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Foram encontradas 40 questões.

1723284 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
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Uma fábrica de balas tem um custo mensal de operação de R$5.000,00. Cada bala produzida custa R$0,20.

Se cada bala produzida é comercializada a R$0,50, a partir de quantas unidades produzidas a fábrica obtém lucro mensal?

 

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Texto 2


Por que o desaparecimento das abelhas seria uma catástrofe


Esses insetos de pouco mais de um centímetro de comprimento têm frequentado o noticiário nos últimos anos. Em primeiro lugar, pelo declínio alarmante de suas populações, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Mas também por uma série de estudos que detalham os serviços que prestam ao ecossistema, incluindo sua capacidade de aumentar em cerca de 25% o rendimento das colheitas – e, consequentemente, dos alimentos que comemos.


Mas qual é a função das abelhas na natureza, além de produzir mel? “As abelhas polinizam a maior parte das plantas que existem”, explica Carlos Vergara, professor da Universidade de las Américas em Puebla, no México. É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos da parte masculina para a feminina da planta, ou de uma planta para outra da mesma espécie, resultando nas sementes que dão origem às frutas e legumes que comemos. A polinização é também vital para a reprodução de plantas usadas para alimentar o gado e outros animais, e para manter a diversidade genética das plantas com flores. É fundamental ainda para plantas utilizadas na produção de biocombustíveis (como canola e azeite de dendê) e de fibras (como algodão), e para plantas medicinais e ecossistemas como bosques, essenciais à preservação dos recursos hídricos.


As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como “desordem de colapso das colônias”, em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias. A causa exata desse fenômeno é desconhecida, mas acredita-se que ocorra por uma combinação de fatores, que incluem uso inadequado de pesticidas. Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas. O progresso das cidades e a redução de áreas florestais resultam em menos flores. E, sem flores, as abelhas ficam sem nada para comer.


Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606

[Adaptado], acesso em: 7/8/2017

Considere o texto 2 e assinale alternativa correta.

 

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Texto 2


Por que o desaparecimento das abelhas seria uma catástrofe


Esses insetos de pouco mais de um centímetro de comprimento têm frequentado o noticiário nos últimos anos. Em primeiro lugar, pelo declínio alarmante de suas populações, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Mas também por uma série de estudos que detalham os serviços que prestam ao ecossistema, incluindo sua capacidade de aumentar em cerca de 25% o rendimento das colheitas – e, consequentemente, dos alimentos que comemos.


Mas qual é a função das abelhas na natureza, além de produzir mel? “As abelhas polinizam a maior parte das plantas que existem”, explica Carlos Vergara, professor da Universidade de las Américas em Puebla, no México. É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos da parte masculina para a feminina da planta, ou de uma planta para outra da mesma espécie, resultando nas sementes que dão origem às frutas e legumes que comemos. A polinização é também vital para a reprodução de plantas usadas para alimentar o gado e outros animais, e para manter a diversidade genética das plantas com flores. É fundamental ainda para plantas utilizadas na produção de biocombustíveis (como canola e azeite de dendê) e de fibras (como algodão), e para plantas medicinais e ecossistemas como bosques, essenciais à preservação dos recursos hídricos.


As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como “desordem de colapso das colônias”, em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias. A causa exata desse fenômeno é desconhecida, mas acredita-se que ocorra por uma combinação de fatores, que incluem uso inadequado de pesticidas. Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas. O progresso das cidades e a redução de áreas florestais resultam em menos flores. E, sem flores, as abelhas ficam sem nada para comer.


Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606

[Adaptado], acesso em: 7/8/2017

Considere as seguintes definições :

1. A metáfora é uma figura de linguagem que requer a associação de dois domínios do conhecimento distintos, estabelecendo-se uma comparação implícita entre eles.

2. A metonímia é uma figura de linguagem que opera a associação entre elementos de um mesmo domínio conceptual, substituindo-se palavras que guardam uma relação de sentido entre si.

Relacione as frases abaixo com suas respectivas definições.

( ) “Lua de São Jorge / lua soberana / nobre porcelana / sobre a seda azul.” (C. Veloso)

( ) “Uma velha que trazia a fome nos ombros e nos olhos / E trazia a seca no ventre e no seio.” (J. Cardozo)

( ) “Muitas vezes julgamos ver a aurora / e sua rosa de fogo à nossa frente.” (C. D. de Andrade)

( ) Seu Joaquim, o correio já passou hoje?

( ) Ela está namorando um barbicha.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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Texto 2


Por que o desaparecimento das abelhas seria uma catástrofe


Esses insetos de pouco mais de um centímetro de comprimento têm frequentado o noticiário nos últimos anos. Em primeiro lugar, pelo declínio alarmante de suas populações, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Mas também por uma série de estudos que detalham os serviços que prestam ao ecossistema, incluindo sua capacidade de aumentar em cerca de 25% o rendimento das colheitas – e, consequentemente, dos alimentos que comemos.


Mas qual é a função das abelhas na natureza, além de produzir mel? “As abelhas polinizam a maior parte das plantas que existem”, explica Carlos Vergara, professor da Universidade de las Américas em Puebla, no México. É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos da parte masculina para a feminina da planta, ou de uma planta para outra da mesma espécie, resultando nas sementes que dão origem às frutas e legumes que comemos. A polinização é também vital para a reprodução de plantas usadas para alimentar o gado e outros animais, e para manter a diversidade genética das plantas com flores. É fundamental ainda para plantas utilizadas na produção de biocombustíveis (como canola e azeite de dendê) e de fibras (como algodão), e para plantas medicinais e ecossistemas como bosques, essenciais à preservação dos recursos hídricos.


As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como “desordem de colapso das colônias”, em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias. A causa exata desse fenômeno é desconhecida, mas acredita-se que ocorra por uma combinação de fatores, que incluem uso inadequado de pesticidas. Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas. O progresso das cidades e a redução de áreas florestais resultam em menos flores. E, sem flores, as abelhas ficam sem nada para comer.


Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606

[Adaptado], acesso em: 7/8/2017

Considere as afirmativas a seguir, em relação ao texto 2.

1. Em “que dão origem às frutas e legumes” (2ºparágrafo), a expressão sublinhada pode ser substituída por “originam às”, em conformidade com a regência do verbo originar.

2. Em “É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos” (2º parágrafo), os elementos sublinhados podem ser retirados sem prejuízo de significado nem das relações sintáticas estabelecidas entre os termos da oração.

3. Em “ outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas” (3º parágrafo), a forma verbal sublinhada pode ser substituída por “existe”, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta escrita.

4. Em “a maior parte das plantas que existem” (2º parágrafo), a forma verbal pode ser substituída por “existe”, sem desvio da norma culta escrita, pois se trata de uma concordância verbal facultativa.

5. Em “como perda de habitat natural […]” (3º parágrafo), o vocábulo sublinhado tem valor semântico de “por exemplo”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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Por que o desaparecimento das abelhas seria uma catástrofe


Esses insetos de pouco mais de um centímetro de comprimento têm frequentado o noticiário nos últimos anos. Em primeiro lugar, pelo declínio alarmante de suas populações, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Mas também por uma série de estudos que detalham os serviços que prestam ao ecossistema, incluindo sua capacidade de aumentar em cerca de 25% o rendimento das colheitas – e, consequentemente, dos alimentos que comemos.


Mas qual é a função das abelhas na natureza, além de produzir mel? “As abelhas polinizam a maior parte das plantas que existem”, explica Carlos Vergara, professor da Universidade de las Américas em Puebla, no México. É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos da parte masculina para a feminina da planta, ou de uma planta para outra da mesma espécie, resultando nas sementes que dão origem às frutas e legumes que comemos. A polinização é também vital para a reprodução de plantas usadas para alimentar o gado e outros animais, e para manter a diversidade genética das plantas com flores. É fundamental ainda para plantas utilizadas na produção de biocombustíveis (como canola e azeite de dendê) e de fibras (como algodão), e para plantas medicinais e ecossistemas como bosques, essenciais à preservação dos recursos hídricos.


As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como “desordem de colapso das colônias”, em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias. A causa exata desse fenômeno é desconhecida, mas acredita-se que ocorra por uma combinação de fatores, que incluem uso inadequado de pesticidas. Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas. O progresso das cidades e a redução de áreas florestais resultam em menos flores. E, sem flores, as abelhas ficam sem nada para comer.


Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606

[Adaptado], acesso em: 7/8/2017

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao texto 2.

( ) Em “incluindo sua capacidade de aumentar” (1o parágrafo), o pronome possessivo faz referência a “esses insetos”, que, por sua vez, retomam “as abelhas”

( ) Em “têm frequentado o noticiário” (1o parágrafo) e “As populações de abelhas têm sofrido” (3o parágrafo), as locuções verbais podem ser substituídas por “vêm frequentando” e “vêm sofrendo”, respectivamente, sem prejuízo no significado modo-temporal expresso pelas referidas locuções.

( ) Em “pelo declínio alarmante de suas populações” (1º parágrafo) e “por um fenômeno conhecido como ‘desordem de colapso das colônias’” (3º parágrafo), a preposição “por”, nas duas ocorrências, estabelece relação semântica de causalidade.

( ) Em “além de produzir mel” (2º parágrafo), a locução sublinhada introduz uma informação que foi dada no parágrafo precedente.

( ) Em “Mas também por uma série de estudos” (1º parágrafo), a conjunção sublinhada introduz uma informação que retifica a informação contida na frase que antecede o conector.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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Texto 2


Por que o desaparecimento das abelhas seria uma catástrofe


Esses insetos de pouco mais de um centímetro de comprimento têm frequentado o noticiário nos últimos anos. Em primeiro lugar, pelo declínio alarmante de suas populações, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Mas também por uma série de estudos que detalham os serviços que prestam ao ecossistema, incluindo sua capacidade de aumentar em cerca de 25% o rendimento das colheitas – e, consequentemente, dos alimentos que comemos.


Mas qual é a função das abelhas na natureza, além de produzir mel? “As abelhas polinizam a maior parte das plantas que existem”, explica Carlos Vergara, professor da Universidade de las Américas em Puebla, no México. É por meio da polinização que os grãos de pólen são transferidos da parte masculina para a feminina da planta, ou de uma planta para outra da mesma espécie, resultando nas sementes que dão origem às frutas e legumes que comemos. A polinização é também vital para a reprodução de plantas usadas para alimentar o gado e outros animais, e para manter a diversidade genética das plantas com flores. É fundamental ainda para plantas utilizadas na produção de biocombustíveis (como canola e azeite de dendê) e de fibras (como algodão), e para plantas medicinais e ecossistemas como bosques, essenciais à preservação dos recursos hídricos.


As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como “desordem de colapso das colônias”, em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias. A causa exata desse fenômeno é desconhecida, mas acredita-se que ocorra por uma combinação de fatores, que incluem uso inadequado de pesticidas. Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas. O progresso das cidades e a redução de áreas florestais resultam em menos flores. E, sem flores, as abelhas ficam sem nada para comer.


Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40220606

[Adaptado], acesso em: 7/8/2017

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação aos textos 1 e 2.

( ) Ambos os textos apresentam uma perspectiva cronológica e abordam as causas que levam à redução crescente da produção do mel, com enfoque no hemisfério norte do planeta.

( ) Os textos apresentam elementos tanto descritivos, com exposição de uma dada situação, como dialógicos, com uso de pergunta que desperta a atenção do leitor.

( ) Ambos os textos apresentam, no último parágrafo, elementos explicativos para a situação apresentada e problematizada nos parágrafos anteriores.

( ) Os textos abordam temas contraditórios: enquanto o primeiro texto trata da capacidade de sobrevivência do mel na contemporaneidade, o segundo ilustra o desaparecimento gradual e contínuo das abelhas no decorrer da história.

( ) O texto 2 apresenta uma perspectiva pessimista sobre a situação das abelhas, diferentemente do texto 1, que discorre sobre a durabilidade do mel.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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Texto 1


O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?


Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.

São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.

Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.

Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802

[Adaptado], acesso em 7/8/2017.

Considere as seguintes frases no seu respectivo contexto.

I. “Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo.” (2ºparágrafo)

II. “Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela.” (3º parágrafo)

III. “Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.” (3º parágrafo)

Analise as afirmativas abaixo em relação às frases:

1. Em I, a primeira oração pode ser reescrita como “A diferença, entretanto, está aí”, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua.

2. Em I, o sinal de dois-pontos introduz uma informação que esclarece o termo anterior “aí”.

3. Em II, “Isso” faz referência a “os açúcares são higroscópicos” e “eles” faz referência a “os açúcares”.

4. Em II, “mas” pode ser substituído por “mesmo que”, sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua.

5. Em III, “que qualquer bicho sobreviva” pode ser reescrito como “a sobrevivência de qualquer bicho” sem prejuízo de significado e sem ferir a norma culta da língua.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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Texto 1


O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?


Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.

São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.

Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.

Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802

[Adaptado], acesso em 7/8/2017.

Leia as seguintes frases retiradas do texto:

1. “Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel.” (1º parágrafo)

2. “Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre.” (1ºparágrafo)

3. “São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo.” (2º parágrafo)

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação às frases retiradas do texto.

( ) Em 1, “se” é um pronome reflexivo, funcionando sintaticamente como complemento de cada um dos verbos aos quais se antepõe.

( ) Em 1 e 2, a posição do pronome “se” em relação ao verbo indica que a ordem pronominal é variável em português.

( ) Em 2 e 3, o vocábulo “que” funciona como pronome relativo, retomando um termo antecedente e, simultaneamente, introduzindo uma oração subordinada, em ambos os casos.

( ) Em 1 e 2, a preposição “com” estabelece uma relação semântica de companhia e de instrumento, respectivamente.

( ) Em 3, “os alimentos” requer que os verbos ser e sobreviver sejam flexionados na terceira pessoa do plural, em conformidade com uma regra de concordância verbal no português.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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Texto 1


O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?


Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.

São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.

Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.

Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802

[Adaptado], acesso em 7/8/2017.

Assinale a alternativa correta, com base no texto 1.

 

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O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?


Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel. Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”. No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra em que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia gafanhotos com mel silvestre. Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos. E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.

São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas. Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.

Como é possível? A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela. São raros os micro -organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro-organismos. Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva.

Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/geral-40763802

[Adaptado], acesso em 7/8/2017.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com o texto 1.

( ) O uso de aspas no primeiro parágrafo inscreve no texto um discurso direto que ilustra o uso histórico do mel em contextos religiosos.

( ) O uso de aspas no terceiro parágrafo (em “magia” e “tesouro dourado”) desempenha a mesma função discursiva: sinaliza para palavras usadas fora do contexto habitual.

( ) Segundo o texto, a ‘eternidade’ do mel está ligada ao seu papel religioso e místico, conforme descrito pelas escrituras religiosas.

( ) O segundo parágrafo produz uma quebra abrupta na coesão e argumentação do texto, pois se desvia do assunto principal ao tratar das batatas, do sal e do arroz seco.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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