasil, está incluso no contexto da:
 

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“Cada esfera da comunicação apresenta especificidades que lhe são inerentes e que marcam no enunciado três elementos que se fundem indissoluvelmente”
(Campos, C. M.; Ribeiro, J. A tessitura da escrita).
Esses três elementos são:
 

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A Lei Federal 8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foi constituída com o intuito de reconhecer e defender os direitos das crianças e adolescentes. A respeito do ECA, considere as seguintes afirmativas:
1. O Estatuto estabelece que o direito à liberdade impede toda e qualquer forma de reclusão do adolescente, mesmo em condições de ato infracional ou crime, o qual deve ser punido por medida socioeducativa.
2. O ECA determina que os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos na rede regular de ensino.
3. O direito à liberdade compreende, no ECA, o direito da criança e do adolescente à opinião e à expressão, bem como a participar da vida política, na forma que a lei estabelecer.
4. O Estatuto afirma que é responsabilidade da escola, por meio dos seus dirigentes, informar o poder público quando tem conhecimento de casos de maus-tratos aos seus alunos.
Assinale a alternativa correta.
 

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1296550 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
As lutas são disputas em que os oponentes usam técnicas e estratégias de desequilíbrio, contusão, imobilização ou exclusão na combinação de ações de ataque e defesa. Assinale a alternativa que apresenta uma característica das lutas.
 

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