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Foram encontradas 387 questões.

659963 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE

No Brasil cerca de 26.000 entre (crianças e adultos) são vítimas de acidentes com serpentes, 21.000 com aranhas e 39.000 por escorpiões. Com relação aos cuidados (primeiros socorros) as vítimas, assinale a alternativa incorreta:

 

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657161 Ano: 2012
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE
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São medidas sócio-educativas estabelecidas no art. 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei 8.069/1990:

I- Obrigação de reparar o dano.

II- Liberdade assistida.

III- Requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico, em regime hospitalar ou ambulatorial.

IV- Colocação em família substituta.

É (são) incorreta (s) apenas a(s) afirmação (ões):

 

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656675 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE

Sobre o aleitamento materno, assinale a alternativa correta:

 

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O princípio constitucional de Gestão Democrática do ensino público, preconizado pela lei federal nº 9394/96 proporciona: Marque a alternativa correta.

 

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649625 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE
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Para a construção do coeficiente de incidência, o denominador usado é:

 

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644726 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE

Ponha (C) para a concordância correta e (I) para a concordância incorreta. A seguir, marque a sequência correta:

( ) Deve haver recenseadores insistentes.

( ) Existe recenseadores insistentes.

( ) Haviam recenseadores insistentes.

( ) Necessita-se de recenseadores.

( ) Qual dos recenseadores não veio trabalhar hoje.

A sequência correta é:

 

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644711 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE
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Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

também chamada de impaludismo, é disseminada nos países tropicais, como o Brasil. É causada pelo Plasmodium e este é transmitido pela picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles.

 

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641152 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE

Dentre as alternativas abaixo, assinale a que não se refere às atribuições do Técnico de Enfermagem:

 

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Texto para a questão

Notícia de Jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, 30 anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorro, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante 72 horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Anatômico sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.

Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades.

As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, Estado da Guanabara, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

(SABINO, Fernando. As melhores crônicas, Rio de Janeiro, record, 1986, p. 46-8.)

Qual a alternativa em que as palavras postas lado a lado não constituem sinônimos? Assinale a:

 

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633771 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Dormentes-PE

TEXTO para a questão

CASO DE RECENSEAMENTO

O agente do recenseamento vai bater numa casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias.

— Não quero comprar nada.

— Eu não vim vender, minha senhora. Estou fazendo o censo da população e lhe peço o favor de me ajudar.

— Ah, moço, não estou em condições de ajudar ninguém. Tomara eu que Deus me ajude. Com licença, sim?

E fecha-lhe a porta.

Ele bate de novo.

— O senhor, outra vez?! Não lhe disse que não adianta me pedir auxílio?

— A senhora não me entendeu bem, desculpe.

Desejo que me auxilie mas é a encher este papel. Não vai pagar nada, não vou lhe tomar nada. Basta responder a umas perguntinhas.

— Não vou responder a perguntinha nenhuma, estou muito ocupada, até logo!

A porta é fechada de novo, de novo o agente obstinado tenta restabelecer o diálogo.

— Sabe de uma coisa? Dê o fora depressa antes que eu chame meu marido!

— Chame sim, minha senhora, eu me explico com ele.

(Só Deus sabe o que irá acontecer. Mas o rapaz tem uma ideia na cabeça: é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário) .

— Que é que há? - resmunga o marido, sonolento, descalço e sem camisa, puxado pela mulher.

— É esse camelô aí que não quer deixar a gente sossegada!

— Não sou camelô, meu amigo, sou agente do censo.

— Agente coisa nenhuma, eles inventam uma besteira qualquer, depois empurram a mercadoria! A gente não pode comprar mais nada este mês, Ediraldo!

O marido faz lhe um gesto para calar-se, enquanto ele estuda o rapaz, suas intenções. O agente explica-lhe tudo com calma, convence-o de que não é nem camelô nem policial nem cobrador de impostos nem enviado de Tenório Cavalcanti. A ideia de recenseamento, pouco a pouco, vai se instalando naquela casa, penetrando naquele espírito. Não custa atender ao rapaz, que é bonzinho e respeitoso. E como não há despesa nem ameaça de despesa ou incômodo de qualquer ordem, começa a informar, obscuramente orgulhoso de ser objeto, pela primeira vez na vida, da curiosidade do Governo.

— O senhor tem filhos, seu Ediraldo?

— Tenho três, sim senhor.

— Pode me dizer a graça deles, por obséquio?

Com a idade de cada um?

— Pois não. Tenho o Jorge Independente, de 14 anos; o Miguel Urubatã, de 10; e a Pipoca, de 4.

— Muito bem, me deixe tomar nota. Jorge...

Urubatã... E a Pipoca, como é mesmo o nome dela?

— Nós chamamos ela de Pipoca porque é doida por pipoca.

— Se pudesse me dizer como é que ela foi registrada...

— Isso eu não sei, não me lembro.

E, voltando-se para a cozinha:

— Mulher, sabes o nome da Pipoca?

A mulher aparece, confusa.

— Assim de cabeça eu não guardei. Procura o papel na gaveta.

Reviram a gaveta, não acham a certidão de registro civil.

— Só perguntando à madrinha dela, que foi quem inventou o nome. Pra nós ela é Pipoca, tá bom?

— Pois então fica se chamando Pipoca - decide o agente - Muito obrigado, seu Ediraldo, muito obrigado, minha senhora, disponham!

(ANDRADE, Carlos Drummond de, 70 historinhas. Rio de Janeiro, José Olympio, 978. p.89-90.)

Marque o item correto: O título do texto refere-se a um pequeno conflito entre um recenseador e um casal, conflito esse que o autor:

 

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