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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Analise as assertivas abaixo a respeito da acentuação de palavras do texto:

I. As palavras ‘já’ e ‘até’ classificam-se como monossílabos tônicos.

II. As palavras ‘público’ e ‘dá’, se retirados os acentos, assumem outra classe gramatical.

III. As palavras ‘fósseis’ e ‘edifícios’ são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo.

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contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

A respeito dos pronomes no texto, analise as assertivas abaixo:

I. O pronome ‘suas’ (l.04) faz referência a ‘pessoas sempre mudam de opinião’ (l.01).

II. O pronome ‘os’ (l.09) retoma aos ‘inimigos das vacinas’ (l.08).

III. O pronome ‘seu’ (l.10) faz referência a ‘estudo’ (l.10).

IV. O pronome ‘-los’ (l.32) refere-se a ‘fatos’ (l.32).

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contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

A respeito da conjunção ‘embora’ (l.09), analise as seguintes assertivas:

I. A formação da palavra ‘embora’ se dá por composição por aglutinação.

II. A conjunção ‘embora’, no contexto de ocorrência, introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.

III. A conjunção em questão poderia ser alterada por ‘apesar de’, sem acarretar problemas de semântica ou sintaxe.

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contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Considerando o VOLP, analise as seguintes assertivas a respeito de palavras retiradas do texto:

I. Assim como a palavra ‘contraproducente’, ‘contraassinatura’ também é grafada com o prefixo ‘contra’ junto ao seu radical.

II. A palavra ‘coautores’ tem seu prefixo junto ao radical, o qual se inicia por uma vogal. Se tivéssemos o mesmo prefixo ‘co’ e uma palavra iniciando pela consoante ‘p’, como ‘produtor’, a grafia correta seria através do uso de hífen, ligando o prefixo ao radical.

III. A palavra ‘preconcebidas’ é grafada com o prefixo ligado ao radical, o qual se inicia por uma consoante. Se o radical se iniciasse pela vogal ‘a’, como a palavra ‘aviso’, seria necessário o uso de hífen para ligá-lo ao mesmo prefixo.

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contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Considerando o texto, analise as seguintes propostas de completamento do título “Só acredito em você se...”:

I. você disser o que eu quero ouvir.

II. você me apresentar dados científicos.

III. seus argumentos forem concretos o suficiente para me convencer.

Quais completam o título adequadamente conforme as ideias do texto?

 

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Questão presente nas seguintes provas
322635 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
Provas:

Com base na Lei Municipal nº 3524/2003, que dispõe sobre a proteção, a preservação e a revitalização do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do município de Esteio, analise as assertivas abaixo:

I. O tombamento de bem integrante do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do Município de Esteio será realizado através de decreto do executivo municipal.

II. Os bens móveis e imóveis, de natureza material ou imaterial, existentes no território do Município de Esteio e cuja proteção, preservação ou revitalização seja de interesse público, em virtude de seu valor histórico, artístico, ecológico, bibliográfico, documental, religioso, folclórico, etnológico, arqueológico, paleontológico, paisagístico, turístico e científico serão inscritos, isolada ou coletivamente no Livro Tombo Municipal.

III. O processo administrativo de tombamento de bem integrante do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do Município de Esteio conterá duas fases: o tombamento provisório e o tombamento definitivo.

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Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

A respeito da frase “Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o dinheiro corrompe a medicina.” (l.08-09), analise as assertivas a seguir:

I. A frase é composta por três orações.

II. A frase apresenta uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

III. O sujeito da oração principal do período é ‘os inimigos das vacinas’.

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Analise as seguintes assertivas a respeito do trecho das linhas 18 a 20, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A lacuna da linha 18 deve ser preenchida por ‘têm’, devido à expressão ‘dessas teorias’ estar no plural.

( ) A primeira lacuna da linha 19 fica corretamente preenchida por ‘às’, já que existem todas as particularidades para haver o uso da crase.

( ) A segunda lacuna da linha 19 deve ser preenchida por ‘provêm’, visto concordar com a expressão ‘dados contrários’.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Só acredito em você se...

Já reparou como as pessoas sempre mudam de opinião quando confrontadas com dados que

contradizem suas convicções mais profundas? Pois é, eu também nunca vi isso acontecer. E tem

mais: a impressão que dá é que, ao ouvir provas esmagadoras contra aquilo que acredita, o

indivíduo reafirma as suas opiniões. O motivo é que esses dados colocam em risco sua visão de

mundo.

Os criacionistas, por exemplo, rejeitam as provas da evolução oferecidas por fósseis e pelo

DNA, _______ temem que os poderes laicos estejam avançando sobre o terreno da fé religiosa.

Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o

dinheiro corrompe a medicina. Isso os leva a defender que as vacinas causam autismo, embora o

único estudo que relacionava essas duas coisas tenha sido desmentido há bastante tempo, e seu

autor tenha sido acusado de fraude. Quem defende as teorias da conspiração em torno dos

atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de

fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou

operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial. Os negacionistas da mudança

climática estudam os anéis das árvores, os núcleos do gelo e as ppm (partes por milhão) dos

gases de efeito estufa _______ defendem com paixão a liberdade, em especial a dos mercados e

empresas, de agirem sem precisar se ater às rigorosas normas governamentais. Os defensores

dessas teorias ____ em comum a convicção de que seus adversários céticos colocam em risco sua

visão de mundo. E rejeitam os dados contrários ___ suas posturas por considerarem que _____

do lado inimigo.

O fato de as convicções serem mais fortes que as provas se deve a dois fatores: a

dissonância cognitiva e o chamado efeito contraproducente. No clássico When Prophecy

Fails (tradução: quando a profecia falha), o psicólogo Leon Festinger e seus coautores escreviam,

já em 1956, a respeito da reação dos membros de uma .......... que acreditava em OVNIs quando

a espaçonave que esperavam não chegou na hora prevista. Em vez de reconhecerem seu erro,

“continuaram tentando convencer o mundo inteiro” e, “numa tentativa desesperada de eliminar

sua dissonância, dedicaram-se a fazer uma previsão atrás da outra, na esperança de acertar

alguma delas”. Festinger chamou de dissonância cognitiva a incômoda ............. que surge

quando duas coisas contraditórias são pensadas ao mesmo tempo.

Em seu livro Mistakes Were Made, But Not By Me (tradução: foram cometidos erros, mas não

por mim), dois psicólogos sociais, Carol Tavris e Elliot Aronson (aluno de Festinger), documentam

milhares de experimentos que demonstram que as pessoas manipulam os fatos para adaptá-los

às suas ideias preconcebidas a fim de reduzirem a dissonância. Sua metáfora da “pirâmide da

escolha” situa dois indivíduos juntos no .............. da pirâmide e mostra como, ao adotarem e

defenderem posições diferentes, começam a se distanciar rapidamente, até que acabam em

extremos opostos da base da pirâmide.

Em outras experiências, os professores Brendan Nyhan, do Dartmouth College (EUA), e Jason

Reifler, da Universidade de Exeter (Reino Unido), identificaram um fator relacionado a essa

situação: o que chamaram de efeito contraproducente, “pelo qual, ao tentar corrigir as

percepções equivocadas, estas se reforçam no grupo”. _______? “_______ colocam em perigo

sua visão de mundo ou de si mesmos.”

Se os dados que deveriam corrigir uma opinião só servem para piorar as coisas, o que

podemos fazer para convencer o público sobre seus equívocos? Pela minha experiência, aconselho

manter as emoções à margem; discutir sem criticar; ouvir com atenção e tentar expressar

detalhadamente a outra postura; mostrar respeito; reconhecer que é compreensível que alguém

possa pensar dessa forma; tentar demonstrar que, embora os fatos sejam diferentes do que seu

interlocutor imaginava, isso não significa necessariamente uma alteração da sua visão de mundo.

Talvez essas estratégias nem sempre sirvam para levar as pessoas a mudarem de opinião, mas é

possível que ajudem a que não haja tantas divisões desnecessárias.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/26/ciencia/1516966815_366077.html - Texto adaptado

Considerando o trecho “Quem defende as teorias da conspiração em torno dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos se fixa em minúcias como o ponto de fusão do aço nos edifícios do World Trade Center, pois acredita que o Governo mentia e realizou operações secretas a fim de criar uma nova ordem mundial.” (l.11-14), analise as assertivas que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Se alterássemos ‘Quem’ por ‘Aqueles’, outros quatro ajustes seriam necessários para fins de concordância.

( ) A conjunção ‘pois’ marca uma oração subordinada adverbial causal.

( ) A expressão ‘a fim de’ marca uma oração subordinada adverbial consecutiva.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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1299712 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS
Provas:

Prado (2014) define que, da mesma forma que para os imóveis, a alienação de bens móveis também está subordinada à existência de interesse público, devidamente justificado, e depende de prévia avaliação. Assim, nos termos do § 6º do art. 17, da Lei nº 8.666/1993, é possível usar o leilão para venda de bens móveis avaliados, isolada ou globalmente, em quantia não superior a:

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