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As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil (2010) definem a criança como um sujeito histórico
e de direitos que, nas interações e brincadeiras, constrói
sua identidade pessoal e coletiva. O documento estabelece
que as instituições de Educação Infantil devem organizar
suas propostas pedagógicas de modo a garantir
experiências que promovam o conhecimento de si e do
mundo. De acordo com estas diretrizes, os dois eixos
estruturantes das práticas pedagógicas na educação infantil, que devem nortear toda a organização curricular,
são:
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Menegolla e Sant’Anna (1991) discutem a relevância do
planejamento como uma atividade que deve superar a
mera burocracia do preenchimento de formulários,
transformando-se em um instrumento de reflexão sobre a
prática docente. Os autores argumentam que planejar
exige a previsão de objetivos, conteúdos e métodos de
forma coerente com a realidade social da escola e o
desenvolvimento do educando. No âmbito do
planejamento escolar, o documento que define a
identidade da instituição e estabelece as grandes diretrizes
que orientam todas as suas ações educativas e
administrativas é o:
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Kamii (1990) distingue três tipos de conhecimento na
construção do número pela criança: o físico, derivado das
propriedades observáveis dos objetos; o social, transmitido
culturalmente; e o lógico-matemático, construído
internamente pela criança mediante coordenação de
relações entre objetos. Ao propor atividades de
agrupamento e classificação de tampinhas por cor e
tamanho sem intervenção diretiva, a professora de pré-escola favorecia a construção autônoma desse tipo
específico de conhecimento. Segundo Kamii, esse
conhecimento que não pode ser ensinado direta
mente mas apenas estimulado é o conhecimento:
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Wallon (2000) concebe o desenvolvimento infantil como
processo dialético no qual afetividade, motricidade e
inteligência constituem dimensões indissociáveis,
alternando-se em predominância ao longo de estágios
funcionais. Ao observar criança de 3 anos em crise de choro
intenso diante da frustração por não conseguir encaixar
peças de quebra-cabeça, a professora reconheceu que a dimensão afetiva predominava naquele momento,
característica do estágio em que a criança constrói sua
identidade pessoal mediante oposição e afirmação do eu.
Esse estágio do desenvolvimento walloniano denomina-se:
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Fayol (2012) demonstra que a aquisição das competências
matemáticas na infância não resulta de memorização
mecânica, mas da construção progressiva de princípios que
organizam a contagem e o raciocínio numérico. Ao
observar crianças de 4 anos contando objetos, a professora
identificou que elas compreendiam que o último número
pronunciado representa a quantidade total do conjunto,
independentemente da ordem de contagem dos
elementos. Esse princípio fundamental da contagem
descrito por Fayol denomina-se princípio da:
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Davis e Oliveira (1993) destacam que o desenvolvimento
cognitivo da criança não ocorre de forma isolada, mas
mediante interação com sujeitos mais experientes que
ampliam suas capacidades ainda em processo de
maturação. Ao planejar atividades para crianças de 5 anos
com diferentes níveis de desenvolvimento, a professora de
pré-escola organizou duplas em que estudantes com maior
domínio da linguagem oral auxiliavam os colegas com
menor repertório, potencializando aprendizagens que a
criança ainda não realizaria sozinha. Esse espaço entre o
desenvolvimento real e o potencial da criança denomina-se:
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Cortella (2015) aborda a educação sob a ótica da ética e da
convivência, argumentando que a escola é um espaço de
construção de valores e de exercício da cidadania. O autor
defende que a ética não deve ser tratada como um
conteúdo abstrato, mas como uma prática cotidiana
fundamentada no respeito mútuo e na audácia de buscar o
coletivo. A virtude que permite ao educador agir com
responsabilidade diante dos dilemas do ambiente escolar,
visando o bem comum, é a:
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Carvalho (2004) propõe uma reflexão crítica sobre a
educação inclusiva, diferenciando-a da simples inserção
física de alunos com deficiência no ensino regular. Para a
autora, a verdadeira inclusão exige a remoção de barreiras
arquitetônicas, atitudinais e curriculares, demandando
uma ressignificação do papel da escola. O conceito que
sustenta essa visão, defendendo que a escola deve se
adaptar às diferenças dos alunos, e não o contrário, é o da:
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Bassedas, Huguet e Solé (1999) analisam a importância da
intervenção educativa na etapa pré-escolar, destacando
que a aprendizagem significativa depende da capacidade
do professor de criar contextos de interação. Segundo as
autoras, o papel do educador deve transitar entre a
observação atenta e a mediação direta para promover o
desenvolvimento da autonomia. A estratégia que permite
ao professor ajustar o nível de ajuda conforme a
necessidade demonstrada pela criança é denominada:
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Ao discutir a organização do trabalho pedagógico, Ayres
(2012) enfatiza que a prática docente na primeira infância
não deve ser um improviso, mas uma ação intencional que
articula o cuidar e o educar. Para a autora, o planejamento
deve ser concebido como um processo dinâmico que
considera o repertório cultural da criança e as interações
como eixos estruturantes. O instrumento que materializa
essa proposta, servindo como guia para a ação e memória
do percurso educativo, é o:
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