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Foram encontradas 40 questões.

3374514 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Assinale a alternativa que apresenta um caso de inexigibilidade da licitação, previsto na Lei n.º 14.133/2021.

 

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3374513 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Com relação à progressão funcional, nos termos do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Diadema, assinale a alternativa correta.

 

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3374512 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Com relação ao estágio probatório, nos termos do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Diadema, assinale a alternativa correta.

 

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3374511 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Deverão comprovar os requisitos referentes à nacionalidade e à idade mínima legal, de acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Diadema, o indivíduo apto ao serviço público, a ser provido por meio de

 

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3374510 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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O positrônio é uma substância extremamente rara, que geralmente existe por apenas 142 bilionésimos de segundo e é capaz de gerar grandes quantidades de energia. Estudá-la pode trazer mais entendimento sobre a antimatéria que existia na origem do Universo e, com isso, revolucionar a Física, o tratamento do câncer e talvez até viagens espaciais. Até aqui, no entanto, tem sido quase impossível analisar a substância porque seus átomos se movem demais. Agora os cientistas têm uma solução alternativa: congelá-la com lasers. "Os físicos estão apaixonados pelo positrônio", disse Ruggero Caravita, que liderou a pesquisa na Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern), que fica perto de Genebra. "É o átomo perfeito para fazer experimentos com antimatéria".

Mas o que é exatamente o positrônio? É um chamado átomo exótico formado por matéria e antimatéria – algo bastante incomum, de fato. A matéria é do que o mundo ao nosso redor é feito, incluindo as estrelas, os planetas e nós. Antimatéria é o oposto. Foi criada em quantidades iguais quando o Universo surgiu, mas existe apenas momentaneamente na natureza hoje, com muito pouco ocorrendo de forma natural no cosmos. Descobrir o motivo de haver mais matéria agora no Universo do que antimatéria – e, portanto, por que existimos – nos levará a um longo caminho em direção a uma nova e mais completa teoria de como o Universo evoluiu, e o positrônio é a chave, de acordo com Lisa Gloggler, pesquisadora que trabalha no projeto. "O positrônio é um sistema tão simples. Consiste em 50% de matéria e 50% de antimatéria", disse. "Esperamos que, se houver alguma diferença entre as duas, seja possível ver mais facilmente do que em sistemas mais complexos". Um dos primeiros experimentos nos quais o positrônio congelado poderia ser utilizado é para ver se sua porção antimatéria segue a Teoria da Relatividade Geral de Einstein da mesma forma que a porção matéria.

A matéria, que forma o mundo ao nosso redor, consiste em átomos, o mais simples dos quais é o hidrogênio, que é o elemento mais abundante do Universo. Os átomos de hidrogênio são feitos de um próton carregado positivamente e um elétron carregado negativamente. Já o positrônio consiste em um elétron e seu equivalente de antimatéria, um positron. Ele foi detectado por cientistas pela primeira vez em 1951, nos EUA, mas tem sido difícil estudá-lo porque os átomos se movem muito – são os átomos mais leves que se tem conhecimento. Mas o resfriamento reduz a velocidade dos átomos, facilitando o estudo dos cientistas.

Até agora, as temperaturas mais frias para o positrônio no vácuo têm sido em torno de 100 °C. A equipe do Cern agora reduziu para mais de -100 °C, usando uma técnica chamada resfriamento a laser. Trata-se de um processo difícil e complicado em que a luz de laser é lançada nos átomos para impedir que se mexam tanto. A pesquisa foi publicada na revista científica Physical Review Letters. Para que possa ser usado em pesquisa, o positrônio tem que ser congelado ainda mais, até em torno de -260 °C. A abordagem do laser deu aos pesquisadores um caminho, de acordo com o Prof. Michael Charlton, especialista em positrônio da Universidade de Swansea, que não participou do mais recente avanço. "Este é um primeiro passo muito encorajador", disse ele. "Está abrindo a porta para que você possa ver a luz do outro lado, acenando para uma nova era da física do positrônio".

E o grupo Cern não está sozinho na busca pelo positrônio congelado. Um grupo da KEK Slow Positron Facility em Tóquio está prestes a publicar resultados semelhantes. Está se tornando uma corrida científica, envolvendo outros grupos ao redor do mundo também, porque essa substância esotérica poderia ter enormes benefícios práticos. Quando um elétron e um pósitron se combinam, eles liberam enormes quantidades de energia. Isso poderia ser aproveitado para criar os chamados os poderosos lasers de raios gama.

Algumas das aplicações são exames de imagens, tratamentos contra o câncer e fala-se até em impulsionar naves espaciais a velocidades próximas à da luz, o que poderia viabilizar viagens interestelares em um futuro distante. O trabalho foi realizado na fábrica de antimatéria da Cern, que recentemente criou e armazenou a maior quantidade de átomos de hidrogênio de antimatéria no Universo conhecido. No ano passado, uma outra equipe de pesquisadores testou se o anti-hidrogênio tinha uma resposta diferente à gravidade, vendo se caía para cima ou para baixo quando solto. Descobriu-se que caía para baixo, mas ainda não se sabe se na mesma taxa que o hidrogênio normal.

(Jornal BBC News, 28.02.2024. Adaptado).

Assinale a alternativa cujas palavras, entre parêntesis, substituam, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa, os termos destacados.

 

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3374509 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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O positrônio é uma substância extremamente rara, que geralmente existe por apenas 142 bilionésimos de segundo e é capaz de gerar grandes quantidades de energia. Estudá-la pode trazer mais entendimento sobre a antimatéria que existia na origem do Universo e, com isso, revolucionar a Física, o tratamento do câncer e talvez até viagens espaciais. Até aqui, no entanto, tem sido quase impossível analisar a substância porque seus átomos se movem demais. Agora os cientistas têm uma solução alternativa: congelá-la com lasers. "Os físicos estão apaixonados pelo positrônio", disse Ruggero Caravita, que liderou a pesquisa na Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern), que fica perto de Genebra. "É o átomo perfeito para fazer experimentos com antimatéria".

Mas o que é exatamente o positrônio? É um chamado átomo exótico formado por matéria e antimatéria – algo bastante incomum, de fato. A matéria é do que o mundo ao nosso redor é feito, incluindo as estrelas, os planetas e nós. Antimatéria é o oposto. Foi criada em quantidades iguais quando o Universo surgiu, mas existe apenas momentaneamente na natureza hoje, com muito pouco ocorrendo de forma natural no cosmos. Descobrir o motivo de haver mais matéria agora no Universo do que antimatéria – e, portanto, por que existimos – nos levará a um longo caminho em direção a uma nova e mais completa teoria de como o Universo evoluiu, e o positrônio é a chave, de acordo com Lisa Gloggler, pesquisadora que trabalha no projeto. "O positrônio é um sistema tão simples. Consiste em 50% de matéria e 50% de antimatéria", disse. "Esperamos que, se houver alguma diferença entre as duas, seja possível ver mais facilmente do que em sistemas mais complexos". Um dos primeiros experimentos nos quais o positrônio congelado poderia ser utilizado é para ver se sua porção antimatéria segue a Teoria da Relatividade Geral de Einstein da mesma forma que a porção matéria.

A matéria, que forma o mundo ao nosso redor, consiste em átomos, o mais simples dos quais é o hidrogênio, que é o elemento mais abundante do Universo. Os átomos de hidrogênio são feitos de um próton carregado positivamente e um elétron carregado negativamente. Já o positrônio consiste em um elétron e seu equivalente de antimatéria, um positron. Ele foi detectado por cientistas pela primeira vez em 1951, nos EUA, mas tem sido difícil estudá-lo porque os átomos se movem muito – são os átomos mais leves que se tem conhecimento. Mas o resfriamento reduz a velocidade dos átomos, facilitando o estudo dos cientistas.

Até agora, as temperaturas mais frias para o positrônio no vácuo têm sido em torno de 100 °C. A equipe do Cern agora reduziu para mais de -100 °C, usando uma técnica chamada resfriamento a laser. Trata-se de um processo difícil e complicado em que a luz de laser é lançada nos átomos para impedir que se mexam tanto. A pesquisa foi publicada na revista científica Physical Review Letters. Para que possa ser usado em pesquisa, o positrônio tem que ser congelado ainda mais, até em torno de -260 °C. A abordagem do laser deu aos pesquisadores um caminho, de acordo com o Prof. Michael Charlton, especialista em positrônio da Universidade de Swansea, que não participou do mais recente avanço. "Este é um primeiro passo muito encorajador", disse ele. "Está abrindo a porta para que você possa ver a luz do outro lado, acenando para uma nova era da física do positrônio".

E o grupo Cern não está sozinho na busca pelo positrônio congelado. Um grupo da KEK Slow Positron Facility em Tóquio está prestes a publicar resultados semelhantes. Está se tornando uma corrida científica, envolvendo outros grupos ao redor do mundo também, porque essa substância esotérica poderia ter enormes benefícios práticos. Quando um elétron e um pósitron se combinam, eles liberam enormes quantidades de energia. Isso poderia ser aproveitado para criar os chamados os poderosos lasers de raios gama.

Algumas das aplicações são exames de imagens, tratamentos contra o câncer e fala-se até em impulsionar naves espaciais a velocidades próximas à da luz, o que poderia viabilizar viagens interestelares em um futuro distante. O trabalho foi realizado na fábrica de antimatéria da Cern, que recentemente criou e armazenou a maior quantidade de átomos de hidrogênio de antimatéria no Universo conhecido. No ano passado, uma outra equipe de pesquisadores testou se o anti-hidrogênio tinha uma resposta diferente à gravidade, vendo se caía para cima ou para baixo quando solto. Descobriu-se que caía para baixo, mas ainda não se sabe se na mesma taxa que o hidrogênio normal.

(Jornal BBC News, 28.02.2024. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja frase utiliza a crase, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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3374508 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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O positrônio é uma substância extremamente rara, que geralmente existe por apenas 142 bilionésimos de segundo e é capaz de gerar grandes quantidades de energia. Estudá-la pode trazer mais entendimento sobre a antimatéria que existia na origem do Universo e, com isso, revolucionar a Física, o tratamento do câncer e talvez até viagens espaciais. Até aqui, no entanto, tem sido quase impossível analisar a substância porque seus átomos se movem demais. Agora os cientistas têm uma solução alternativa: congelá-la com lasers. "Os físicos estão apaixonados pelo positrônio", disse Ruggero Caravita, que liderou a pesquisa na Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern), que fica perto de Genebra. "É o átomo perfeito para fazer experimentos com antimatéria".

Mas o que é exatamente o positrônio? É um chamado átomo exótico formado por matéria e antimatéria – algo bastante incomum, de fato. A matéria é do que o mundo ao nosso redor é feito, incluindo as estrelas, os planetas e nós. Antimatéria é o oposto. Foi criada em quantidades iguais quando o Universo surgiu, mas existe apenas momentaneamente na natureza hoje, com muito pouco ocorrendo de forma natural no cosmos. Descobrir o motivo de haver mais matéria agora no Universo do que antimatéria – e, portanto, por que existimos – nos levará a um longo caminho em direção a uma nova e mais completa teoria de como o Universo evoluiu, e o positrônio é a chave, de acordo com Lisa Gloggler, pesquisadora que trabalha no projeto. "O positrônio é um sistema tão simples. Consiste em 50% de matéria e 50% de antimatéria", disse. "Esperamos que, se houver alguma diferença entre as duas, seja possível ver mais facilmente do que em sistemas mais complexos". Um dos primeiros experimentos nos quais o positrônio congelado poderia ser utilizado é para ver se sua porção antimatéria segue a Teoria da Relatividade Geral de Einstein da mesma forma que a porção matéria.

A matéria, que forma o mundo ao nosso redor, consiste em átomos, o mais simples dos quais é o hidrogênio, que é o elemento mais abundante do Universo. Os átomos de hidrogênio são feitos de um próton carregado positivamente e um elétron carregado negativamente. Já o positrônio consiste em um elétron e seu equivalente de antimatéria, um positron. Ele foi detectado por cientistas pela primeira vez em 1951, nos EUA, mas tem sido difícil estudá-lo porque os átomos se movem muito – são os átomos mais leves que se tem conhecimento. Mas o resfriamento reduz a velocidade dos átomos, facilitando o estudo dos cientistas.

Até agora, as temperaturas mais frias para o positrônio no vácuo têm sido em torno de 100 °C. A equipe do Cern agora reduziu para mais de -100 °C, usando uma técnica chamada resfriamento a laser. Trata-se de um processo difícil e complicado em que a luz de laser é lançada nos átomos para impedir que se mexam tanto. A pesquisa foi publicada na revista científica Physical Review Letters. Para que possa ser usado em pesquisa, o positrônio tem que ser congelado ainda mais, até em torno de -260 °C. A abordagem do laser deu aos pesquisadores um caminho, de acordo com o Prof. Michael Charlton, especialista em positrônio da Universidade de Swansea, que não participou do mais recente avanço. "Este é um primeiro passo muito encorajador", disse ele. "Está abrindo a porta para que você possa ver a luz do outro lado, acenando para uma nova era da física do positrônio".

E o grupo Cern não está sozinho na busca pelo positrônio congelado. Um grupo da KEK Slow Positron Facility em Tóquio está prestes a publicar resultados semelhantes. Está se tornando uma corrida científica, envolvendo outros grupos ao redor do mundo também, porque essa substância esotérica poderia ter enormes benefícios práticos. Quando um elétron e um pósitron se combinam, eles liberam enormes quantidades de energia. Isso poderia ser aproveitado para criar os chamados os poderosos lasers de raios gama.

Algumas das aplicações são exames de imagens, tratamentos contra o câncer e fala-se até em impulsionar naves espaciais a velocidades próximas à da luz, o que poderia viabilizar viagens interestelares em um futuro distante. O trabalho foi realizado na fábrica de antimatéria da Cern, que recentemente criou e armazenou a maior quantidade de átomos de hidrogênio de antimatéria no Universo conhecido. No ano passado, uma outra equipe de pesquisadores testou se o anti-hidrogênio tinha uma resposta diferente à gravidade, vendo se caía para cima ou para baixo quando solto. Descobriu-se que caía para baixo, mas ainda não se sabe se na mesma taxa que o hidrogênio normal.

(Jornal BBC News, 28.02.2024. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto utiliza a concordância verbal, em conformidade com a norma- -padrão da Língua Portuguesa.

 

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3374507 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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O positrônio é uma substância extremamente rara, que geralmente existe por apenas 142 bilionésimos de segundo e é capaz de gerar grandes quantidades de energia. Estudá-la pode trazer mais entendimento sobre a antimatéria que existia na origem do Universo e, com isso, revolucionar a Física, o tratamento do câncer e talvez até viagens espaciais. Até aqui, no entanto, tem sido quase impossível analisar a substância porque seus átomos se movem demais. Agora os cientistas têm uma solução alternativa: congelá-la com lasers. "Os físicos estão apaixonados pelo positrônio", disse Ruggero Caravita, que liderou a pesquisa na Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern), que fica perto de Genebra. "É o átomo perfeito para fazer experimentos com antimatéria".

Mas o que é exatamente o positrônio? É um chamado átomo exótico formado por matéria e antimatéria – algo bastante incomum, de fato. A matéria é do que o mundo ao nosso redor é feito, incluindo as estrelas, os planetas e nós. Antimatéria é o oposto. Foi criada em quantidades iguais quando o Universo surgiu, mas existe apenas momentaneamente na natureza hoje, com muito pouco ocorrendo de forma natural no cosmos. Descobrir o motivo de haver mais matéria agora no Universo do que antimatéria – e, portanto, por que existimos – nos levará a um longo caminho em direção a uma nova e mais completa teoria de como o Universo evoluiu, e o positrônio é a chave, de acordo com Lisa Gloggler, pesquisadora que trabalha no projeto. "O positrônio é um sistema tão simples. Consiste em 50% de matéria e 50% de antimatéria", disse. "Esperamos que, se houver alguma diferença entre as duas, seja possível ver mais facilmente do que em sistemas mais complexos". Um dos primeiros experimentos nos quais o positrônio congelado poderia ser utilizado é para ver se sua porção antimatéria segue a Teoria da Relatividade Geral de Einstein da mesma forma que a porção matéria.

A matéria, que forma o mundo ao nosso redor, consiste em átomos, o mais simples dos quais é o hidrogênio, que é o elemento mais abundante do Universo. Os átomos de hidrogênio são feitos de um próton carregado positivamente e um elétron carregado negativamente. Já o positrônio consiste em um elétron e seu equivalente de antimatéria, um positron. Ele foi detectado por cientistas pela primeira vez em 1951, nos EUA, mas tem sido difícil estudá-lo porque os átomos se movem muito – são os átomos mais leves que se tem conhecimento. Mas o resfriamento reduz a velocidade dos átomos, facilitando o estudo dos cientistas.

Até agora, as temperaturas mais frias para o positrônio no vácuo têm sido em torno de 100 °C. A equipe do Cern agora reduziu para mais de -100 °C, usando uma técnica chamada resfriamento a laser. Trata-se de um processo difícil e complicado em que a luz de laser é lançada nos átomos para impedir que se mexam tanto. A pesquisa foi publicada na revista científica Physical Review Letters. Para que possa ser usado em pesquisa, o positrônio tem que ser congelado ainda mais, até em torno de -260 °C. A abordagem do laser deu aos pesquisadores um caminho, de acordo com o Prof. Michael Charlton, especialista em positrônio da Universidade de Swansea, que não participou do mais recente avanço. "Este é um primeiro passo muito encorajador", disse ele. "Está abrindo a porta para que você possa ver a luz do outro lado, acenando para uma nova era da física do positrônio".

E o grupo Cern não está sozinho na busca pelo positrônio congelado. Um grupo da KEK Slow Positron Facility em Tóquio está prestes a publicar resultados semelhantes. Está se tornando uma corrida científica, envolvendo outros grupos ao redor do mundo também, porque essa substância esotérica poderia ter enormes benefícios práticos. Quando um elétron e um pósitron se combinam, eles liberam enormes quantidades de energia. Isso poderia ser aproveitado para criar os chamados os poderosos lasers de raios gama.

Algumas das aplicações são exames de imagens, tratamentos contra o câncer e fala-se até em impulsionar naves espaciais a velocidades próximas à da luz, o que poderia viabilizar viagens interestelares em um futuro distante. O trabalho foi realizado na fábrica de antimatéria da Cern, que recentemente criou e armazenou a maior quantidade de átomos de hidrogênio de antimatéria no Universo conhecido. No ano passado, uma outra equipe de pesquisadores testou se o anti-hidrogênio tinha uma resposta diferente à gravidade, vendo se caía para cima ou para baixo quando solto. Descobriu-se que caía para baixo, mas ainda não se sabe se na mesma taxa que o hidrogênio normal.

(Jornal BBC News, 28.02.2024. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja frase utiliza palavra com sentido figurado.

 

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3374506 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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O positrônio é uma substância extremamente rara, que geralmente existe por apenas 142 bilionésimos de segundo e é capaz de gerar grandes quantidades de energia. Estudá-la pode trazer mais entendimento sobre a antimatéria que existia na origem do Universo e, com isso, revolucionar a Física, o tratamento do câncer e talvez até viagens espaciais. Até aqui, no entanto, tem sido quase impossível analisar a substância porque seus átomos se movem demais. Agora os cientistas têm uma solução alternativa: congelá-la com lasers. "Os físicos estão apaixonados pelo positrônio", disse Ruggero Caravita, que liderou a pesquisa na Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern), que fica perto de Genebra. "É o átomo perfeito para fazer experimentos com antimatéria".

Mas o que é exatamente o positrônio? É um chamado átomo exótico formado por matéria e antimatéria – algo bastante incomum, de fato. A matéria é do que o mundo ao nosso redor é feito, incluindo as estrelas, os planetas e nós. Antimatéria é o oposto. Foi criada em quantidades iguais quando o Universo surgiu, mas existe apenas momentaneamente na natureza hoje, com muito pouco ocorrendo de forma natural no cosmos. Descobrir o motivo de haver mais matéria agora no Universo do que antimatéria – e, portanto, por que existimos – nos levará a um longo caminho em direção a uma nova e mais completa teoria de como o Universo evoluiu, e o positrônio é a chave, de acordo com Lisa Gloggler, pesquisadora que trabalha no projeto. "O positrônio é um sistema tão simples. Consiste em 50% de matéria e 50% de antimatéria", disse. "Esperamos que, se houver alguma diferença entre as duas, seja possível ver mais facilmente do que em sistemas mais complexos". Um dos primeiros experimentos nos quais o positrônio congelado poderia ser utilizado é para ver se sua porção antimatéria segue a Teoria da Relatividade Geral de Einstein da mesma forma que a porção matéria.

A matéria, que forma o mundo ao nosso redor, consiste em átomos, o mais simples dos quais é o hidrogênio, que é o elemento mais abundante do Universo. Os átomos de hidrogênio são feitos de um próton carregado positivamente e um elétron carregado negativamente. Já o positrônio consiste em um elétron e seu equivalente de antimatéria, um positron. Ele foi detectado por cientistas pela primeira vez em 1951, nos EUA, mas tem sido difícil estudá-lo porque os átomos se movem muito – são os átomos mais leves que se tem conhecimento. Mas o resfriamento reduz a velocidade dos átomos, facilitando o estudo dos cientistas.

Até agora, as temperaturas mais frias para o positrônio no vácuo têm sido em torno de 100 °C. A equipe do Cern agora reduziu para mais de -100 °C, usando uma técnica chamada resfriamento a laser. Trata-se de um processo difícil e complicado em que a luz de laser é lançada nos átomos para impedir que se mexam tanto. A pesquisa foi publicada na revista científica Physical Review Letters. Para que possa ser usado em pesquisa, o positrônio tem que ser congelado ainda mais, até em torno de -260 °C. A abordagem do laser deu aos pesquisadores um caminho, de acordo com o Prof. Michael Charlton, especialista em positrônio da Universidade de Swansea, que não participou do mais recente avanço. "Este é um primeiro passo muito encorajador", disse ele. "Está abrindo a porta para que você possa ver a luz do outro lado, acenando para uma nova era da física do positrônio".

E o grupo Cern não está sozinho na busca pelo positrônio congelado. Um grupo da KEK Slow Positron Facility em Tóquio está prestes a publicar resultados semelhantes. Está se tornando uma corrida científica, envolvendo outros grupos ao redor do mundo também, porque essa substância esotérica poderia ter enormes benefícios práticos. Quando um elétron e um pósitron se combinam, eles liberam enormes quantidades de energia. Isso poderia ser aproveitado para criar os chamados os poderosos lasers de raios gama.

Algumas das aplicações são exames de imagens, tratamentos contra o câncer e fala-se até em impulsionar naves espaciais a velocidades próximas à da luz, o que poderia viabilizar viagens interestelares em um futuro distante. O trabalho foi realizado na fábrica de antimatéria da Cern, que recentemente criou e armazenou a maior quantidade de átomos de hidrogênio de antimatéria no Universo conhecido. No ano passado, uma outra equipe de pesquisadores testou se o anti-hidrogênio tinha uma resposta diferente à gravidade, vendo se caía para cima ou para baixo quando solto. Descobriu-se que caía para baixo, mas ainda não se sabe se na mesma taxa que o hidrogênio normal.

(Jornal BBC News, 28.02.2024. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que o positrônio

 

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3374538 Ano: 2024
Disciplina: Direito Civil
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Diadema-SP
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De acordo com o Código Civil, a mora pode derivar de fato imputável ao credor e, também, ao credor. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão Anulada

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