Foram encontradas 258 questões.
Sobre o trabalho com a oralidade na Educação Infantil, considere as seguintes afirmativas:
1. Antes de enfatizar a correção, é importante valorizar a capacidade da criança de pensar sobre o uso da linguagem oral entre as pessoas, de organizar e transmitir o próprio pensamento, fazendo-se entender em situações de comunicação.
2. A instituição de Educação Infantil deve ser um ambiente comunicativo, em que momentos planejados de relatos, histórias, rodas de conversas, brincadeiras cantadas, com rimas e poesias, entre outros, estejam presentes cotidianamente.
3. Antes de falar, eles se comunicam pelo choro, expressão facial, movimento, gestos, enfim, por diferentes linguagens que precisam ser decifradas e conhecidas pelos adultos.
Assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a charge abaixo:

Com base nos elementos verbais e não verbais, é correto afirmar que se trata de um caso de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As ideias de Rudolf Laban chegaram ao Brasil por meio da atuação de Maria Duschenes na década de 1940 e revolucionaram o espaço da dança na escola. Sobre a proposta de Laban, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No contexto da instalação da República no Brasil, segundo José Murilo de Carvalho, existiam, pelo menos, três modelos de república à disposição dos republicanos brasileiros.
Dois deles, o americano e o positivista, embora partindo de premissas totalmente distintas, acabavam dando ênfase a aspectos de organização do poder. O terceiro colocava a intervenção popular como fundamento do novo regime, desdenhando os aspectos de institucionalização.
(CARVALHO, José Murilo. A formação das almas. O imaginário da República no Brasil, 1990. p. 22).
Para Murilo de Carvalho, o modelo de República em boa parte vitorioso na Constituição de 1891 era o preferido dos produtores rurais de São Paulo: o americano. Esse modelo defendia uma versão individualista do pacto social. Nessa linha de raciocínio a República instalada em 1889 consagrou:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com base na concepção assumida nas Diretrizes Curriculares Municipais para a disciplina de Língua Portuguesa, a metodologia de ensino da língua materna implica:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cada tipo de narrativa histórica tem uma característica específica.
Acerca disso, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a da esquerda.
| 1. Narrativa tradicional. | ( ) Considera a capacidade das pessoas de negarem as tradições, regras e princípios que foram herdados, abrindo-se espaço para novos padrões. |
| 2. Narrativa exemplar. | ( ) Considera que toda forma de vida é organizada por tradições, que não podem ser negadas totalmente, caso contrário as pessoas perderiam suas referências. |
| 3. Narrativa crítica. | ( ) Considera uma transformação significativa e importante em si mesma, e que a alteração dos modos de vida é necessária para a sua permanência. Forma a identidade pela mediação entre permanência e mudança em direção a um processo de autodefinição. |
| 4. Narrativa genética. | ( ) Considera a validade supratemporal das normas que abrangem os sistemas de vida temporalmente diferentes e forma uma identidade ao generalizar as experiências do tempo para as regras de conduta. |
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus fazem apenas "pedagogia de astronauta". Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos, fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J. K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos "pedagogos astronautas" e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J. K. Rowling. Eles é que sabem.
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: "Seja X a largura de um retângulo...". De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: "Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?". Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano "grosso" flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais comparações podem ser abandonadas. É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor "construir sua própria aula", em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J. K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado.
Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: "O bom artista copia, o grande artista rouba ideias". Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se "colando" dos melhores materiais disponíveis eles conseguirem fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerão todos os aplausos.
(Claudio de Moura Castro. Publicado na revista Veja, 10/06/2009, p. 30. Adaptado.)
Nesse texto, Cláudio de Moura Castro:
1. defende que os professores têm de se tornar bons escritores.
2. mostra-se favorável ao uso de livro didático.
3. é a favor de que o professor elabore suas próprias aulas.
Assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A nova divisão do trabalho leva a uma verdadeira mundialização dos lugares. Esses lugares, mais que antes, têm um ar de família, pela sua materialidade e pelas relações que permitem. A unicidade das técnicas que presidem a instalação dos novos objetos se dá em nível mundial, assim como a unidade das relações que os animam. Unicidade técnica e unidade do motor são os grandes dados inovadores de nossa época e que asseguram a passagem de uma situação de mera internacionalização a uma situação de globalização, para cuja efetivação a operação das multinacionais contribui largamente.
(Adaptado de SANTOS, 2009)
A respeito das multinacionais, da globalização e da organização dos territórios, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
Local Tours
Kenya appears in many brochures. The Kenyan government has made tourist development a priority. It has spent money on building hotels, airports, safari lodges and all the other requirements for tourists from developed countries. The planes landing at Nairobi airport bring rich tourists from Europe, North America and Japan. Some come for Kenya’s fine beaches. Most are interested in the wildlife of East Africa. Lions, cheetahs, elephants and hippopotamuses are among the attractions.
Kenya’s tourist industry earns the country over £200 million per year, but tourism does bring problems for a developing country.
• Only 75% of the money spent by tourists stays in Kenya. The rest is taken by foreign companies which provide the hotels and the safaris.
• The tourist drinks Scotch whisky or Russian vodka. The hotels are fitted with American air-conditioning and Japanese lifts. The electrical system is Dutch and the fire control system is Italian. The safari vehicles are Japanese Land Cruisers. These imports cost Kenya vital foreign exchange.
• Kenya borrowed money from overseas to pay for the tourist developments, and much of the profits from tourism are spent in repaying the loans.
• There have been several armed attacks on tourists. The bad publicity hit Kenya’s tourist earnings because people were frightened off. It is risky to become over-dependent upon tourism.
Most of the jobs created for Kenyans are unskilled and poorly paid. Some complain that tourism is a new form of colonialism. Tourism has also come into conflict with Kenya’s rapid population growth. More mouths to feed means more demand for farmland. Already some Kenyans are demanding that the National Parks be opened up for farming.
(Retrieved from: STOTT, Trish & HOLT, Roger. First class. English for tourism. Oxford: OUP, 1995. (p. 71)
De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Muito dinheiro foi gasto pelo governo queniano na construção de hotéis e aeroportos para satisfazer os turistas de países desenvolvidos.
2. Os turistas que visitam o Quênia estão interessados nas praias quenianas e na vida selvagem presente no país.
3. As maiores investidoras no turismo do Quênia são empresas estrangeiras, responsáveis por 75% do faturamento do Quênia com turismo.
4. A maioria dos empregos criados pela indústria do turismo é ocupada por russos, americanos, holandeses e japoneses, porque os quenianos não representam mão de obra qualificada.
Assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto abaixo é referência para a questão.
Fizzy drinks ‘disrupt children’s sleep’
It is something parents have long suspected – now scientists have confirmed that fizzy drinks affect children’s behaviour.
Teenagers who drink more caffeinated soft drinks sleep less, are more likely to wake during the night and tend to be sleepier during the day, a study has found.
And with one in eight teenagers now drinking more than 22 cans of cola a week, the findings will add to concerns about the effects on their health.
It will also lead to calls for schools to withdraw their lucrative drinks vending machines.
The experts tracked nearly 200 teenagers, aged 14 to 16, for two weeks, recording their sleep patterns and daily intake of caffeinated drinks and foods.
The average daily intake of caffeine was just 63mg, equivalent to half a cup of coffee, but some of the teenagers in the study were taking in up to 800mg.
Boys tended to consume more caffeine than girls – about 70mg daily, compared with 55mg.
Those who reported higher intakes of caffeine had disrupted sleep patterns – being more likely to wake during the night and to sleep for less time. But during the day, the same teenagers tended to be sleepier. The experts say the result means that even small amounts of caffeine can affect children, and soft drinks vending machines should be banned from schools.
The study, published in the journal Paediatrics today, was led by Dr. Charles Pollack of Ohio State University in the U.S.
He said: “The increasing availability of soft drink dispensing machines in schools is apparently welcomed by students and is profitable to school boards, but our findings suggest that it may be interfering with the night-time sleep of teenagers”.
Dr. Pollack said the time may come when soft drinks manufacturers would be forced to either limit the caffeine content in their products or not target children with them.
The research adds to the findings of a UK study published in October, which concluded that additives used in hundreds of children’s foods and drinks can cause disruptive behaviour.
The Government-funded report involved 227 three-year-olds from the Isle of Wight.
It found that colourings in products such as Jammie Dodgers, Smarties and Jelly Tots as well as in fizzy drinks could spark behavioural changes in up to a quarter of children.
(Retrieved from: newspaper Daily Mail, January 8, 2003, p. 19).
A palavra “welcomed” pode ser classificada, segundo sua classe gramatical, como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container