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Foram encontradas 290 questões.

1406415 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
The Fear of Being Touched
There is nothing that man fears more than the touch of the unknown. He wants to see what is reaching towards him, and to be able to recognize or at least classify it. Man always tends to avoid physical contact with anything strange. In the dark, the fear of an unexpected touch can mount to panic. Even clothes give insufficient security: it is easy to tear them and pierce through to the naked, smooth, defenceless flesh of the victim.
All the distances which men create round themselves are dictated by this fear. They shut themselves in houses which no one may enter, and only there feel some measure of security. The fear of burglars is not only the fear of being robbed, but also the fear of a sudden and unexpected clutch out of the darkness.
The repugnance to being touched remains with us when we go out among people; the way we move in a busy street, in restaurants, trains or buses, is governed by it. Even when we are standing next to them and are able to watch and examine them closely, we avoid actual contact if we can. If we do not avoid it, it is because we feel attracted to someone; and then it is we who make the approach.
The promptness with which apology is offered for an unintentional contact, the tension with which it is awaited, our violent and sometimes even physical reaction when it is not forthcoming, the antipathy and hatred we feel for the offender, even when we cannot be certain who it is – the whole knot of shifting and intensely sensitive reactions to an alien touch – proves that we are dealing here with a human propensity as deep-seated as it is alert and insidious; something which never leaves a man when he has once established the boundaries of his personality. Even in sleep, when he is far more unguarded, he can all too easily be disturbed by a touch.
It is only in a crowd that man can become free of this fear of being touched. That is the only situation in which the fear changes into its opposite. The crowd he needs is the dense crowd, in which body is pressed to body; a crowd, too, whose physical constitution is also dense, or compact, so that he no longer notices who it is that presses against him. As soon as a man has surrendered himself to the crowd, he ceases to fear its touch. Ideally, all are equal there; no distinctions count, not even that of sex. The man pressed against him is the same as himself. He feels him as he feels himself. Suddenly it is as though everything were happening in one and the same body. This is perhaps one of the reasons why a crowd seeks to close in on itself: it wants to rid each individual as completely as possible of the fear of being touched. The more fiercely people press together, the more certain they feel that they do not fear each other. The reversal of the fear of being touched belongs to the nature of crowds. The feeling of relief is most striking where the density of the crowd is greatest.
(From Crowds and Power by Elias Canetti) Fonte: http://www.sheilaomalley.com/?p=4297
Acesso em 22 dez. 2013.
According to the text, “the fear of being touched” refers to
 

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1406324 Ano: 2013
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
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Em hidroterapia, as propriedades físico-químicas da água têm uma grande importância terapêutica, como também o princípio de Arquimedes que, favorece, primordialmente,
 

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1406321 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
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A Lei 9.394/96 estabelece que “A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.” A escolha de qualquer dessas formas de organização deve estar prevista:
 

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1406229 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
A densidade do manganês é 7,21g/mℓ, a do cloreto de cálcio, 2,15g/mℓ , e a do acetato de sódio, 1,528g/mℓ.
Ao colocar os três sólidos em um líquido de densidade 2,15g/mℓ, observa-se que os sólidos não são solúveis no líquido. Em relação ao sistema, as substâncias que ficariam na superfície e no meio do líquido são, respectivamente:
 

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1405938 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Os átomos dos elementos químicos, representados por símbolos, encontram-se dispostos na tabela periódica em grupos e períodos. Entre os elementos, encontra-se o silício, segundo elemento mais abundante na crosta terrestre. Sobre o silício, é CORRETO afirmar:
 

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1405859 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
O humor da bolinha de papel
Pensa-se que ler bem é ser capaz de descobrir ou localizar as informações contidas nos textos. Isso é verdade para textos informativos (a fórmula de remédios, a altura do Everest, o endereço da festa, etc.). Mas nem todo texto é informativo ou só informativo.
Por exemplo, matéria da Folha de S. Paulo (2/4/2010) dizia que era opinião de Marina da Silva que a falta de diálogo entre PT e PSDB levou os governos a depender de bases parlamentares baseadas no fisiologismo. Marina comparou a aliança PT-PMDB no governo Lula à do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM. "O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB".
A manchete que introduzia a matéria foi "Lula virou refém do PMDB, afirma Marina". O Estado de S. Paulo, no mesmo dia, publicou matéria semelhante. Mas a manchete era "Marina prega diálogo de PT e PSDB contra crise". A comparação das chamadas obriga a levar a sério que ler não é só descobrir informações.
Suponha-se que certos leitores só tivessem acesso a uma das manchetes. Quem leu só a da Folha ou a do Estado situaria Marina Silva em posições distintas. Se lesse não só as duas manchetes, mas as matérias, talvez classificasse os jornais em posições políticas diferentes (e decidiria assinar um, não o outro, por exemplo).
Muitos textos supõem leitores capazes de relacionar o que está dito com outros textos, anteriores ou paralelos. A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor "cooperativo" (Umberto Eco) varia segundo a natureza dos textos. Os humorísticos não podem dizer tudo (em especial, se o humor depende de apelo politicamente incorreto, de coisas que se pensam, e não se dizem).
Exemplo é a coluna de José Simão de 22 de outubro (Folha de S. Paulo), em plena campanha presidencial. Lida no dia da publicação, era fácil dar-se conta dos fatos que o texto supunha que o leitor evocaria. Lida mais tarde, é possível que a memória do leitor o traia. Um evento fundamental à compreensão do texto envolveu o então candidato José Serra. Numa versão, ele foi atingido antes por um papel amassado e depois por um rolo de fita adesiva.
O texto de Simão não tem função informativa ou investigativa. Nem esta análise. Portanto, não importa saber qual das versões é verdadeira para a leitura do texto. Frequentemente (a frequência é diferente em tipos diferentes de textos) os leitores são "exigidos" de maneira especial. Não só devem descobrir o que os textos dizem, mas o que não dizem, mas é exigido para que façam sentido. Ler é "completar" um texto "incompleto". Curiosamente, se o texto já estivesse completo, seria chato. Pelo menos, não seria cômico.
POSSENTI, Sírio. Revistalingua.uol.com.br/textos/63/artigo249010-1.asp.
Acesso em 31/1/2014.
Ao longo do texto, percebe-se o uso reiterado das aspas. Esses usos assinalam a presença de, EXCETO
 

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1405438 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG

A indústria mineral executa atividade de pesquisa, extração, beneficiamento e até mesmo comercializa recursos minerais em determinadas regiões do espaço brasileiro.

Considerando a produção mineral no Brasil e em Minas Gerais, é INCORRETO afirmar:

 

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1405012 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
The Fear of Being Touched
There is nothing that man fears more than the touch of the unknown. He wants to see what is reaching towards him(c), and to be able to recognize or at least classify it. Man always tends to avoid physical contact with anything strange. In the dark, the fear of an unexpected touch can mount to panic. Even clothes give insufficient security: it is easy to tear them and pierce through to the naked, smooth, defenceless flesh of the victim.
All the distances which men create round themselves are dictated by this fear(b). They shut themselves in houses which no one may enter(d), and only there feel some measure of security. The fear of burglars is not only the fear of being robbed, but also the fear of a sudden and unexpected clutch out of the darkness.
The repugnance to being touched remains with us when we go out among people; the way we move in a busy street, in restaurants, trains or buses, is governed by it. Even when we are standing next to them and are able to watch and examine them closely, we avoid actual contact if we can. If we do not avoid it, it is because we feel attracted to someone; and then it is we who make the approach(a).
The promptness with which apology is offered for an unintentional contact, the tension with which it is awaited, our violent and sometimes even physical reaction when it is not forthcoming, the antipathy and hatred we feel for the offender, even when we cannot be certain who it is – the whole knot of shifting and intensely sensitive reactions to an alien touch – proves that we are dealing here with a human propensity as deep-seated as it is alert and insidious; something which never leaves a man when he has once established the boundaries of his personality. Even in sleep, when he is far more unguarded, he can all too easily be disturbed by a touch.
It is only in a crowd that man can become free of this fear of being touched. That is the only situation in which the fear changes into its opposite. The crowd he needs is the dense crowd, in which body is pressed to body; a crowd, too, whose physical constitution is also dense, or compact, so that he no longer notices who it is that presses against him. As soon as a man has surrendered himself to the crowd, he ceases to fear its touch. Ideally, all are equal there; no distinctions count, not even that of sex. The man pressed against him is the same as himself. He feels him as he feels himself. Suddenly it is as though everything were happening in one and the same body. This is perhaps one of the reasons why a crowd seeks to close in on itself: it wants to rid each individual as completely as possible of the fear of being touched. The more fiercely people press together, the more certain they feel that they do not fear each other. The reversal of the fear of being touched belongs to the nature of crowds. The feeling of relief is most striking where the density of the crowd is greatest.
(From Crowds and Power by Elias Canetti) Fonte: http://www.sheilaomalley.com/?p=4297
Acesso em 22 dez. 2013.
All alternatives below have an example of a relative clause, EXCEPT
 

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1404626 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Paulo Freire, em seu texto Pedagogia da Autonomia, afirma que “Não posso ser professor a favor de quem quer que seja e a favor de não importa o quê. Não posso ser professor a favor simplesmente do Homem ou da Humanidade, frase de uma vaguidade demasiado contrastante com a concretude da prática educativa.”
Com esse desabafo, o autor se posiciona contra:
 

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UM BAND-AID NA ALMA
Não gosto de escrever sobre datas marcadas, mas às vezes acontece. Em cada virada de ano somos sacudidos por sentimentos positivos e negativos quanto a essas festas que para muitos são tormento. Vale a história do copo meio cheio ou meio vazio. Para alguns é tempo de melancolia: choramos os que morreram, os que nos traíram, os que foram embora, os desejos frustrados, os sonhos perdidos, a fortuna dissipada, o emprego ruim, o salário pior ainda, a família pouco amorosa, a situação do país, do mundo, de tudo. Muitos acorrem aos consultórios de psicólogos e psiquiatras: haja curativo para nossa mágoa e autovitimização.
Se formos mais otimistas, encararemos o ano passado, a vida passada, o eu que já fomos, como transições naturais. Não é preciso encarar a juventude, os primeiros sucessos, o começo de uma relação que já foi encantada, como perda irremediável: tudo continua com a gente. Em lugar de detestar estes dias, podemos inventar e até curtir qualquer celebração que reúna amigos ou família. Não é essencial ser religioso: se os sentimentos, a família, as amizades, a relação amorosa forem áridos, invocar Deus não vai adiantar. Mas celebrar é vital – e nada como algumas datas marcadas para lembrar que a vida não é apenas luta; é também a possível alegria. Não precisa ser com champanhe caro nem presentes que vão nos endividar pelo ano inteiro: basta algum gesto afetuoso verdadeiro, um calor humano que abrande aquelas feridas da alma que sempre temos.
Quanto aos projetos, é melhor evitar aquela lista de impossíveis. Importa cuidar mais da relação, ser mais gentil com os pais e menos crítico com os filhos, falar mais com os amigos, sair da redoma da amargura e abrir-se para o outro. Ser fiel, ser sincero, ser bondoso: a primeira coisa num namorado ou namorada, eu dizia sempre a meus filhos e hoje digo aos netos, é que seja uma boa pessoa, leal, gentil. O grosseiro é inadmissível. O ignorante é uma tristeza. O falso, cínico ou infiel, é bom manter longe. Mas ainda que sem brilho, um bom amor, um bom amigo, um bom pai e mãe, um bom filho, fazem a festa.
O resto são castanhas e espumantes, ou – para quem não bebe – qualquer coisa que faça cócegas no coração. Que faça sorrir. Mesmo para os descrentes, nestes dias algo mágico circula por este mundo nem sempre bonito nem bom. Mas, se nosso projeto for o eterno perder 10 quilos, conseguir (isso não se consegue, acontece…) uma namorada gostosa ou um marido rico – ou, quem sabe, uma parceira carinhosa –, ganhar na loteria, vingar-se dos desafetos e mostrar quem é o bom, é melhor esquecer: não valerão a pena a festa nem o novo ano, pois vai ser tudo mentira, oco e vazio. Também é aconselhável deixar em segundo plano nestas datas a ideia de consertar o país: não vamos reinventar a democracia, a justiça, a igualdade, a honradez e o bem-estar geral. Não vamos evitar o desperdício de dinheiro nosso, o abandono dos flagelados, o horror das prisões, as falhas na justiça, a violência, a insegurança, enfim, deixa pra lá.
Vale mandar um pensamento, e, se for o caso, uma oração, aos que vivem privações emocionais ou materiais, que trabalham além do humanamente suportável, que perderam o amor de sua vida ou um filho amado, que foram esquecidos e decepcionados, que nesta data não vão escutar nem uma voz cálida ao telefone. E, para as nossas dores pessoais inevitáveis, a gente inventa um metafórico curativo para que o coração se comova, o sorriso se abra, o abraço encerre aqueles a quem dedicamos – e nos dedicam – algum afeto verdadeiro. Repito que valem todos os projetos e afetos, banais ou ousados, mas possíveis. Podem ser pequenos como um Band-Aid: apesar dos nossos defeitos, a boa vontade, a gentileza, a licença que nos daremos para agradecer o dom da vida hão de nos iluminar melhor do que as antigas velas ou as modernas luzinhas.
Vamos nos permitir, sobretudo, a alegria perdida no cansaço de tanta correria. Ela ainda existe: sabendo procurar, a gente a encontra.
(LUFT, Lya. Um Band-Aid na alma. Revista Veja.
São Paulo, 1.º de janeiro de 2014.)
“Vale a história do copo meio cheio ou meio vazio.”
De acordo com o sentido do texto, a expressão sublinhada pode ser compreendida como todas as definições abaixo, EXCETO
 

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