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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
“Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.” (8º§) A função do vocábulo “que”, no trecho sublinhado, é:
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Paciente, 35 anos, sexo masculino, sem comorbidades, apresenta quadro de febre, cefaleia, mialgia, anorexia, náuseas, vômitos e exantema em tronco e em região pré-tibial há 5 dias. Laboratório com leucócitos de 14.000 células/mm³; demais exames sem alterações. Considerando sua exposição recente à água de enchente, foi feita a hipótese diagnóstica de leptospirose, confirmada por meio de exame direto em cultura. De acordo com as recomendações do Guia de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, o tratamento de primeira linha para a fase precoce dessa doença deve ser feito com:
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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
De acordo com as informações do texto sobre TDAH, assinale a alternativa correta.
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Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos
Ser uma pessoa distraída é o suficiente para receber o diagnóstico de TDA (Transtorno de Deficit de Atenção) ou TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)? Não é apenas a dificuldade para se concentrar em algumas tarefas que caracteriza a condição, explica a bióloga e neurocientista Lívia Ciacci, palestrante do Método Supera, de ginástica para o cérebro. “O transtorno do deficit de atenção é um transtorno neurobiológico que, diferentemente da distração, tem uma causa física por trás”, ressalta Ciacci.
No cérebro de uma pessoa com TDAH, diz a especialista, existe uma alteração bioquímica nas regiões pré-frontal e pré-motora. Como a região frontal é quem regula o comportamento humano por meio do autocontrole, falhas na bioquímica dessa região levam às alterações de impulsos e inquietação.
Essas alterações costumam se manifestar ainda na infância e se estendem pela vida adulta. O transtorno possui influência genética e é comum que várias pessoas da mesma família tenham a mesma doença.
“Diferentemente de alguém que se distrai porque foca a atenção na televisão, em algum barulho ou numa conversa paralela, a pessoa com TDAH se distrai porque além da sensibilidade aumentada ao ambiente, ela também tem um excesso de pensamentos na própria mente. Esse excesso de pensamentos somado à dificuldade de autocontrole gera o comportamento impulsivo e a dificuldade de focar em apenas um estímulo”, conta Ciacci.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 4% da população mundial adulta convive com o transtorno de deficit de atenção. Só no Brasil, são 3 milhões de adultos com a condição.
O TDAH tem três sintomas mais marcantes: a falta de concentração, a impulsividade e a hiperatividade (excesso de energia), afirma Ciacci.
Entre as características comportamentais de uma pessoa com deficit de atenção estão agressividade, excitabilidade, hiperatividade, impulsividade, inquietação, irritabilidade e falta de moderação. Dificuldade de concentração, esquecimento ou falta de atenção são alguns dos reflexos na cognição do paciente. Quanto ao humor, a pessoa pode apresentar ansiedade, depressão ou dificuldade de aprendizagem.
Os sintomas do TDAH causam confusão porque são coisas que todos nós já passamos, mesmo aqueles que não têm a alteração biológica no cérebro, mas a diferença para um diagnóstico está na frequência e na intensidade.
O risco de olhar superficialmente para essas características e se autodiagnosticar é acabar se apoiando em uma “desculpa” imaginária e deixar de se conhecer e evoluir, observa a neurocientista.
“Mesmo que a pessoa realmente tenha o transtorno, apenas se autodiagnosticar não vai garantir melhoria no desempenho ou nos relacionamentos. O tratamento deve seguir uma sequência de abordagens psicoterapêuticas, farmacológicas e principalmente de autoconhecimento e estruturação do ambiente para contornar as dificuldades naturais dessa forma de funcionamento. Tudo isso só será possível com ajuda médica e psicológica”, ressalta.
Ainda, segundo a especialista, até chegar ao diagnóstico correto é necessário resgatar a história de vida do indivíduo para entender como eram as características na infância e como foi o ambiente familiar. Por isso é importante que a pessoa procure psicólogos e psiquiatras que entendam o transtorno e que vão dar a devida atenção ao histórico do paciente.
A maior dificuldade não é apenas identificar os sintomas, mas também entender como essa pessoa passou pela infância e adolescência com o transtorno, pois o tratamento adequado depende disso. “Não basta receitar uma medicação. É preciso orientá-la quanto ao autoconhecimento, porque as crianças e adolescentes que crescem sem o diagnóstico correto tendem a ter uma baixa autoestima e um histórico de fracassos incompreendidos”, alerta Ciacci.
(Silvia Haidar. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ Acesso em: julho de 2024. Fragmento.)
Sobre o título do texto, “Deficit de atenção ou distração? Entenda o TDAH em adultos”, é correto afirmar que:
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Paciente, sexo masculino, 23 anos, sem comorbidades, assintomático, comparece em consulta ambulatorial, pois deseja atualizar sua situação vacinal, uma vez que irá começar seu trabalho como enfermeiro em unidade de pronto-atendimento. Constatou-se que seu cartão encontra-se com todas as vacinas completas; no entanto, traz consigo um resultado de anti-HBs de 5 mUI/mL (referência para níveis protetores: > 10 mUI/mL), solicitado como exame admissional. De acordo com as orientações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Hepatite B e Coinfecções, do Ministério da Saúde, a conduta quanto à imunização contra hepatite B recomendada para esse paciente é:
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A indicação da genotipagem pré-tratamento em pessoa vivendo com HIV ou AIDS baseia-se na relação de custo-efetividade do teste, de acordo com a prevalência da resistência primária ou transmitida do HIV-1 na população. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos, do Ministério da Saúde, em pessoa vivendo com HIV ou AIDS virgem de tratamento com terapia antirretroviral, recomenda-se a realização de rotina de genotipagem pré-tratamento nas seguintes situações, EXCETO em:
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Um pequeno grupo de pessoas vivendo com HIV ou AIDS mantém carga viral não detectável (níveis plasmáticos abaixo do limiar de quantificação) mesmo sem uso da Terapia Antirretroviral (TARV). Esses indivíduos são frequentemente chamados de “controladores de elite”. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos, do Ministério da Saúde, recomenda-se o início da TARV em controladores de elite:
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Quais dos pacientes a seguirsão considerados em risco de falha de extubação e poderão se beneficiar do uso de VNI imediato após extubação (uso profilático)?
I. Mulher, 40 anos, obesa, com tempo de ventilação mecânica > 72 horas.
II. Homem, 38 anos, portador de doença neuromuscular.
III. Homem, 66 anos, apresentando insuficiência cardíaca congestiva.
Está correto o que se afirma em
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Leia o caso hipotético a seguir para responder às questões 36 e 37.
Mulher, 47 anos, trabalhadora doméstica, é atendida com queixa de dispneia ao subir escadas e ao caminhar por distâncias moderadas. Apresenta sobrepeso e hipertensão arterial controlada com losartana uma vez ao dia. Nega tabagismo e refere ser cuidadora de 3 gatos e 4 pássaros em seu ambiente de trabalho. Exame físico: presença de grasnidos à ausculta pulmonar, sobretudo em lobos superiores. Baqueteamento digital bilateral.
Quais achados pulmonares histológicos reforçariam o diagnóstico mais provável?
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Leia o caso hipotético a seguir para responder às questões 36 e 37.
Mulher, 47 anos, trabalhadora doméstica, é atendida com queixa de dispneia ao subir escadas e ao caminhar por distâncias moderadas. Apresenta sobrepeso e hipertensão arterial controlada com losartana uma vez ao dia. Nega tabagismo e refere ser cuidadora de 3 gatos e 4 pássaros em seu ambiente de trabalho. Exame físico: presença de grasnidos à ausculta pulmonar, sobretudo em lobos superiores. Baqueteamento digital bilateral.
Qual o provável diagnóstico da paciente?
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