Foram encontradas 505 questões.
No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
I. Substituição de ‘ratifica’ (l.25) por ‘manifesta’. II. Substituição de ‘propulsora’ (l.41) por ‘controladora’. III. Substituição de ‘imiscuir-se’ (l.49) por ‘intrometer-se’.
Quais provocam mudanças semânticas no período em que se inserem?
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No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
Analise as assertivas a seguir a respeito das palavras destacadas acima:
I. Considerando as palavras em destaque, três apresentam mais letras do que fonemas e duas têm o mesmo número de letras e de fonemas. II. Todas as palavras apresentam encontro consonantal. III. As palavras 1, 2 e 5 apresentam um dígrafo em cada uma delas.
Quais estão corretas?
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaEmprego do Hífen
No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
I. De acordo com o novo acordo ortográfico, a palavra ‘constrói’ (l.25) deveria ser escrita sem acento gráfico, visto a mudança da regra de acentuação que a rege. II. A palavra ‘socioeconômica’ (l.36) foi uma das que sofreram alteração com o novo acordo ortográfico. III. A expressão ‘mão única’ (l.37), por ser composta, deveria ser escrita com hífen.
Quais estão INCORRETAS?
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
- Morfologia
No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
( ) Ambos os ‘que’ das linhas 09 e 52 introduzem uma oração subordinada substantiva objetiva direta. ( ) O ‘que’ da linha 31 introduz uma oração subordinada substantiva completiva nominal. ( ) Os ‘que’ das linhas 40 e 41 são classificados como pronomes relativos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- MorfologiaPronomesPronomes Possessivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
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No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
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No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
I. Os pronomes ‘seus’ e ‘sua’ (l.26) referemse à ‘língua’ (l.26). II. O pronome ‘dela’ (l.40) refere-se à ‘língua inglesa’ (l.39). III. O pronome ‘seu’ (l.44) refere-se à ‘Pennycook’ (l.43).
Quais estão corretas?
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No curso da história, é possível observar que as línguas ____ sido usadas como armas políticas
de dominação ou de insubordinação. A própria noção de língua está muito atrelada às ideias de
identidade e unidade nacionais, e os idiomas ____ funcionado como mecanismos ideológicos de
construção e manutenção de práticas sociais e discursivas (Makoni & Pennycook, 2007; Schmitz,
2012). Atualmente, os papéis sociais da língua inglesa (LI) no contexto da sociedade globalizada
____ sido amplamente discutidos. Acreditamos que é impossível separar o inglês dos fenômenos
de colonização e dominação (tanto material – territorial e econômica – quanto cultural e
ideológica) empreendidos pela Inglaterra e pelos Estados Unidos (EUA) e, da mesma forma,
defendemos que o ensino-aprendizagem deste idioma deve pautar-se por reflexões e discussões
de ordem crítica.
Acentuadamente a partir das últimas décadas do século XX, a língua inglesa tem assumido
status de língua internacional, global ou franca, como propõem Crystal (2003, 2009), Figueredo
(2007), Jenkins (2007, 2012), Mckay (2002), Murray (2012), Schmitz (2012) e diversos outros
estudiosos. Segundo Figueredo (2007, p. 28-29), para que uma língua seja considerada
internacional ou global, “o importante não é possuir o maior número de falantes nativos, mas,
sim, estar presente em vários países e assumir um lugar de destaque em suas relações sociais,
culturais, educacionais, políticas e diplomáticas”. Isso pode ocorrer quando tal língua é
estabelecida como idioma oficial do país ou quando é a principal língua estrangeira (LE) ensinada
nas escolas. Por ser considerada global, a LI é tida por muitos como língua franca, por mediar as
relações internacionais e mesmo nacionais em contextos de multilinguismo. Por língua franca,
entende-se “uma língua auxiliar utilizada para comunicação entre diferentes grupos, em que cada
um tem um determinado sistema linguístico” (Figueredo 2007, p. 31), que pode ser uma língua
internacional ou não.
Todavia, entender a LI como língua internacional, global ou franca traz implicações ideológicas
sérias, pois isso constrói, expressa e ratifica uma noção de neutralidade e naturalidade, como se
a língua existisse por si só, independentemente de seus falantes e de toda sua historicidade, ou
como se fosse, “uma língua emergente que existe por direito próprio” (Jenkins 2007, p. 2). Tem-
se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status. No entanto,
defendemos que não se trata de “o inglês aparecendo sempre no lugar certo na hora certa durante
esses últimos 400 anos aproximadamente”, como erroneamente defende Crystal (2009). Trata-
se, obviamente, de intrincadas relações de poder que têm sido construídas e reforçadas ao longo
dos últimos séculos, sobretudo a partir de meados do século XVIII, com a _______ do império
britânico, e, posteriormente, do império norte-americano e todo o seu poderio militar, econômico
e cultural.
O imperialismo linguístico, como afirma Phillipson (2003), é mais uma faceta da dominação
socioeconômica e política. Contudo, essa relação entre língua e dominação não pode ser analisada
apenas superficialmente, como uma via de mão única ou como causa e efeito, uma vez que não
se trata de uma questão meramente linguística. Como salienta Figueredo (2007, p. 32-33), a
língua inglesa por si mesma não é a causadora de todas essas questões apontadas como nocivas
em meio ao processo de globalização, mas os que fazem uso dela com o intuito negativo de impor
seus interesses ideológicos de dominação é que a colocam, muitas vezes, como a propulsora de
estruturas econômicas, sociais, políticas e culturais injustas.
Pennycook (2007) amplia essa discussão e defende que a ideia do inglês como língua
internacional está ancorada em mitos sobre seu status e seus papéis sociais. O autor assume
uma perspectiva barthesiana para explicar a natureza mítica da LI e entende que o mito tem a
função de dar uma justificativa natural a uma intenção histórica, fazendo-a parecer eterna,
apagando a memória do que um dia foi. Este é “o próprio princípio do mito: transforma a história
em natureza” (Barthes, 2001, p. 150), ______ “a causalidade é artificial, falsa, mas consegue,
de certo modo, imiscuir-se no domínio da Natureza” (Barthes, 2001, p. 152). O mito purifica a
construção intencional, torna-a inocente e natural e confere a ela um status de verdade que não
precisa de explicação. Assim, a invenção passa a ser fato. Ndebele (1987, p. 3-4,1 citado por
Pennycook, 2007, p. 90) advoga que “o próprio conceito de uma língua internacional, ou mundial,
foi uma invenção do imperialismo ocidental”, e “o inglês como uma língua internacional (ILI)
foi/tem sido criado, promovido e sustentado para o benefício dos poderes do ocidente, do
capitalismo global, do mundo desenvolvido, do centro sobre a periferia, ou da ideologia neoliberal”
(Pennycook, 2007, p. 90)
Estamos rodeados, hoje em dia, por inúmeros discursos que repetem constantemente o mito
da onipresença do inglês como língua global que conecta o mundo. A LI é vista como um ente
natural, presente entre nós de forma espontânea, como parte integrante do espaço geográfico.
Essa naturalização da LI faz emergir e reforça um discurso e uma ideologia do contato inevitável
e da aprendizagem por osmose, como se a mera exposição ao idioma fosse suficiente para sua
aquisição ou, ainda, como se estar exposto fosse igual a tomar parte. Molon (2003), a respeito
da premissa vygotskiana de que a significação do mundo se dá pela mediação semiótica, enfatiza
que não basta a presença material do elemento linguístico-semiótico para que haja mediação,
pois a interação é um processo ativo, e não passivo ou do tipo osmótico. Em relação à perspectiva
da aprendizagem osmótica de inglês, Barcelos (1999) argumenta que se trata de uma crença
comum entre alunos em formação inicial no curso de Letras, que acreditam que é necessário estar
cercados de materiais e informações na LI, como se a exposição ao idioma, e não a atuação ativa
na construção de sua própria aprendizagem, garantisse a aquisição.
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- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeConcordância
Escola e igualdade
Embora pouco lidas em suas versões originais, as teses de Bourdieu e Passeron acerca do
caráter reprodutor do sistema escolar tiveram um impacto bastante significativo nos discursos
educacionais brasileiros. Sua recepção, consolidada a partir do final do século passado,
generalizou a convicção entre os profissionais da educação de que a escola privilegia os
privilegiados, transformando uma herança cultural de classe em capital cultural escolarmente
rentável. Noutras palavras, o desempenho escolar das crianças – mostraram-nos suas pesquisas
– vincula-se menos a seus supostos dons pessoais do que à familiaridade que ....... com a cultura
das instituições escolares, com seus hábitos, valores e práticas. Uma familiaridade, em geral,
cultivada no ambiente privado e familiar.
Grosso modo, a popularização dessa tese se cristalizou em duas correntes discursivas
distintas, mas que são solidárias. Por um lado, ela resultou no surgimento de uma visão cética –
ou mesmo niilista – para a qual a identificação da escola com os ideais de emancipação pessoal
e de igualdade de oportunidades não passaria de um ardil ideológico cujo verdadeiro objetivo
seria dissimular as estruturas de dominação e reprodução de privilégios. Paralelamente – e em
alguma medida como resposta __ essas tendências – intelectuais e responsáveis por políticas
públicas de educação se dedicaram a propor medidas práticas visando superar ou, ao menos,
atenuar os efeitos dessa dinâmica de reprodução das desigualdades sociais. Seus programas de
ação passaram, então, a sugerir __ necessidade de uma ruptura com os formalismos da cultura
escolar e a adoção de um currículo mais adaptado aos alunos oriundos das classes populares.
......, a despeito da inegável pertinência de algumas das medidas então propostas, como a
abertura do currículo escolar a diferentes manifestações culturais, os efeitos da recepção
pedagógica das teses que assumem o caráter reprodutor do sistema escolar e os resultados das
políticas públicas que tomaram como sua tarefa eliminá-lo ou, ao menos atenuá-lo, não .......
sido muito animadores. Por um lado, a convicção de que a escola privilegia os privilegiados parece
ter tido entre muitos professores um efeito paradoxal: naturalizou o “fracasso” de seus alunos,
atribuindo __ suas condições sociais e econômicas as causas de suas supostas dificuldades,
transformando, assim, a explicação de um fenômeno social em um destino educacional
inexorável. Por outro, a explicitação dos fatores implícitos no êxito escolar dos herdeiros do capital
cultural gerou uma corrida para transformar seus habitus e modos específicos de socialização em
novos objetos de uma aprendizagem pedagogicamente controlada, agravando, em alguns casos,
as desigualdades entre o desempenho de alunos das redes privada e pública.
Em face de um quadro como esse, parece-me que é chegada a ...... de se tecer um discurso
alternativo que, a um só tempo, reconheça a crítica, mas a ela anteponha uma nova forma de
pensar o compromisso da escola para com a igualdade. Uma igualdade que não se conceba como
um resultado exterior ao próprio processo de escolarização, que não se forje pela escola, mas
que se possa construir na escola; que não seja uma promessa para um futuro, mas uma
experiência do presente.
Adaptado de: http://www.revistaeducacao.com.br/escola-e-igualdade-3/
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Escola e igualdade
Embora pouco lidas em suas versões originais, as teses de Bourdieu e Passeron acerca do
caráter reprodutor do sistema escolar tiveram um impacto bastante significativo nos discursos
educacionais brasileiros. Sua recepção, consolidada a partir do final do século passado,
generalizou a convicção entre os profissionais da educação de que a escola privilegia os
privilegiados, transformando uma herança cultural de classe em capital cultural escolarmente
rentável. Noutras palavras, o desempenho escolar das crianças – mostraram-nos suas pesquisas
– vincula-se menos a seus supostos dons pessoais do que à familiaridade que ....... com a cultura
das instituições escolares, com seus hábitos, valores e práticas. Uma familiaridade, em geral,
cultivada no ambiente privado e familiar.
Grosso modo, a popularização dessa tese se cristalizou em duas correntes discursivas
distintas, mas que são solidárias. Por um lado, ela resultou no surgimento de uma visão cética –
ou mesmo niilista – para a qual a identificação da escola com os ideais de emancipação pessoal
e de igualdade de oportunidades não passaria de um ardil ideológico cujo verdadeiro objetivo
seria dissimular as estruturas de dominação e reprodução de privilégios. Paralelamente – e em
alguma medida como resposta __ essas tendências – intelectuais e responsáveis por políticas
públicas de educação se dedicaram a propor medidas práticas visando superar ou, ao menos,
atenuar os efeitos dessa dinâmica de reprodução das desigualdades sociais. Seus programas de
ação passaram, então, a sugerir __ necessidade de uma ruptura com os formalismos da cultura
escolar e a adoção de um currículo mais adaptado aos alunos oriundos das classes populares.
......, a despeito da inegável pertinência de algumas das medidas então propostas, como a
abertura do currículo escolar a diferentes manifestações culturais, os efeitos da recepção
pedagógica das teses que assumem o caráter reprodutor do sistema escolar e os resultados das
políticas públicas que tomaram como sua tarefa eliminá-lo ou, ao menos atenuá-lo, não .......
sido muito animadores. Por um lado, a convicção de que a escola privilegia os privilegiados parece
ter tido entre muitos professores um efeito paradoxal: naturalizou o “fracasso” de seus alunos,
atribuindo __ suas condições sociais e econômicas as causas de suas supostas dificuldades,
transformando, assim, a explicação de um fenômeno social em um destino educacional
inexorável. Por outro, a explicitação dos fatores implícitos no êxito escolar dos herdeiros do capital
cultural gerou uma corrida para transformar seus habitus e modos específicos de socialização em
novos objetos de uma aprendizagem pedagogicamente controlada, agravando, em alguns casos,
as desigualdades entre o desempenho de alunos das redes privada e pública.
Em face de um quadro como esse, parece-me que é chegada a ...... de se tecer um discurso
alternativo que, a um só tempo, reconheça a crítica, mas a ela anteponha uma nova forma de
pensar o compromisso da escola para com a igualdade. Uma igualdade que não se conceba como
um resultado exterior ao próprio processo de escolarização, que não se forje pela escola, mas
que se possa construir na escola; que não seja uma promessa para um futuro, mas uma
experiência do presente.
Adaptado de: http://www.revistaeducacao.com.br/escola-e-igualdade-3/
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