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Os desafios da retomada da economia e do crescimento pós-pandemia
Por Imprensa CNI (Confederação Nacional da Indústria)
Quais os principais desafios para a retomada da economia do Brasil? O Brasil enfrentará desafios para a retomada do crescimento no pós-pandemia. O mais recente, com tamanha imprevisibilidade gerada pela pandemia, é projetar cenários futuros e garantir a resiliência dos processos de negócio, o que se tornou um exercício de extrema incerteza, demandando perspectivas e vivências diferenciadas em busca de um caminho comum, embora os impactos sejam diferentes para os diversos tipos de setores.
Investir em serviços personalizados e com maior qualidade, bem como enxugar o orçamento, reduzindo gastos com a adoção do home office e com a digitalização de processos, vem sendo, e há expectativas de que será, o grande desafio da indústria brasileira. Já é possível identificar que, enquanto alguns segmentos devem ter uma alta sustentável, outros encararão uma retomada lenta. Para esse segundo segmento, é considerável a revisão da aplicação de novas metodologias e projetos estratégicos que podem tornar possível a transformação do negócio a médio e até curto prazo.
A economia do Brasil foi intensamente impactada por uma crise sanitária sem precedentes causada pelo cenário atípico da pandemia do novo coronavírus, iniciada no país em março de 2020.
Diante das medidas de isolamento social decretadas pelos governos locais e pelo órgão regulador de vigilância sanitária (a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA), foi escancarado no país um cenário de desigualdade social e de crise econômica que já era preocupante.
Com o tempo e o relaxamento das medidas de isolamento social, setores que estavam suspensos por decreto governamental puderam retornar às atividades. O desafio, então, vem sendo enfrentar a crise econômica e a instabilidade política que o país vem vivenciando, na tentativa de retomada da economia do Brasil ao patamar pré-pandemia.
No contexto mais específico, um estudo feito pela consultoria internacional BIP (Financial Services) revela que os setores mais afetados são os chamados “não essenciais” como combustíveis, esportes, shows e eventos, aviação, turismo e hotelaria. Segundo a instituição, será necessário que esses setores praticamente retomem suas economias do zero, o que tornará a retomada econômica muito lenta.
(Disponível em: https://www.portaldaindustria.com.br/
industria-de-a-z/retomada-do-crescimento-pos-pandemia – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Projetar cenário econômico futuro pós-pandemia no Brasil é um exercício incerto.
( ) Agora, todos os setores da economia terão de reiniciar do zero.
( ) A crise sanitária do coronavírus impactou a economia.
( ) Para a retomada da economia, o desafio do país tem sido enfrentar a instabilidade política.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Os desafios da retomada da economia e do crescimento pós-pandemia
Por Imprensa CNI (Confederação Nacional da Indústria)
Quais os principais desafios para a retomada da economia do Brasil? O Brasil enfrentará desafios para a retomada do crescimento no pós-pandemia. O mais recente, com tamanha imprevisibilidade gerada pela pandemia, é projetar cenários futuros e garantir a resiliência dos processos de negócio, o que se tornou um exercício de extrema incerteza, demandando perspectivas e vivências diferenciadas em busca de um caminho comum, embora os impactos sejam diferentes para os diversos tipos de setores.
Investir em serviços personalizados e com maior qualidade, bem como enxugar o orçamento, reduzindo gastos com a adoção do home office e com a digitalização de processos, vem sendo, e há expectativas de que será, o grande desafio da indústria brasileira. Já é possível identificar que, enquanto alguns segmentos devem ter uma alta sustentável, outros encararão uma retomada lenta. Para esse segundo segmento, é considerável a revisão da aplicação de novas metodologias e projetos estratégicos que podem tornar possível a transformação do negócio a médio e até curto prazo.
A economia do Brasil foi intensamente impactada por uma crise sanitária sem precedentes causada pelo cenário atípico da pandemia do novo coronavírus, iniciada no país em março de 2020.
Diante das medidas de isolamento social decretadas pelos governos locais e pelo órgão regulador de vigilância sanitária (a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA), foi escancarado no país um cenário de desigualdade social e de crise econômica que já era preocupante.
Com o tempo e o relaxamento das medidas de isolamento social, setores que estavam suspensos por decreto governamental puderam retornar às atividades. O desafio, então, vem sendo enfrentar a crise econômica e a instabilidade política que o país vem vivenciando, na tentativa de retomada da economia do Brasil ao patamar pré-pandemia.
No contexto mais específico, um estudo feito pela consultoria internacional BIP (Financial Services) revela que os setores mais afetados são os chamados “não essenciais” como combustíveis, esportes, shows e eventos, aviação, turismo e hotelaria. Segundo a instituição, será necessário que esses setores praticamente retomem suas economias do zero, o que tornará a retomada econômica muito lenta.
(Disponível em: https://www.portaldaindustria.com.br/
industria-de-a-z/retomada-do-crescimento-pos-pandemia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:
I. No Brasil pós-pandemia, os processos de negócios, mesmo de diferentes setores, procurando alternativas diferenciadas em busca de um caminho comum, tornaram-se muito incertos.
II. As medidas de isolamento social, impostas pela pandemia, tornaram visível a desigualdade social e a crise econômica que já era preocupante no país.
III. Estudos especializados comprovam que os setores mais afetados são os chamados “não essenciais”.
Quais estão corretas?
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta pontuação correta.
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uso INCORRETO do acento indicativo de crase.
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
No texto, temos a palavra “por que”. Sobre o uso dos porquês, analise as frases abaixo:
I. Eu faltei à aula e não disse o por quê.
II. Por que você não veio à aula ontem?
III. A professora quer saber porque ele faltou à aula.
IV. Mas... por quê, apesar disso, você não explicou o motivo?
Quais estão corretas?
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “aquém”, na oração do texto, é classificada como:
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto
adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “nesse”, presente no texto, é a contração da preposição “em” com o pronome demonstrativo “esse”. A partir dessa informação, assinale a oração que apresenta o uso correto do pronome demonstrativo.
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim Abe
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-
historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as vozes do verbo aos exemplos.
Coluna 1
1. Reflexiva.
2. Ativa.
3. Passiva analítica.
4. Passiva pronominal.
Coluna 2
( ) Os pais educam os filhos.
( ) A insatisfação dos professores também é causada pelos salários indignos.
( ) O professor sacrificou-se para terminar seu mestrado.
( ) Organizou-se um campeonato na escola.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim Abe
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-
historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com as regras de acentuação dos hiatos, a palavra “país”, presente no texto, é acentuada. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA, com base nas demais regras de acentuação vigentes.
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-
historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
A letra “x” pode representar os seguintes fonemas: /ch/, /z/, /s/, /cs/, e /ss/. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta a grafia INCORRETA de uso da letra “x”.
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