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Paciente, 55 anos, chegou ao pronto-socorro com queixa de dor torácica súbita e extremamente intensa, descrita como uma sensação de “rasgo” ou “desgaste” que irradiava para as costas. A dor teve início abrupto e foi acompanhada de uma sensação de pavor iminente. A paciente também relatou sensação de fraqueza nas pernas e dificuldade para respirar. Ao exame físico, apresentava-se pálida, diaforética e em evidente angústia. A pressão arterial estava muito elevada e havia uma diferença significativa entre os braços, com pressão mais alta no braço direito. A frequência cardíaca estava acelerada, apresentando taquicardia. À ausculta cardíaca revelou um sopro diastólico na borda esternal direita. Os exames laboratoriais iniciais não mostraram alterações significativas, mas o Eletrocardiograma (ECG) estava normal, sem sinais de infarto agudo do miocárdio. A radiografia de tórax revelou um mediastino alargado. Diante da suspeita clínica, foi realizado um exame de Tomografia Computadorizada (TC) do tórax com contraste. Diante do quadro clínico exposto, qual a possível suspeita clínica do médico assistente que encaminhou essa paciente para realizar a TC do tórax com contraste?
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Paciente, 40 anos, chegou ao pronto-socorro com queixa de dor torácica aguda e intensa, que começou há dois dias. A dor era descrita como uma pontada constante, localizada no centro do peito, e piorava ao deitar-se ou ao respirar profundamente, mas aliviava ao sentar-se e inclinar-se para frente. A paciente relatou febre baixa, fadiga e uma sensação geral de mal-estar. Ao exame físico, ela apresentava-se afebril; porém, desconfortável devido à dor torácica. Sua pressão arterial e frequência cardíaca estavam dentro dos limites normais, mas a ausculta cardíaca revelou um atrito pericárdico, um som característico de fricção, auscultado no espaço intercostal esquerdo, na borda esternal. A ausculta pulmonar estava normal, sem sinais de congestão. Os exames laboratoriais iniciais indicaram elevação de marcadores inflamatórios, como a Proteína C-Reativa (PCR) e a Velocidade de Hemossedimentação (VHS), sugerindo um processo inflamatório. O eletrocardiograma (ECG) mostrou elevação difusa do segmento ST em múltiplas derivações, sem respeitar território anatômico. Qual a melhor conduta terapêutica para a paciente frente ao quadro?
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Educação midiática pode ser caminho para crianças e adolescentes não caírem em fake news
Vamos começar do começo, o que é educação midiática, afinal? É o “conjunto de habilidades para acessar, analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos – dos impressos aos digitais”. Em um contexto onde as redes sociais, como o TikTok, têm sido cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes e os perfis em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, também têm aumentado nos últimos anos, a educação midiática se mostra essencial. E não é apenas a ampliação do acesso a estas redes e plataformas que aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.
O relatório “Leitores do século 21: Desenvolvendo habilidades de alfabetização em um mundo digital”, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), realizado entre estudantes brasileiros de 15 anos, constatou que 67,3% deles têm dificuldade em diferenciar fatos de opiniões ao lerem textos. Em outro estudo, somente 27% dos estudantes de escolas públicas e 18% de escolas privadas receberam orientações sobre como avaliar a qualidade das informações on-line, mas metade dos professores afirmou ter apoiado os alunos em situações sensíveis na internet, incluindo o uso excessivo de jogos digitais e experiências de discriminação e cyberbullying. 56% das(os) professoras(es) relatam já terem trabalhado com educação para a mídia, mas apenas 20% se sentem bem preparados para ensinar sobre o tema e somente 37% de fato participaram de iniciativas de formação sobre o assunto.
Mais alguns números que permitem entender a crescente necessidade de maior investimento em educação midiática são os resultantes de pesquisa realizada pela OCDE: aproximadamente 41,9% das(os) estudantes foram ensinadas(os) a usar palavras-chave em mecanismos de busca; 52% aprenderam a avaliar a confiabilidade das informações on-line; 48,9% discutiram as consequências de compartilhar informações em redes sociais; e, 45,7% foram orientadas(os) a identificar informações subjetivas ou tendenciosas.
É preciso manter em mente, também, as desigualdades socioeconômicas, digitais e educacionais, pois um menor acesso a dispositivos digitais e ao direito à educação, por exemplo, pode resultar em uma maior dificuldade na detecção de informações tendenciosas ou falsas. É o que mostra o estudo “Políticas de Educação Midiática”, publicado pelo Instituto Veredas sob encomenda da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).
(Carolina Scherer Beidacki. Disponível em: . Acesso em: julho de 2024. Adaptado.)
A partir das ideias apresentadas no texto, defende-se que:
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Paciente, 50 anos, chegou ao pronto-socorro relatando dor torácica intensa, de início súbito, irradiando para o braço esquerdo e mandíbula, com duração superior a 20 minutos e sem alívio com repouso ou uso de nitratos sublinguais. Além da dor, ele descreveu sensação de opressão no peito, sudorese profusa, náuseas e uma sensação iminente de morte. Ao exame físico, o paciente encontrava-se ansioso, pálido e diaforético. A pressão arterial estava levemente elevada, e a frequência cardíaca aumentada, apresentando taquicardia. A ausculta cardíaca revelou ritmo regular sem sopros aparentes, enquanto a ausculta pulmonar indicava estertores bibasais. Os exames laboratoriais iniciais mostraram elevação significativa dos marcadores cardíacos (troponina e CK-MB). O eletrocardiograma (ECG) revelou elevações do segmento ST nas derivações V1 a V4. Diante do quadro clínico do paciente, qual o diagnóstico mais provável?
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Em portadores de qualquer tipo de miocardiopatia, o Teste Ergométrico (TE) é utilizado para determinação da capacidade funcional e avaliação da vulnerabilidade e comportamento de arritmias ao esforço. Sobre o teste ergométrico nas miocardiopatias, assinale a alternativa INCORRETA.
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A Insuficiência Cárdica (IC) é uma síndrome de diagnóstico clínico baseado em achados de história clínica, exames físicos e complementares. Entre as ferramentas que auxiliam o diagnóstico estão os escores diagnósticos, a radiografia de tórax, o eletrocardiograma de repouso, a ecocardiografia e a dosagem sérica de BNP ou a sua porção N-terminal. Qual dos critérios relacionados NÃO é considerado ‘’critério maior’’ de Framingham para diagnóstico da IC?
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Paciente, 35 anos, sexo masculino, comparece à consulta com o médico cardiologista referindo palpitações rápidas, acompanhadas de sudorese e dor no peito. O cardiologista decide, então, realizar um eletrocardiograma do paciente, tendo o seguinte traçado:

De acordo com ECG, qual provável diagnóstico desse paciente?
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A Hipertensão Renovascular (HARV) é causa comum e potencialmente reversível de HA secundária, devido a uma estenose parcial ou total, uni ou bilateral da artéria renal (EAR) ou de seus ramos, desencadeando e mantendo isquemia renal significante. Isso geralmente ocorre com obstruções superiores a 70%. Assinale a afirmativa INCORRETA acerca da HARV.
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Criança, 3 anos, sofreu trauma por mordedura de cachorro em região cantal medial de olho direito há duas horas. Qual a melhor conduta inicial nesse momento?
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Doppler colorido é uma técnica de Doppler pulsado que utiliza vários volumes de amostra ao longo de uma série de linhas de varredura, exibidas em uma região de interesse. Não é uma exibição independente, mas é integrada com a imagem 2D, sendo afetada pelas configurações de ganho bidimensional. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O Doppler colorido exibe as seguintes características de fluxo sanguíneo: tempo, velocidade relativa, direção e presença de turbulência.
( ) Antes de iniciar o Doppler colorido, o tamanho do setor bidimensional deve ser ajustado para as maiores profundidade e largura necessárias para representar com precisão a região anatômica a ser avaliada.
( ) O ganho do Doppler colorido deve ser ajustado aumentando-se lentamente o ganho até que haja um fluxo aleatório de cor além das bordas da área anatômica de interesse, seguido por uma diminuição lenta do ganho até que o excesso de ganho desapareça.
A sequência está correta em
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