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Foram encontradas 40 questões.

1247081 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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Levando-se em consideração o capítulo acerca das penalidades previstas pelo Código Tributário Municipal de Franca, julgue os itens a seguir, atribuindo 'V' para verdadeiro e 'F' para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) As infrações ao Código Tributário de Franca, sem prejuízo de outras disposições de Lei e Códigos Municipais, serão punidas com multa, proibição de transacionar com as repartições municipais, sujeição a regime especial de fiscalização ou suspensão ou cancelamento de isenção de tributos.
( ) A aplicação da penalidade de qualquer natureza, de caráter civil, criminal ou administrativo, e o seu cumprimento, em caso algum dispensa o pagamento do tributo devido e das multas, da correção monetária e dos juros de mora.
( ) Apurando-se, no mesmo processo, infração de mais de uma disposição deste Código pela mesma pessoa, será aplicada somente a pena correspondente à infração mais grave.
( ) No caso de reincidência, não há sanção às infrações das normas estabelecidas no Código Tributário Municipal de Franca.
 

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1242692 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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A restituição do tributo é um direito do contribuinte, independente de prévio protesto, nos casos expressamente previstos em lei. Considerando o Código Tributário Municipal de Franca, assinale a alternativa que não contém uma hipótese de restituição do tributo.
 

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1242685 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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Uma das ferramentas mais importantes do sistema operacional Windows 10 é o Gerenciador de Tarefas. Essa ferramenta permite listar os programas em execução, visualizar os recursos utilizados por eles e encerrar esses programas caso a janela do programa não esteja respondendo. Para acessar o Gerenciador de Tarefas, o usuário pode pressionar a combinação de teclas:
 

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1183612 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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"Se não sabes a diferença entre vez e vês, é porque todos os dias _(I)_ televisão, mas é rara a __(lI)_ em que abres um livro. Agora já _(III)_ a diferença, ou queres que repita outra _(IV)_ "?
'Frase apócrifa postada em [www.facebook.com.br].
De modo a respeitar o sentido global da frase e os princípios da norma culta, as lacunas acima deverão ser preenchidas de acordo com a alternativa:
 

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1001612 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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POR QUE TEMPO PARECE PASSAR MAIS DEPRESSA EM MOMENTOS BONS E ASSUSTADORES?
Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo mentalmente com certa precisão. Conseguimos inferir qual foi a duração de uma visita a um parente e qual foi o tempo consumido até chegarmos a um determinado destino. Uma série de processos orgânicos habilita a existência de nosso relógio interno.
Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos, prazerosos ou enfadonhos. Quem nunca experimentou os minutos que se vão aborrecidamente lentos em situações tediosas? Já em uma boa festa , "o tempo voa mais do que a canção".
Parece um paradoxo termos um sistema biológico acurado em estimar o tempo, mas que, quando pressionado por emoções, desregula-se. Será que nossas emoções enevoam nossos discernimentos, inclusive nossa percepção de tempo? A emoção, ao corromper a razão, deturpa nossa ordem mental e impede que diferenciemos a cadência da sucessão dos minutos? Nossas emoções inviabilizam a precisão
Seriamos simplistas demais se aceitássemos essa premissa . Primeiro, porque não existe razão completamente desvinculada de de emoções. Segundo, as distorções de percepção de tempo moduladas pelas emoções não são um erro biológico, mas um processo adaptativo favorável para nossa sobrevivência.
Foi isso o que a psicóloga Sophie Fayolle demonstrou. Em um experimento, a cientista distribuiu choques elétricos controlados aos participantes enquanto avaliava como eles percebiam o tempo passar. Depois de terminar seus testes, Fayolle analisou como emoções, ou melhor, medo e dor, distorceram a percepção de tempo.
As pessoas, literalmente chocadas, superestimavam a duração do martírio elétrico e subestimavam o tempo decorrido ao longo dos testes. Portanto, os participantes tiveram seu relógio interno acelerado durante os choques, o que distorceu a concepção de tempo. Esse relógio destacou aquilo que emociona, ao valorizar excessivamente os instantes dos desconfortos elétricos.
Fayolle provou que emoções afetam nosso julgamento temporal, e isso deve nos motivar a agir o mais rapidamente quando estamos ameaçados.
Mas, afinal, o que faz a conjunção entre nossa percepção de tempo e nossas emoções? A resposta é a dopa mina, neurotransmissor que nos faz julgar o tempo e também nos dá a sensação do prazer.
O núcleo accumbens é uma estrutura cerebral que trabalha como um centro da motivação. Ele nos faz desejar as prazerosas bonificações da vida , como as obtidas em refeições e no sexo. Esse núcleo. quando embebido em dopamina, provoca a impressão de que o tempo flui mais rapidamente. Mas, ao ser privado desse neurotransmissor, provocará em nós a impressão de que segundos se estenderam preguiçosamente. O prazer é igualmente mediado pela liberação de dopamina. Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer.
O desejo pelo medo nos expõe às altas velocidades, aos filmes de terror, aos saltos de paraquedas. O desejo pelo prazer que acelera o tempo. E provoca a nítida impressão de que a aventura durou pouco.
Luciano Magalhães Melo -jornal Folha de São Paulo, edição de 4110/2019.
Os excertos abaixo serão utilizados na resolução da questão.
I. "Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo".
lI. "Nossas emoções enevoam nossos discernimentos".
IlI. "A cientista distribuiu choques elétricos".
IV. " Esse relógio destacou aquilo que emociona" .
Ao transcrevermos os excertos apresentados para a voz passiva - ou seja, os termos sublinhados passam a ser o sujeito da oração - a forma verbal deverá ser ajustada. Tal ajuste deu-se corretamente e sem perda do sentido original apenas em qual alternativa?
 

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894993 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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Segundo estabelece a Constituição Federal no Título "Da tributação e do Orçamento", assinale a alternativa correta.
 

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894981 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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No sistema operacional Windows 10, a Tecla do Logotipo do Windows pode ser combinada a outras teclas para desempenhar diversas funções, entretanto, quando acionada isoladamente ela permite:
 

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894869 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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Enunciado 2813978-1
Analise as afirmações seguintes.
I. "Minha vida é realizar os desejos dos outros" - primeiro quadrinho - o vocábulo destacado classifica-se, morfologicamente, como pronome possessivo.
II. "Deve ser gratificante" - segundo quadrinho - no contexto em que está inserido o verbo sublinhado denota obrigatoriedade.
III. "Seria, se as pessoas ficassem satisfeitas" - terceiro quadrinho - a conjugação do verbo "ser", no caso, indica ação condicionada à outra.
Está correto o afirmado em:
 

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894737 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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POR QUE TEMPO PARECE PASSAR MAIS DEPRESSA EM MOMENTOS BONS E ASSUSTADORES?
Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo mentalmente com certa precisão. Conseguimos inferir qual foi a duração de uma visita a um parente e qual foi o tempo consumido até chegarmos a um determinado destino. Uma série de processos orgânicos habilita a existência de nosso relógio interno.
Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos, prazerosos ou enfadonhos. Quem nunca experimentou os minutos que se vão aborrecidamente lentos em situações tediosas? Já em uma boa festa , "o tempo voa mais do que a canção".
Parece um paradoxo termos um sistema biológico acurado em estimar o tempo, mas que, quando pressionado por emoções, desregula-se. Será que nossas emoções enevoam nossos discernimentos, inclusive nossa percepção de tempo? A emoção, ao corromper a razão, deturpa nossa ordem mental e impede que diferenciemos a cadência da sucessão dos minutos? Nossas emoções inviabilizam a precisão
Seriamos simplistas demais se aceitássemos essa premissa . Primeiro, porque não existe razão completamente desvinculada de de emoções. Segundo, as distorções de percepção de tempo moduladas pelas emoções não são um erro biológico, mas um processo adaptativo favorável para nossa sobrevivência.
Foi isso o que a psicóloga Sophie Fayolle demonstrou. Em um experimento, a cientista distribuiu choques elétricos controlados aos participantes enquanto avaliava como eles percebiam o tempo passar. Depois de terminar seus testes, Fayolle analisou como emoções, ou melhor, medo e dor, distorceram a percepção de tempo.
As pessoas, literalmente chocadas, superestimavam a duração do martírio elétrico e subestimavam o tempo decorrido ao longo dos testes. Portanto, os participantes tiveram seu relógio interno acelerado durante os choques, o que distorceu a concepção de tempo. Esse relógio destacou aquilo que emociona, ao valorizar excessivamente os instantes dos desconfortos elétricos.
Fayolle provou que emoções afetam nosso julgamento temporal, e isso deve nos motivar a agir o mais rapidamente quando estamos ameaçados.
Mas, afinal, o que faz a conjunção entre nossa percepção de tempo e nossas emoções? A resposta é a dopa mina, neurotransmissor que nos faz julgar o tempo e também nos dá a sensação do prazer.
O núcleo accumbens é uma estrutura cerebral que trabalha como um centro da motivação. Ele nos faz desejar as prazerosas bonificações da vida , como as obtidas em refeições e no sexo. Esse núcleo. quando embebido em dopamina, provoca a impressão de que o tempo flui mais rapidamente. Mas, ao ser privado desse neurotransmissor, provocará em nós a impressão de que segundos se estenderam preguiçosamente. O prazer é igualmente mediado pela liberação de dopamina. Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer.
O desejo pelo medo nos expõe às altas velocidades, aos filmes de terror, aos saltos de paraquedas. O desejo pelo prazer que acelera o tempo. E provoca a nítida impressão de que a aventura durou pouco.
Luciano Magalhães Melo -jornal Folha de São Paulo, edição de 4110/2019.
Avalie os trechos abaixo.
I. "Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos".
lI. "Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer".
Os termos sublinhados nos trechos, no contexto em que estão inseridos, expressam respectivamente, ideias de:
 

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834231 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Franca-SP
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POR QUE TEMPO PARECE PASSAR MAIS DEPRESSA EM MOMENTOS BONS E ASSUSTADORES?
Nós, humanos, conseguimos calcular a passagem do tempo mentalmente com certa precisão. Conseguimos inferir qual foi a duração de uma visita a um parente e qual foi o tempo consumido até chegarmos a um determinado destino. Uma série de processos orgânicos habilita a existência de nosso relógio interno.
Entretanto, essa precisão se perde frente a certos contextos, prazerosos ou enfadonhos. Quem nunca experimentou os minutos que se vão aborrecidamente lentos em situações tediosas? Já em uma boa festa , "o tempo voa mais do que a canção".
Parece um paradoxo termos um sistema biológico acurado em estimar o tempo, mas que, quando pressionado por emoções, desregula-se. Será que nossas emoções enevoam nossos discernimentos, inclusive nossa percepção de tempo? A emoção, ao corromper a razão, deturpa nossa ordem mental e impede que diferenciemos a cadência da sucessão dos minutos? Nossas emoções inviabilizam a precisão
Seriamos simplistas demais se aceitássemos essa premissa . Primeiro, porque não existe razão completamente desvinculada de de emoções. Segundo, as distorções de percepção de tempo moduladas pelas emoções não são um erro biológico, mas um processo adaptativo favorável para nossa sobrevivência.
Foi isso o que a psicóloga Sophie Fayolle demonstrou. Em um experimento, a cientista distribuiu choques elétricos controlados aos participantes enquanto avaliava como eles percebiam o tempo passar. Depois de terminar seus testes, Fayolle analisou como emoções, ou melhor, medo e dor, distorceram a percepção de tempo.
As pessoas, literalmente chocadas, superestimavam a duração do martírio elétrico e subestimavam o tempo decorrido ao longo dos testes. Portanto, os participantes tiveram seu relógio interno acelerado durante os choques, o que distorceu a concepção de tempo. Esse relógio destacou aquilo que emociona, ao valorizar excessivamente os instantes dos desconfortos elétricos.
Fayolle provou que emoções afetam nosso julgamento temporal, e isso deve nos motivar a agir o mais rapidamente quando estamos ameaçados.
Mas, afinal, o que faz a conjunção entre nossa percepção de tempo e nossas emoções? A resposta é a dopa mina, neurotransmissor que nos faz julgar o tempo e também nos dá a sensação do prazer.
O núcleo accumbens é uma estrutura cerebral que trabalha como um centro da motivação. Ele nos faz desejar as prazerosas bonificações da vida , como as obtidas em refeições e no sexo. Esse núcleo. quando embebido em dopamina, provoca a impressão de que o tempo flui mais rapidamente. Mas, ao ser privado desse neurotransmissor, provocará em nós a impressão de que segundos se estenderam preguiçosamente. O prazer é igualmente mediado pela liberação de dopamina. Portanto, esse neurotransmissor faz o tempo voar e temos prazer.
O desejo pelo medo nos expõe às altas velocidades, aos filmes de terror, aos saltos de paraquedas. O desejo pelo prazer que acelera o tempo. E provoca a nítida impressão de que a aventura durou pouco.
Luciano Magalhães Melo -jornal Folha de São Paulo, edição de 4110/2019.
Como pode ser expresso o paradoxo a que se refere o texto?
 

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