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Foram encontradas 40 questões.

1893054 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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Consoante previsão do Código Tributário do Município de Franca, é incorreto afirmar que:
 

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1686439 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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POR QUE TEMPO PARECE PASSAR MAIS DEPRESSA EM MOMENTOS BONS E ASSUSTADORES?
Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo mentalmente com certa precisão. Conseguimos inferir qual foi a duração de uma visita a um parente e qual foi o tempo consumido até chegarmos a um determinado destino. Uma série de processos orgânicos habilita a existência de nosso relógio interno.
Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos, prazerosos ou enfadonhos. Quem nunca experimentou os minutos que se vão aborrecidamente lentos em situações tediosas? Já em uma boa festa , "o tempo voa mais do que a canção".
Parece um paradoxo termos um sistema biológico acurado em estimar o tempo, mas que, quando pressionado por emoções, desregula-se. Será que nossas emoções enevoam nossos discernimentos, inclusive nossa percepção de tempo? A emoção, ao corromper a razão, deturpa nossa ordem mental e impede que diferenciemos a cadência da sucessão dos minutos? Nossas emoções inviabilizam a precisão
Seriamos simplistas demais se aceitássemos essa premissa . Primeiro, porque não existe razão completamente desvinculada de de emoções. Segundo, as distorções de percepção de tempo moduladas pelas emoções não são um erro biológico, mas um processo adaptativo favorável para nossa sobrevivência.
Foi isso o que a psicóloga Sophie Fayolle demonstrou. Em um experimento, a cientista distribuiu choques elétricos controlados aos participantes enquanto avaliava como eles percebiam o tempo passar. Depois de terminar seus testes, Fayolle analisou como emoções, ou melhor, medo e dor, distorceram a percepção de tempo.
As pessoas, literalmente chocadas, superestimavam a duração do martírio elétrico e subestimavam o tempo decorrido ao longo dos testes. Portanto, os participantes tiveram seu relógio interno acelerado durante os choques, o que distorceu a concepção de tempo. Esse relógio destacou aquilo que emociona, ao valorizar excessivamente os instantes dos desconfortos elétricos.
Fayolle provou que emoções afetam nosso julgamento temporal, e isso deve nos motivar a agir o mais rapidamente quando estamos ameaçados.
Mas, afinal, o que faz a conjunção entre nossa percepção de tempo e nossas emoções? A resposta é a dopa mina, neurotransmissor que nos faz julgar o tempo e também nos dá a sensação do prazer.
O núcleo accumbens é uma estrutura cerebral que trabalha como um centro da motivação. Ele nos faz desejar as prazerosas bonificações da vida , como as obtidas em refeições e no sexo. Esse núcleo. quando embebido em dopamina, provoca a impressão de que o tempo flui mais rapidamente. Mas, ao ser privado desse neurotransmissor, provocará em nós a impressão de que segundos se estenderam preguiçosamente. O prazer é igualmente mediado pela liberação de dopamina. Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer.
O desejo pelo medo nos expõe às altas velocidades, aos filmes de terror, aos saltos de paraquedas. O desejo pelo prazer que acelera o tempo. E provoca a nítida impressão de que a aventura durou pouco.
Luciano Magalhães Melo -jornal Folha de São Paulo, edição de 4110/2019.
Os excertos abaixo serão utilizados na resolução da questão.
I. "Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo".
lI. "Nossas emoções enevoam nossos discernimentos".
IlI. "A cientista distribuiu choques elétricos".
IV. " Esse relógio destacou aquilo que emociona" .
Assinale a alternativa em que a substituição dos termos sublinhados pelo pronome oblíquo correspondente não se deu adequadamente e em conformidade com a norma culta.
 

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1665354 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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POR QUE TEMPO PARECE PASSAR MAIS DEPRESSA EM MOMENTOS BONS E ASSUSTADORES?
Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo mentalmente com certa precisão. Conseguimos inferir qual foi a duração de uma visita a um parente e qual foi o tempo consumido até chegarmos a um determinado destino. Uma série de processos orgânicos habilita a existência de nosso relógio interno.
Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos, prazerosos ou enfadonhos. Quem nunca experimentou os minutos que se vão aborrecidamente lentos em situações tediosas? Já em uma boa festa , "o tempo voa mais do que a canção".
Parece um paradoxo termos um sistema biológico acurado em estimar o tempo, mas que, quando pressionado por emoções, desregula-se. Será que nossas emoções enevoam nossos discernimentos, inclusive nossa percepção de tempo? A emoção, ao corromper a razão, deturpa nossa ordem mental e impede que diferenciemos a cadência da sucessão dos minutos? Nossas emoções inviabilizam a precisão
Seriamos simplistas demais se aceitássemos essa premissa . Primeiro, porque não existe razão completamente desvinculada de de emoções. Segundo, as distorções de percepção de tempo moduladas pelas emoções não são um erro biológico, mas um processo adaptativo favorável para nossa sobrevivência.
Foi isso o que a psicóloga Sophie Fayolle demonstrou. Em um experimento, a cientista distribuiu choques elétricos controlados aos participantes enquanto avaliava como eles percebiam o tempo passar. Depois de terminar seus testes, Fayolle analisou como emoções, ou melhor, medo e dor, distorceram a percepção de tempo.
As pessoas, literalmente chocadas, superestimavam a duração do martírio elétrico e subestimavam o tempo decorrido ao longo dos testes. Portanto, os participantes tiveram seu relógio interno acelerado durante os choques, o que distorceu a concepção de tempo. Esse relógio destacou aquilo que emociona, ao valorizar excessivamente os instantes dos desconfortos elétricos.
Fayolle provou que emoções afetam nosso julgamento temporal, e isso deve nos motivar a agir o mais rapidamente quando estamos ameaçados.
Mas, afinal, o que faz a conjunção entre nossa percepção de tempo e nossas emoções? A resposta é a dopa mina, neurotransmissor que nos faz julgar o tempo e também nos dá a sensação do prazer.
O núcleo accumbens é uma estrutura cerebral que trabalha como um centro da motivação. Ele nos faz desejar as prazerosas bonificações da vida , como as obtidas em refeições e no sexo. Esse núcleo. quando embebido em dopamina, provoca a impressão de que o tempo flui mais rapidamente. Mas, ao ser privado desse neurotransmissor, provocará em nós a impressão de que segundos se estenderam preguiçosamente. O prazer é igualmente mediado pela liberação de dopamina. Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer.
O desejo pelo medo nos expõe às altas velocidades, aos filmes de terror, aos saltos de paraquedas. O desejo pelo prazer que acelera o tempo. E provoca a nítida impressão de que a aventura durou pouco.
Luciano Magalhães Melo -jornal Folha de São Paulo, edição de 4110/2019.
Avalie as afirmações feitas sobre o texto.
I. O fato de não haver razão completamente desvinculada de emoções nos compelem a distorções de percepção de tempo, o que caracteriza um erro biológico da nossa espécie.
II. Experimento conduzido pela psicóloga Sophie Fayolle demonstrou que choques elétricos controlados nos levam a uma mais efetiva e melhor aferição do tempo, pois aceleram nossos relógios internos, impedindo a distorção dessa concepção.
III. A dopamina é um neurotransmissor capaz de nos proporcionar a sensação de prazer; o prazer, por sua vez, é mediado pela liberação daquele neurotransmissor no organismo.
IV - O desejo pelo medo acelera o tempo e nos provoca prazer, fazendo com que tenhamos a sensação de que situações de terror ou dor duram menor tempo.
Representa uma dedução possível da leitura do texto o afirmado em:
 

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1441790 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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Quando o Microsoft Word 2016 não reconhece um termo em um documento, ele o destaca com um sublinhado em vermelho. Em algumas situações, como no caso de nomes próprios e termos técnicos, é desejável informar ao Word que o termo está correto, evitando que essa palavra volte a ser marcada como incorreta se utilizada em outras partes do documento. Para isso, o usuário pode clicar com o botão direito do mouse sobre o termo destacado e selecionar a opção:
 

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1441787 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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De acordo com a Lei Municipal de França que instituiu o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e deu outras providências, é correto afirmar que:
 

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1414173 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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As modalidades de cobrança dos tributos são previstas expressamente no Código Tributário Municipal de Franca. Não é uma modalidade de cobrança:
 

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1364525 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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POR QUE TEMPO PARECE PASSAR MAIS DEPRESSA EM MOMENTOS BONS E ASSUSTADORES?
Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo mentalmente com certa precisão. Conseguimos inferir qual foi a duração de uma visita a um parente e qual foi o tempo consumido até chegarmos a um determinado destino. Uma série de processos orgânicos habilita a existência de nosso relógio interno.
Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos, prazerosos ou enfadonhos. Quem nunca experimentou os minutos que se vão aborrecidamente lentos em situações tediosas? Já em uma boa festa , "o tempo voa mais do que a canção".
Parece um paradoxo termos um sistema biológico acurado em estimar o tempo, mas que, quando pressionado por emoções, desregula-se. Será que nossas emoções enevoam nossos discernimentos, inclusive nossa percepção de tempo? A emoção, ao corromper a razão, deturpa nossa ordem mental e impede que diferenciemos a cadência da sucessão dos minutos? Nossas emoções inviabilizam a precisão
Seriamos simplistas demais se aceitássemos essa premissa . Primeiro, porque não existe razão completamente desvinculada de de emoções. Segundo, as distorções de percepção de tempo moduladas pelas emoções não são um erro biológico, mas um processo adaptativo favorável para nossa sobrevivência.
Foi isso o que a psicóloga Sophie Fayolle demonstrou. Em um experimento, a cientista distribuiu choques elétricos controlados aos participantes enquanto avaliava como eles percebiam o tempo passar. Depois de terminar seus testes, Fayolle analisou como emoções, ou melhor, medo e dor, distorceram a percepção de tempo.
As pessoas, literalmente chocadas, superestimavam a duração do martírio elétrico e subestimavam o tempo decorrido ao longo dos testes. Portanto, os participantes tiveram seu relógio interno acelerado durante os choques, o que distorceu a concepção de tempo. Esse relógio destacou aquilo que emociona, ao valorizar excessivamente os instantes dos desconfortos elétricos.
Fayolle provou que emoções afetam nosso julgamento temporal, e isso deve nos motivar a agir o mais rapidamente quando estamos ameaçados.
Mas, afinal, o que faz a conjunção entre nossa percepção de tempo e nossas emoções? A resposta é a dopa mina, neurotransmissor que nos faz julgar o tempo e também nos dá a sensação do prazer.
O núcleo accumbens é uma estrutura cerebral que trabalha como um centro da motivação. Ele nos faz desejar as prazerosas bonificações da vida , como as obtidas em refeições e no sexo. Esse núcleo. quando embebido em dopamina, provoca a impressão de que o tempo flui mais rapidamente. Mas, ao ser privado desse neurotransmissor, provocará em nós a impressão de que segundos se estenderam preguiçosamente. O prazer é igualmente mediado pela liberação de dopamina. Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer.
O desejo pelo medo nos expõe às altas velocidades, aos filmes de terror, aos saltos de paraquedas. O desejo pelo prazer que acelera o tempo. E provoca a nítida impressão de que a aventura durou pouco.
Luciano Magalhães Melo -jornal Folha de São Paulo, edição de 4110/2019.
Assinale a alternativa que apresenta uma inferência possível da leitura do texto.
 

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1317302 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve condenação por danos morais ao Banco Santander à uma bancária que foi chamada de 'burra' pela gerente por ter engravidado. De acordo com uma testemunha, a funcionária, de uma agência bancária de Varginha (MG), informou, durante uma reunião, que estava grávida, e ouviu da gerente que 'estava assinando um contrato de burrice', pois a gravidez atrapalharia sua acensão profissional e que ela 'não teria estrutura para gerar um filho'.
Compilado de artigo disponível em: [https://exame.abril.com.br/brasil/bancaria-do-santander-echamada-
de-burra-ao-engravidar-e-banco-e-condenadol]- publicado e consultado em 13/ 10/2019.
No texto acima, de forma proposital, algumas modificações foram introduzidas de modo que, da forma que se apresenta, não está em consonância com os princípios da norma culta. As correções necessárias se deram em qual alternativa? X A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve condenação por danos morais ao Banco Santander a
 

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1313618 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
Provas:
Ainda sobre a restituição de tributo prevista no Código Tributária Municipal de Franca, no caso de simples erro de cálculo, o direito de pleitear a restituição de imposto, taxa, contribuição de melhoria ou multa extingue-se com o decurso do prazo de:
 

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1278939 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
Provas:
Em uma instalação padrão do sistema operacional Windows 10, quando o usuário seleciona um arquivo da Área de Trabalho e o exclui por meio da tecla “Del" ou “Delete”, esse arquivo:
 

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