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A história do ensino da arte no Brasil é marcada por uma trajetória conturbada e descontínua. Um dos períodos mais marcantes desse processo é a instituição da Educação Artística, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1971. Apesar da promulgação de uma nova LDB em 1996, muitas concepções sobre o ensino da arte da legislação anterior ainda estão presentes na escola. São elas:
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Considere o quadro de Anita Malfatti (“Tropical”, pintado em 1917):

Sobre essa obra e seu contexto de produção, é correto afirmar:
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O esporte, quando praticado nos sistemas de ensino e em formas assistemáticas de educação, evitando-se a seletividade e a hipercompetitividade de seus praticantes, com a finalidade de alcançar o desenvolvimento integral do indivíduo e a sua formação para o exercício da cidadania, é classificado como esporte:
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662942
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Educação Física para o terceiro e quarto ciclo do Ensino Fundamental, o esporte é conteúdo a ser desenvolvido nas aulas de Educação Física. O objetivo desse conteúdo na disciplina escolar é:
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Em todo processo educacional, a avaliação tem importância fundamental e não pode ser tratada como um momento distinto da ação de ensinar. Na educação musical, os processos avaliativos têm suas particularidades, tema que é abordado por diversos autores.
Sobre a avaliação em música, assinale a alternativa correta.
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Várias propostas internacionais influenciaram o ensino das artes visuais no Brasil. Uma das mais significativas foi o DBAE (Diciplined-Based-Art Education), livremente traduzida como “ensino da arte como disciplina”, que levava em conta contribuições de arte-educadores como Elliot Eisner. No Brasil, o DBAE serviu de base para que Ana Mae Barbosa elaborasse sua “Abordagem Triangular do Ensino da Arte”. Os três eixos dessa abordagem são:
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Considere o texto abaixo:
The best movie I’ve ever seen was “Dead poets’ society”. It _______ me cry throughout! There was this teacher who _______ his students to enjoy life, seize the day, as he said. But it _______ up some of them did not really _______ what to do. And one of them _______.
Assinale a alternativa que apresenta os verbos que melhor completam as lacunas, na sequência em que aparecem no texto.
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O movimento é um elemento comunicativo próprio do ser humano e pode tanto atender às nossas necessidades do cotidiano como servir às necessidades estéticas. Essa segunda função é aquela que sustenta a dança como linguagem artística, cujo movimento é o elemento central e pode ser dividido em vários fatores do movimento. Sobre os movimentos da dança, considere as seguintes afirmativas:
1. Peso se refere ao uso da força corporal para se mover pelo espaço.
2. Fluência é a tensão muscular utilizada para executar um movimento.
3. Espaço é o modo como a atenção do estudante é focada no ambiente.
4. Tempo é a quantidade de tempo que o aluno demora para fazer um movimento.
Assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir é referência para a questão.
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos (1). Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus fazem apenas "pedagogia de astronauta". Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza (3) o imaginário dos discípulos, fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J. K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos "pedagogos astronautas" e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J. K. Rowling. Eles é que sabem.
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: "Seja X a largura de um retângulo...". De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: "Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?". Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano "grosso" flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais comparações podem ser abandonadas. É preciso garimpar (2) as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor "construir sua própria aula", em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J. K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado.
Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: "O bom artista copia, o grande artista rouba ideias". Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se "colando" dos melhores materiais disponíveis eles conseguirem fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerão todos os aplausos.
(Claudio de Moura Castro. Publicado na revista Veja, 10/06/2009, p. 30. Adaptado.)
Conforme o sentido que as expressões apresentam no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. “ruídos semânticos” é sinônimo de “significado pouco claro”.
2. “garimpar” é sinônimo de “selecionar as melhores”.
3. “galvaniza” é sinônimo de “movimenta”.
Assinale a alternativa correta.
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Considere o seguinte conjunto de ações:
• a menina desceu da banqueta com um pesado livro nas mãos;
• a menina colocou a banqueta novamente no lugar;
• a menina deslizou suavemente para fora da biblioteca;
• a menina entrou no quarto;
• a menina fechou imediatamente a porta;
• a menina depositou o volume sobre a cama;
• a menina acendeu a luz da lâmpada de cabeceira;
• a menina abriu o livro, entre ofegante e desejosa.
Assinale a alternativa que junta todas essas informações num texto coeso e de acordo com a norma da escrita padrão.
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