Magna Concursos

Foram encontradas 25 questões.

1308881 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
AMADURECER SEM CRISTALIZAR
Os anos passam e teço uma amizade peculiar com o tempo. Nas linhas do meu rosto, reconheço as terras de meus avós. No espelho, vejo os olhos estreitos de meu pai, entre os fios grisalhos que descolorem antes de cair, os delicados traços de minha mãe. A identidade, que sempre busquei, veio sem avisar.
Envelheço e, a cada nova escalada, me abismo. Do alto de onde acreditava estarem as respostas para minhas questões, percebo que as dúvidas agora são outras. Aquele que perguntou, no início da jornada, já não é mais. A vertigem vem de perceber que, entre o mar e o cume, tornei-me outro rio. Ao reconhecer essa mudança, me dou conta de que minha identidade não é estática, mas um movimento.
Navegar é saber de onde se veio, para onde se vai. A vida não é linear. Zarpei sem saber de onde, foi em meio ao mar que alinhavei um par de acertos num quebra-cabeças de peças infinitas. Insinua-se ali uma imagem, uma identidade, cinzelada com vento e sal. Quando chegou a hora de aportar e viver de novo em terra, senti essa identidade esculpida com sal sob ameaça e cristalizei. Duro reconhecer a paralisia, mas foi ela que me permitiu questionar de onde vem minha identidade: do que faço, de onde vivo? Um pouco, mas acho que a identidade brota dos valores e ideais que persigo.
Ao navegar de volta a mim mesmo, fiz as pazes com os ideais que me assombravam. Entendi que utopias vivem no horizonte. Andamos 20 passos em sua direção e elas postam-se 20 passos além, são inalcançáveis. A questão central, explicou o cineasta argentino Fernando Birri, é para que servem as utopias? “Servem para caminharmos.” Utopias são faróis no escuro da noite.
Quando sei para onde vou ou de onde vim, é mais clara minha identidade, sou mais forte. Essa imagem ganha nitidez quando formulo as perguntas corretas e as equilibro, como quem mistura cores para uma pintura. Por vezes persigo a forma, o como, quando o que está em jogo é o propósito, o quê. Em outros momentos, me vejo dividido entre isto ou aquilo, quando o caminho passa por uma combinação disto e daquilo. É quando permito o necessário tempo de maturação que a imagem se forma, a harmonia apresenta-se nas cores e na força de quem sou.
Fica tudo muito bonito e poético no papel, mas a prática é cheia de pontas. Quando a realidade se torna dura demais, reconheço a dor e silencio, desvio minha atenção para outra parte. Na vida, como no mar, quando o tempo vira, a prioridade não é o destino, mas a segurança. Há uma manobra para os dias de temporal: capa. A ideia é derivar com a menor velocidade possível em um rumo controlado.
Consegue-se isso com as velas invertidas ou aquarteladas, como se diz no jargão náutico, e o timão amarrado na direção oposta. A beleza do movimento vem do redemoinho criado com a quilha do barco arrastando. Ele desorganiza as ondas e impede que elas quebrem sobre o costado, o que permite que a tripulação recupere as forças. Em meio ao nevoeiro, me ponho em capa e levo o barco devagar [...].
(FREITAS, Lucas T. de. Amadurecer sem cristalizar. Revista
Vida Simples. p. 52, maio de 2016. Adaptado.)
“Entendi que utopias vivem no horizonte.”
De acordo com o texto, o melhor sinônimo para o termo “utopias” é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1299083 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
AMADURECER SEM CRISTALIZAR
Os anos passam e teço uma amizade peculiar com o tempo. Nas linhas do meu rosto, reconheço as terras de meus avós. No espelho, vejo os olhos estreitos de meu pai, entre os fios grisalhos que descolorem antes de cair, os delicados traços de minha mãe. A identidade, que sempre busquei, veio sem avisar.
Envelheço e, a cada nova escalada, me abismo. Do alto de onde acreditava estarem as respostas para minhas questões, percebo que as dúvidas agora são outras. Aquele que perguntou, no início da jornada, já não é mais. A vertigem vem de perceber que, entre o mar e o cume, tornei-me outro rio. Ao reconhecer essa mudança, me dou conta de que minha identidade não é estática, mas um movimento.
Navegar é saber de onde se veio, para onde se vai. A vida não é linear. Zarpei sem saber de onde, foi em meio ao mar que alinhavei um par de acertos num quebra-cabeças de peças infinitas. Insinua-se ali uma imagem, uma identidade, cinzelada com vento e sal. Quando chegou a hora de aportar e viver de novo em terra, senti essa identidade esculpida com sal sob ameaça e cristalizei. Duro reconhecer a paralisia, mas foi ela que me permitiu questionar de onde vem minha identidade: do que faço, de onde vivo? Um pouco, mas acho que a identidade brota dos valores e ideais que persigo.
Ao navegar de volta a mim mesmo, fiz as pazes com os ideais que me assombravam. Entendi que utopias vivem no horizonte. Andamos 20 passos em sua direção e elas postam-se 20 passos além, são inalcançáveis. A questão central, explicou o cineasta argentino Fernando Birri, é para que servem as utopias? “Servem para caminharmos.” Utopias são faróis no escuro da noite.
Quando sei para onde vou ou de onde vim, é mais clara minha identidade, sou mais forte. Essa imagem ganha nitidez quando formulo as perguntas corretas e as equilibro, como quem mistura cores para uma pintura. Por vezes persigo a forma, o como, quando o que está em jogo é o propósito, o quê. Em outros momentos, me vejo dividido entre isto ou aquilo, quando o caminho passa por uma combinação disto e daquilo. É quando permito o necessário tempo de maturação que a imagem se forma, a harmonia apresenta-se nas cores e na força de quem sou.
Fica tudo muito bonito e poético no papel, mas a prática é cheia de pontas. Quando a realidade se torna dura demais, reconheço a dor e silencio, desvio minha atenção para outra parte. Na vida, como no mar, quando o tempo vira, a prioridade não é o destino, mas a segurança. Há uma manobra para os dias de temporal: capa. A ideia é derivar com a menor velocidade possível em um rumo controlado.
Consegue-se isso com as velas invertidas ou aquarteladas, como se diz no jargão náutico, e o timão amarrado na direção oposta. A beleza do movimento vem do redemoinho criado com a quilha do barco arrastando. Ele desorganiza as ondas e impede que elas quebrem sobre o costado, o que permite que a tripulação recupere as forças. Em meio ao nevoeiro, me ponho em capa e levo o barco devagar [...].
(FREITAS, Lucas T. de. Amadurecer sem cristalizar. Revista
Vida Simples. p. 52, maio de 2016. Adaptado.)
Considere o trecho: “[...] com as velas invertidas ou aquarteladas, como se diz no jargão náutico [...]”
Sobre o uso do pronome oblíquo átono nesse trecho, é CORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1297009 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Tratando de novas formas de organização do processo ensino-aprendizagem, certo autor afirma que mais “[...] do que nos movermos pelo apoio acrítico a um outro modo de organizar o ensino devemos dispor de critérios que nos permitam considerar o que é mais conveniente num dado momento para determinados objetivos a partir da convicção de que nem tudo tem o mesmo valor, nem vale para satisfazer as mesmas finalidades.”
Adotada essa perspectiva, é CORRETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
979907 Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Observados os termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n.º 8069/1990, entre os aspectos que compreende o direito à liberdade NÃO se encontra:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
963026 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Observadas as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, Resolução CEB/CNE n.º 02/2001, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
944601 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Jussara Hoffman, em seu livro Avaliar para promover: as setas do caminho, ao falar sobre conteúdos, sinaliza as funções do professor, entre as quais NÃO se encontra:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
943956 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Ana Teberosky, no livro Compreensão da leitura: a língua como procedimento, apresenta um texto cuja autora, Isabel Solé, aborda o caminho percorrido pelas pesquisas acerca de concepções sobre leitura e expõe algumas considerações:
I - O esforço do ensino deveria prover os alunos de estratégias que lhes permitissem abordar diferentes textos, acadêmicos e cotidianos, com diferentes intenções: desfrutar, aprender, resolver um problema concreto etc.
II - Aprender a ler, aprender com a leitura, aprender a desfrutar a leitura: esse é um desafio que a escola, professores e alunos enfrentaram, mas, na atualidade, consideram resolvido e vencido.
III - O leitor ativo é aquele que processa, critica, contrasta e avalia a informação que está diante de si, que a desfruta, que dá sentido e significado ao que lê.
IV - Deve-se ensinar a ler além da aprendizagem inicial da leitura.
Conforme o texto citado, estão CORRETAS as afirmativas contidas nos incisos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
936317 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
AMADURECER SEM CRISTALIZAR
Os anos passam e teço uma amizade peculiar com o tempo. Nas linhas do meu rosto, reconheço as terras de meus avós. No espelho, vejo os olhos estreitos de meu pai, entre os fios grisalhos que descolorem antes de cair, os delicados traços de minha mãe. A identidade, que sempre busquei, veio sem avisar.
Envelheço e, a cada nova escalada, me abismo. Do alto de onde acreditava estarem as respostas para minhas questões, percebo que as dúvidas agora são outras. Aquele que perguntou, no início da jornada, já não é mais. A vertigem vem de perceber que, entre o mar e o cume, tornei-me outro rio. Ao reconhecer essa mudança, me dou conta de que minha identidade não é estática, mas um movimento.
Navegar é saber de onde se veio, para onde se vai. A vida não é linear. Zarpei sem saber de onde, foi em meio ao mar que alinhavei um par de acertos num quebra-cabeças de peças infinitas. Insinua-se ali uma imagem, uma identidade, cinzelada com vento e sal. Quando chegou a hora de aportar e viver de novo em terra, senti essa identidade esculpida com sal sob ameaça e cristalizei. Duro reconhecer a paralisia, mas foi ela que me permitiu questionar de onde vem minha identidade: do que faço, de onde vivo? Um pouco, mas acho que a identidade brota dos valores e ideais que persigo.
Ao navegar de volta a mim mesmo, fiz as pazes com os ideais que me assombravam. Entendi que utopias vivem no horizonte. Andamos 20 passos em sua direção e elas postam-se 20 passos além, são inalcançáveis. A questão central, explicou o cineasta argentino Fernando Birri, é para que servem as utopias? “Servem para caminharmos.” Utopias são faróis no escuro da noite.
Quando sei para onde vou ou de onde vim, é mais clara minha identidade, sou mais forte. Essa imagem ganha nitidez quando formulo as perguntas corretas e as equilibro, como quem mistura cores para uma pintura. Por vezes persigo a forma, o como, quando o que está em jogo é o propósito, o quê. Em outros momentos, me vejo dividido entre isto ou aquilo, quando o caminho passa por uma combinação disto e daquilo. É quando permito o necessário tempo de maturação que a imagem se forma, a harmonia apresenta-se nas cores e na força de quem sou.
Fica tudo muito bonito e poético no papel, mas a prática é cheia de pontas. Quando a realidade se torna dura demais, reconheço a dor e silencio, desvio minha atenção para outra parte. Na vida, como no mar, quando o tempo vira, a prioridade não é o destino, mas a segurança. Há uma manobra para os dias de temporal: capa. A ideia é derivar com a menor velocidade possível em um rumo controlado.
Consegue-se isso com as velas invertidas ou aquarteladas, como se diz no jargão náutico, e o timão amarrado na direção oposta. A beleza do movimento vem do redemoinho criado com a quilha do barco arrastando. Ele desorganiza as ondas e impede que elas quebrem sobre o costado, o que permite que a tripulação recupere as forças. Em meio ao nevoeiro, me ponho em capa e levo o barco devagar [...].
(FREITAS, Lucas T. de. Amadurecer sem cristalizar. Revista
Vida Simples. p. 52, maio de 2016. Adaptado.)
Para o autor, ter uma identidade significa ter, EXCETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
931861 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Língua Portuguesa 1.º e 2.º ciclos do Ensino Fundamental, ao abordar Linguagem e Participação Social, assim se expressam: “O domínio da língua tem estreita relação com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento.”
Nessa perpectiva, pode-se dizer que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
929711 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
O Caderno de Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais, ao abordar os conteúdos, assim se expressa: “Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem uma mudança de enfoque em relação aos conteúdos curriculares: ao invés de um ensino em que o conteúdo seja visto como fim em si mesmo, o que se propõe é um ensino em que o conteúdo seja visto como meio para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos.”
Nessa perspectiva, é INCORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas