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Foram encontradas 50 questões.

1299714 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Dentre os princípios básicos, que estão obrigados a obedecer à administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, segundo Meirelles (2009), está um princípio que significa que o administrador público está, em toda a sua atividade funcional, sujeito aos mandamentos da lei e às exigências do bem comum, e deles não se pode afastar ou desviar, sob pena de praticar ato inválido e expor-se a responsabilidade disciplinar, civil e criminal, conforme o caso. Qual é esse princípio?

 

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1299713 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Segundo Prado (2014), são características da modalidade denominada pregão, regida pela Lei nº 10.520/2002 e pelos Decretos nº 3.555/2000 e nº 5.450/2005, EXCETO:

 

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1299711 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Segundo Meirelles (2009), dentre os atos administrativos ordinatórios de maior frequência e utilização na prática estão, EXCETO:

 

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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Só acredito em você se...

  1. Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que
  2. contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem
  3. mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o
  4. indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de
  5. mundo.
  6. Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo
  7. DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.
  8. Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o
  9. dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o
  10. único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu
  11. autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos
  12. atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de
  13. fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou
  14. operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança
  15. climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos
  16. gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e
  17. empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores
  18. dessas teorias ______ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua
  19. visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ______ suas posturas por considerarem que _____
  20. do lado inimigo.
  21. O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a
  22. dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy
  23. Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,
  24. já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando
  25. a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,
  26. “continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar
  27. sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar
  28. alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge
  29. quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.
  30. Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não
  31. por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam
  32. milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los
  33. às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da
  34. escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e
  35. defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em
  36. extremos opostos da base da pirâmide.
  37. Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason
  38. Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa
  39. situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as
  40. percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo
  41. sua visão de mundo ou de si mesmos.”
  42. Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que
  43. podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho
  44. manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar
  45. detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém
  46. possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu
  47. interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.
  48. Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é
  49. possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.


(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 07, 16 e 40 (duas ocorrências).

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

A respeito da grafia de palavras do texto, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 24, 28 e 34.

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Analise as assertivas a seguir a respeito do significado de palavras do texto:

I. O vocábulo ‘laicos’ (l.07) significa não religiosos.

II. A palavra ‘dissonância’ (l.22) é o mesmo que falta de coerência entre duas ou mais coisas.

III. A expressão ‘à margem’ (l.44) poderia ser substituída por ‘de lado’ sem acarretar nenhum tipo de incorreção.

Quais estão corretas?

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Analise as seguintes possibilidades de reescrita da seguinte frase retirada do texto: “a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o indivíduo reafirma as suas opiniões.” (l.03-04).

I. A impressão dada é que, ouvindo provas esmagadoras, o indivíduo reafirma as suas opiniões contra aquilo que acredita.

II. A impressão que dá é que o indivíduo reafirma as suas opiniões ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita.

III. Ao ouvir aquilo que acredita, o indivíduo reafirma as suas opiniões.

Quais estão corretas?

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Analise as seguintes propostas de substituição de palavras do texto:

I. Troca de ‘a fim’ (l.14) para ‘com o propósito’.

II. Alteração de ‘se deve’ (l.21) para ‘é devido’.

III. Substituição de ‘chamaram’ (l.39) por ‘identificaram’.

Quais mantêm a sintaxe adequada do período em que ocorrem?

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Considerando a pontuação do texto, analise as seguintes assertivas:

I. Se substituíssemos os dois-pontos da linha 03 por vírgula, não haveria necessidade de nenhum outro ajuste no período.

II. A vírgula da linha 31 (segunda ocorrência) introduz um aposto.

III. Considerando os adequados ajustes, a substituição dos parênteses da linha 31 por vírgulas não implicaria incorreção à frase.

Quais estão corretas?

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

A respeito da formação de palavras do texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1

1. Derivação prefixal.

2. Derivação sufixal.

3. Derivação regressiva.

4. Composição por justaposição.

Coluna 2

( ) Experimentos.

( ) Espaçonave.

( ) Fraude.

( ) Farmacêuticos.

( ) Reconhecer.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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